Presidente da Caixa diz a contatos ter sido hackeado e troca número de celular

Pedro Guimarães disse a seus contatos neste domingo, 19, que foram vazadas informações como endereços, telefones, placas de carro e e-mails. Além disso, ele teria recebido ameaças à sua família
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Novas parcelas do <i>coronavoucher</i>também serão de R$ 600, segundo o presidente da Caixa | Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil
Novas parcelas do coronavouchertambém serão de R$ 600, segundo o presidente da Caixa | Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil | coronavoucher, R$ 600, auxílio emergencial, parcelas, novo calendário, caixa econômica federal, pedro guimarães

Pedro Guimarães, presidente da Caixa, disse a seus contatos neste domingo, 19, que foram vazadas informações como endereços, telefones, placas de carro e e-mails. Além disso, ele teria recebido ameaças à sua família

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O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, associou a invasão a criminosos que fraudaram o auxílio emergencial | Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil
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O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disparou mensagens para seus contatos do celular neste domingo, 19, dizendo ter sido hackeado e, que por isso, iria parar de usar o atual número de telefone. Guimarães disse aos contatos que foram vazadas informações como endereços, telefones, placas de carro e e-mails. Além disso, ele teria recebido ameaças à sua família.

Guimarães afirmou, em suas mensagens, que os dados não foram obtidos da Caixa e associou a invasão a criminosos que fraudaram o auxílio emergencial. “Hoje descontinuarei o uso deste número. Descobrimos que vários dados pessoais meus foram vazados por hackers que fraudaram o Auxílio Emergencial e não estão mais conseguindo, dado todas as medidas que tomamos”, escreveu o presidente da Caixa pelo WhatsApp, por volta das 13h30 deste domingo.

Uma série de fraudes em saques e pagamentos com recursos do auxílio emergencial levou a Caixa a um prejuízo de mais de R$ 60 milhões, segundo apurou o Estadão Conteúdo no mês passado.

Falhas

Falhas na poupança digital e no aplicativo Caixa Tem, entre outras brechas, permitiram a criminosos acessarem as contas dos beneficiários e usar o dinheiro. O valor do desfalque seria suficiente para pagar a cota de R$ 600 do benefício a mais 100 mil brasileiros.

A Caixa respondeu à época que atuava “com inteligência, prevenção e combate a fraudes e adota as melhores práticas e ferramentas de mercado para proteção de suas aplicações de forma a proteger seus clientes e beneficiários”. Segundo o banco, as áreas de segurança realizam monitoramento e mapeamento contínuo de seus sistemas, em colaboração com os órgãos de segurança, com o objetivo de coibir movimentações indevidas.

Da Agência Estado
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