Revista Oeste - Eleições 2022

Professores da FGV apoiam professor que humilhou aluno em escola de São Paulo

Segundo os docentes, Messias Basques apenas ‘questionou’ as declarações do estudante
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Sônia Guajajara e Guilherme Boulos
Sônia Guajajara e Guilherme Boulos | Foto: Reprodução

Alunos e professores da Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV-SP) divulgaram uma carta aberta nesta quarta-feira, 6, em que manifestam apoio ao professor Messias Basques, responsável por humilhar um aluno da Escola Avenues durante uma palestra da indígena Sônia Guajajara. Até agora, 26 pessoas assinaram o documento.

“No dia 4 de abril de 2022, durante uma palestra na Escola Avenues, em São Paulo, Basques defendeu a liderança Sônia Guajajara, diz o texto. “A coordenadora da Articulação dos Povos Indígena (sic) do Brasil (APIB) fez críticas à parcela do agronegócio brasileiro contrária aos direitos das populações tradicionais. A fala foi rebatida por um dos alunos secundaristas presentes de uma forma que o professor considerou desrespeitosa.”

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Na nota, a FGV também afirma que Basques apenas “questionou o posicionamento do aluno”. “Em sua fala, o professor destacou que o respeito a ela ‘não vem porque sou antropólogo, mas porque conheço a cultura Guajajara’ — reiterando que não importa seu cargo ou titulação para valorizar a importância das contribuições da palestrante convidada.”

A palestra na Avenues, contudo, aconteceu em 28 de março, não em 4 de abril — dia em que o áudio do evento foi a público. Diferentemente do que diz a nota, Basques não questionou o aluno, mas o humilhou na frente de outros 200 estudantes. Além disso, o docente não só “valorizou cargos ou titulações” como usou seus próprios títulos acadêmicos para menosprezar o estudante.

O professor

“Quando você entender o que é ser uma pessoa deste tamanho, lembrará deste dia com muita vergonha”, advertiu Basques. “Então, a minha recomendação é a seguinte: respeite-me, porque sou doutor em Antropologia. Não tenho opinião, sou especialista em Harvard. Isso é ciência. No dia em que você quiser discutir conosco, traga seu diploma e sua opinião, fundamentada em ciência. Aí sim poderá discutir com um especialista em Harvard.”

A conduta do professor poderá ser investigada pelas autoridades, visto que o artigo 232 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) penaliza quem “submeter criança ou adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância a vexame ou constrangimento”. A pena é de seis meses a dois anos de prisão.

Segundo o advogado Sylvio do Amaral Rocha Filho, mestre em Filosofia do Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), o aluno foi submetido a uma humilhação pública. “Resta saber se o estudante foi submetido a vexame ou constrangimento”, afirmou. “O professor usou um conceito chamado ‘argumento de autoridade’ para menosprezar o aluno.”

A Avenues, cuja mensalidade é de R$ 10 mil, informou que “resolverá a situação da melhor forma possível”.

Leia na íntegra a carta de alunos e professores da FGV:

“Nós, discentes e docentes da Fundação Getulio Vargas abaixo assinados, apresentamos nesta carta o nosso apoio ao professor e pesquisador Messias Basques.

No dia 04 de abril de 2022, durante uma palestra na Escola Avenues, em São Paulo, Basques defendeu a liderança Sônia Guajajara. A coordenadora da Articulação dos Povos Indígena do Brasil (APIB) fez críticas à parcela do agronegócio brasileiro contrária aos direitos das populações tradicionais. A fala foi rebatida por um dos alunos secundaristas presentes de uma forma que o professor considerou desrespeitosa.

Basques questionou o posicionamento do aluno. Em sua fala, o professor destacou que o respeito a ela “não vem porque sou antropólogo, mas porque conheço a cultura Guajajara” — reiterando que não importa seu cargo ou titulação para valorizar a importância das contribuições da palestrante convidada.

Basques é doutor em Antropologia pelo Museu Nacional-UFRJ e lecionou em universidades como USP, UFMS, UFSCar e FESP-SP. Na FGV-EAESP, é responsável pela criação da disciplina “Povos Indígenas e Políticas Públicas no Brasil”, no curso de Graduação em Administração Pública. Desde então, tem contribuído para levar temáticas mais amplas à instituição e qualificar o debate sobre povos indígenas e políticas públicas. É respeitado e admirado por colegas e alunos. Mas o respeito vai além de seus títulos, como o próprio professor frisou na ocasião.

Declaramos também nosso apoio e admiração a Sônia Guajajara, uma das principais vozes que atuam na defesa dos povos indígenas no Brasil e no mundo. No momento em que milhares de indígenas se reúnem no Acampamento Terra Livre, em Brasília, acreditamos que é fundamental oportunizar espaços de diálogo, de modo a pluralizar as perspectivas de compreensão da nossa realidade. Consideramos importante as contribuições para que outros (as) brasileiros (as), especialmente os/as jovens, conheçam suas tradições e os problemas por eles enfrentados. São profundos.

As proporções que o fato ocorrido na palestra tomaram devem ser motivo de alerta para toda a comunidade acadêmica e educacional. Os ataques direcionados ao professor e à liderança são sintoma da consolidação de um ambiente hostil às posturas de defesa dos direitos sociais e de denúncia às suas violações na academia. A defesa de Messias Basques é a defesa de todos os professores e professoras que se dedicam a trazer diversidade à sala de aula.

Assinam:

Teresa Harari — CMCD APG (EAESP)
Pedro Vianna Godinho Peria — CMCD APG (EAESP)
Sophia Veronese — CGAP (EAESP)
Paola De Angelis — CGAP (EAESP)
José Henrique Bortoluci — professor EAESP
Gianluca Arbex Fierro — CGAP (EAESP)
Renata Rocha — CGAP (EAESP)
Silvio Pedra Neto — CGAP (EAESP)
Maria Eduarda Bortoletto — CGAP (EAESP)
Leticia Laurindo — CGAP (EAESP)
Amanda Lui Beck — ex aluna EAESP
João Paschoal Pedote — CMCD APG (EAESP)
Isabela Furcolin — CGAP (EAESP)
Nina Cirello — CGAP (EAESP)
Manuel Bonduki — CMCD APG (EAESP)
Tiago Couto Porto — CMCD APG (EAESP)
Julia Loureiro Barbosa — Ex-aluna
Celso Napolitano — Professor aposentado
Mariana Costa Silveira — CMCD APG (EAESP)
Marta Ferreira Santos Farah — Professora Titular (EAESP)
Dora Cavalcanti Ehrlich — CGAP (EAESP)
Beatriz Cipriano Portella — CMCD (APG)
Mário Aquino Alves — Professor Titular (EAESP)
Guilherme Casarões — Professor Titular (EAESP)
Beatriz Cipriano Portella — CMCD APG (EAESP)
Lucas Almeida — CGAP (EAESP).”

Leia mais: “Feito para dar errado”, artigo de J.R. Guzzo publicado na Edição 79 da Revista Oeste

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73 comentários Ver comentários

  1. Professor era no meu tempo , esses que se dizem professores são muito fraquinhos e medíocres , salário mínimo pra eles tava de bom tamanho.

  2. Acredito que a partir desse lamentável episódio a sociedade, principalmente a sociedade academica terá que repensar o papel e mais ainda a postura do professor

  3. Isso não é uma confissão de solidariedade e apologia a crime por parte dos signatários?
    Será possível que vão escapar dessa sem responderem ao processo junto com o tirano abusado?

  4. A esquerdalha sempre tem o mesmo “Modus Operandi”: Não sabem responder a nenhum questionamento, então ofendem os questionadores com bordões e “palavras de ordem”, normalmente cafonas ou fora-de-moda

    1. Ele é professor da GV.
      Na FGV-EAESP, é responsável pela criação da disciplina “Povos Indígenas e Políticas Públicas no Brasil”, no curso de Graduação em Administração Pública.

  5. Esses professorzinhos mequetrefes são uma cambada de comunistas corporativos, e por aí se vê a que ponto chegou a coisa, de uma Escola – até pelo valor que cobra – capitalista, abrindo espaço unilateral para a imposição subliminar de uma ideologia deletéria, totalitária e genocida. O tal do “guajajarano” sequer é formado por Harvard (portanto, é mentiroso), além do que o aluno nem dirigia -se a ele quando da sua fala, e sim àquela outra reles, cacifada, no pleito eletivo anterior, como candidata a vice de ninguém menos do que…Boulos. Processo judicial dos pais e do aluno contra o “mestre”, e contra a escola, devendo ainda ser exigida a demissão inclusive do diretor daquele educandário sem-vergonha.

  6. 1983. PRISÃO

    Preso o falso professor de economia
    São Paulo – Alencar Mesquita Macena, o falso professor que lecionou, por três meses, macroeconomia na Fundação Getúlio Vargas; publicou artigos econômicos em jornais; foi entrevistado e debateu a crise econômica na televisão e se dizia ex-assessor do Ministério do Planejamento — foi preso, ontem, pela Polícia Militar.

    1. Me admiro muito que uma escola do
      Porte da Avenus, não acompanhe( atualize) e confirme se realmente os títulos apresentados são verdadeiros? O caso do falso professor, na FGV, mostra como as pessoas “ 171”, ganham espaço. Ele extrapolou sua condição de professor ao humilhar o aluno. Isto sim deveria ter apoio dos professores: acontece que as ideologias estão acima dás verdades!

  7. FGV defende HUMILHAÇÃO de aluno ??? É isso mesmo? O professor humilhou o aluno , mesmo que ele tenha sido desrespeitoso , e ainda é defendido por hipocritas ! Não se combate violência com outra violência ! Os professores de hoje são uma VERGONHA !!! É isso que ensinam ???

  8. É mímimi demais. Se juntar todos comentaristas o mais levinho deve ter umas seis arrobas. Um bando de mentes débeis digitando em seus celulares com seus dedinhos gordos de quem não tem nenhuma dedicação na vida enquanto tentam ser senhores de conhecimentos que não possuem. Certamente vossas senhorias são mais inteligentes que todos os Mestres e Doutores com anos de dedicação e estudo. Se enxerguem. Nas escolas públicas a crianças pobres e pretas aos montes passando por verdadeiras humilhações todos os dias e vcs aqui discutindo porque um moleque mimado recebeu uma resposta que não o agradou?

  9. Esse esquerdopata travestido de professor devia ser processado pela humilhação pública causada ao jovem. Espero que os pais da vítima processem a escola.

  10. Essas pessoas são professores mesmo??

    E essa escola que só defende de um lado da história o que será que tem por trás disto??

  11. Além de tudo o mais embutido neste lamentável “carta”, chama a atenção a maioria dos (das) signatários serem mulheres… São elas a primeiras referências educacionais da criança. Preocupante!

  12. MESMO ESQUEMÃO QUE FAZIAM COM OS JORNALISTAS…
    E SUAS PALESTRAS MILIONÁRIAS BANCADAS POR ESTATAIS.
    NA ERA LULA DILMA

    SÃO BANDIDOS…MÁFIA.

    GAASTAM POR ANO UNS 5 BILHÕES DE REAIS FÁCIL FÁCIL COM ESSE CURSOS E PALESTRAS DE GENTE RASA INTELECTUALMENTE

  13. FGV já era também….só tem picaretas dando aula lá desde 2010.
    Com raras exceções.
    Professores hoje em dia deixam MUITO a DESEJAR…
    São RASOS…medíocres…e ..SEMPRE ARROGANTES para esconder suas burrices.

    PAPAIS!!! MAMÃES…
    SE TIVEREM MESMO VERGONHA NA CARA E CARATER… RETIREM SEUS FILHOS DESSE LIXO DE ESCOLAS.

    1. o jogo dessas “universidades” É VENDER CURSOS PARA OS FUNCIONÁRIOS DAS ESTATAIS E SECRETÁRIAS….tudo com VERBA DO GOVERNO…
      É esse o truque..
      TEM TURMAS DE ALUNOS SÓ DAS ESTATAIS…
      Uma grana preta gasta com curso/mestrados/MBA de péssima qualidade.

  14. Pensei que a FGV fosse minimamente séria. Mas está igualmente infestada de comunistas. Aliás da para entender a péssima qualidade de nossas lideranças empresariais. Alunos destas escolas que cobram $ 13.000,00 de mensalidade são as responsáveis pela formação de jovens que ocuparam altos cargos na iniciativa privada, governos e políticas. Além do fato de formarem sujeitos fracos a desmasculinizados.

  15. Uma camada de jumentos militantes formando outra camada de jumentos militantes. Os pais, os mais retardados, pagam mensalidades de R$ 10.000,00 pra formarem um bando de idiotas úteis.

    1. Está aí um comentário absolutamente pertinente, recheado de adjetivos absolutamente adequados. Perfeito. Principalmente no que se aplica aos retardados.

  16. BOM DIA, ESTIVE FAZENDO UMA VERIFICAÇÃO, DOS NOMES CITADOS NA CARTA, E O SITE E NOMES DOS PROFESSORES DA FGV, NÃO CONSTA NENHUM DA FGV, E OS PROFESSORES SE PERTENCERAM E OS ALUNOS, NÃO PODEM REPRESENTAR EM NOME DA FGV, ISTO É PASSIVEL DE CRIME.Nós, discentes e docentes da Fundação Getulio Vargas abaixo assinados, apresentamos nesta carta o nosso apoio ao professor e pesquisador Messias Basques.

    1. UMA SURPRESA A LISTA NA CARTA QUE NÃO PASSA DE 30 NOMES NENHUM PERTENCE AO CORPO DOCENTES DA FGV, OLHA QUE A FGV TEM 244 PROFESSORES, ACHO QUE ENCONTRAMOS A FARÇA, DOS PETRALHAS. EXPLIQUEM PARA O MINISTERIO PUBLICO, E A POLICIA FEDERAL E CIVIL, POIS A INSTITUIÇÃO ESTÁ SENDO USADA POR PESSOAS A MARGEM DA LEI, COLOCANDO A REPUTAÇÃO DE 244 PROFESSORES DOCENTES QUE NÃO CONSTAM NA LISTA DA CARTA.

    2. BINGO!!
      são mentirosos patologicos.

      SÃO PRATICANTES CONTUMAZ DA FALSIDADE IDEOLOGICA….
      SÃO CRIMONOSOS….. e pior… NÃO TEM CAPACIDADE INTECLETUAL … São colocados lá por dotações/verbas e padrinhos politicos.

  17. FGV, Assim como todas as escolas de nível superior, estão tomadas por ignorantes idiotas que acima de tudo apoiam por ideologia quem mente sobre seus currículos achando que um pedaço de papel dita seu nível de conhecimento. Os títulos dos professores brasileiros em sua maioria são de baixíssima qualidade, não servem para nada, só para usar no banheiro se acabar o papel higiênico, pior é que as escolas “conceituadas ” seguem o mesmo caminho. Está surgindo nos Estados Unidos uma nova universidade baseada na liberdade de expressão Universidade de Austin Texas UTAX pena que aqui somo muito atrasados

  18. A escrota quadrilha da FGV mostrando a imbecilidade mór!! Defender um pseudo-professor pseudo-formado que não sabe como funciona um agronegócio e que ficou ATERRORIZADO com os argumentos de um rapaz sagaz a ponto de APELAR para seus FALSOS titulos de forma a calá-lo é RI-DÍ-CU-LO! Que vergonha FGV !!!

  19. Sou ex aluno da eaesp fgv e fico triste com o que estao fazendo com a escola. E por isso q alunos do insper sao mais requisitados no mercado De qq forma 26 pessoas entre alunos ex alunos professores e ex professores nao me parece algo relevante. E a mesma turminha esquerdopateta estridente de sempre.

  20. Eles estão desesperados com o fim da imposição ideológica.

    Filhos treinados em casa jamais serão doutrinados.

    Esse rapaz é um herói nacional.

  21. Ao contrário do entendimento do ilustre advogado mencionado na matéria, penso que já está caracterizado que o aluno adolescente foi sim submetido a vexame e constrangimento, afinal uma audiência de 300 pessoas gargalhou e aplaudiu efusivamente o esculacho que o falso doutor de Harvard deu no garoto que se manifestou educadamente. Tudo isso pode ser constatado pelo áudio.
    No mais, vergonhoso o manifesto desses professores em favor do “doutor” e também a postura pusilânime da escola.

  22. FGV só tem nome e preço, todo mundo sabe disso.

    A nata da esquerda caviar a serviço do globalismo.

    Esse país é um lixo, não salva nem o público, nem o privado.

    Não é a toa que se chama de iniciativa privada….💩💩💩💩

  23. Se conseguiram apoio do corpo discente fica ainda mais grave na medida em que o último depende do primeiro para entrar em campo. Se fosse no tempo da ditadura ouviríamos um berreiro por mais cem anos.

  24. O que essa senhora “indígena”, da tribo comunista, tem para falar em uma escola, sobre agro negócio? E o tal professor mentiroso não-Formado em Harvard?
    As salas de aula tem se tornado um ambiente nocivo, multiplicador de cabeças-ocas, militantes imbecis e futuros fracassados.

  25. Até agora, as 19:47 do dia 06/04/22, não ter aparecido nada em nenhuma m veículo de imprensa do tal “Consórcio de Imprensa” sobre a humilhação que o tal “professor” fez a um adolescente, estudante do ensino médio que pensa diferente do grupão, vamos vencer essa turma! Em outubro não teremos segundo turno, essa galera vai dicar esquecida

  26. Não vai acontecer nada. Mas o que me surpreendeu é a guinada da FGV. Na minha época preparava professores de alto nível para ocuparem postos importantes em empresas privadas ou públicas. Muitos projetos de envergadura econômica foram de autoria de alunos e professores egressos da FGV. Agora parece que estão formando pessoas que querem massacrar quem produz, inclusive contra índigenas independentes que desejam progredir também sem deixar suas tradições.

  27. Quanto dos que leem uma matéria sobre educação um dia circularam pela usp?
    Vão um dia até lá, vejam o espaço, entendam o quanto de nosso dinheiro dos impostos é gasto lá e quanto nos retorna, por favor, apenas façam uma visita no local.

    1. PERFEITO!! Dinheiro suado dos impostos estragando nossa melhor juventude aprovada em duro vestibular sendo obrigados a ler livros errados! Dinheiro jogado no lixo!! NOJO!!

  28. O problema que estes professores e palestrantes só mostra um lado do tema em pauta, aí todos tem que concordar, caso alguém tenha conhecimento sobre o tema, não pode se manifestar, ficam agressivos, perseguem , falo isto, porque ocorreu comigo, no ensino médio.

  29. A FGV SP É UMA MERDA ASSIM COMO ESSA ESCOLA DE FORMAÇÃO DE PEQUENOS COMUNAS. O PROFESSOR, DEVE SER DEMITIDO SUMARIAMENTE, POR FALTA DE RESPEITO COM OS ALUNOS E COM A INSTITUIÇÃO. ESSE SENHOR MENTIU.
    A FGV SP, CGAP (EAESP) – GOZADO TODOS DESTE CURSO… EM MASSA? TEM COISA AI.

  30. 𝗣𝗘𝗥𝗗𝗘𝗡𝗗𝗢 𝗢 𝗘𝗡𝗧𝗨𝗦𝗜𝗔𝗦𝗠𝗢 𝗘 𝗢 𝗙𝗨𝗧𝗨𝗥𝗢
    .
    O grau de imersão doutrinária que afundaram esses professores (pregadores da religião marxista) é tamanho que os animais não percebem o quanto uma humilhação em sala de aula pode perder para sempre o entusiasmo de um aluno. Se isso ocorrer com um único aluno, o imbecil do professor terá estragado, talvez para sempre, toda uma vida dos alunos presentes à sua trágica aula.
    Todos os vagabundos canalhas que defendem a conduta porca do imbecil “camarada” não podem ser chamados de professores; não passam de asnos cegos tangidos por um ideal utópico que nunca surtiu qualquer resultado positivo.
    Esses estúpidos anencéfalos fingem não perceber que os iPhones que usam não resultaram da inteligência criativa do comunismo que pregam cegamente, uma vez que foram amestrados por “professores” igualmente sem cérebros como eles, ao invés de serem bem treinados de acordo com os livros que ensinam princípios construtivos nos moldes edificantes do conservadorismo.
    .
    L. Coelho

  31. A grandeza do ser humano está na humildade em fazer o bem sempre. A ” intelectualidade” desse professor em criticar o agro brasileiro mostra o quanto falta conhecimento para reproduzir uma narrativa ideológica e não técnica. Pontos de vista são importantes para o crescimento em todas as áreas. Tentar humilhar um estudante mostra a real fragilidade desse “educador” e o apoio a ele fornecido mostra o quanto a inversão de valores está presente nos mais amplos seguimentos da sociedade. A humildade não se compra na feira. Conheçam a realidade do agro brasileiro e muitos irão se surpreender com nível de tecnologia e avanços frutos de muito trabalho de profissionais técnicos e compromissados em fazer pesquisa de relevância a sociedade.

  32. Pergunto a quem subscreveu a Carta Aberta, estavam lá na Palestra e escutaram o que disseram professor e aluno. Se não estavam presentes, não tem condição moral alguma, para fazer julgamento em Carta Aberta. Portanto peguem a referida carta e a enfiem no seu rabo, bando de incompetentes, agindo como marginais. Chega desse corporativismo nojento e que só protege incompetentes e picaretas como esse professor que se formou por correspondência em cursinho besta para abobalhados Africanos e Sul-americanos.

  33. Viva Paulo Freire!! Viva a DESEducação brasileira! Se eles chamam aquilo de questionar, imagino que não fazem com os alunos sem que os pais saibam? E quando falam em “alunos e professores” queria saber os nomes, são todos mesmo? TODOS concordam com aquela baixaria? TODOS?

  34. Muito simples. Boas escolas particulares, tem aos montes. País que não aprovam está conduta do professor, mudem seus filhos de escola. A esquerda disfarçada de escola. Mas ama o dinheiro dos pais de alunos, não é mesmo?

  35. Interessante, eles apoiam um professor que oprime e humilha uma aluno em o mesmo expressar pensamento diferente, pensamento de vivência, pois sua família é oriunda do agronegócio, em resumo, esses apoiadores são o mais do mesmo, doutrinadores esquerdistas, não merecem atenção, pois compactuam com o que a de pior, doutrinanação marxista, fico pensando se eles gostam de doutrinação porque não vão para Cuba, Venezuela, China.

  36. Este professor foi muito infeliz, imagina em um evento de alunos secundaristas, ele defender alguém usando sua titulação, no mínimo ele é um grande egolatra.
    Sérgio Luiz Crestani
    Professor aposentado

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