‘Queremos trabalhar’, dizem comerciantes de Manaus após novo fechamento

Governador determinou o fechamento de todo o comércio
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AM - PROTESTO-COMERCIANTES-REGRAS-RESTRITIVAS - GERAL - Comandante Geral da Polícia Militar do Amazonas, Coronel Ailton Norte,  durante manifestação contra o decreto do Governo do Amazonas que proibiu o fucionamento do comércio não essencial na manhã deste sábado (26) no centro de Manaus (AM). Segundo o Governo do Amazonas o decreto é para conter o crescente aumento de casos da Covid-19 no estado. 26/12/2020 - Foto: EDMAR BARROS/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
AM - PROTESTO-COMERCIANTES-REGRAS-RESTRITIVAS - GERAL - Comandante Geral da Polícia Militar do Amazonas, Coronel Ailton Norte, durante manifestação contra o decreto do Governo do Amazonas que proibiu o fucionamento do comércio não essencial na manhã deste sábado (26) no centro de Manaus (AM). Segundo o Governo do Amazonas o decreto é para conter o crescente aumento de casos da Covid-19 no estado. 26/12/2020 - Foto: EDMAR BARROS/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Governador determinou o fechamento de todo o comércio

Amazonas
Comandante Geral da Polícia Militar do Amazonas, Coronel Ailton Norte, durante manifestação | Foto: Edmar Barros/Futura Press/Estadão Conteúdo
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Comerciantes e lojistas de Manaus realizaram protestos contra as novas medidas restritivas do comércio que começaram a vigorar no Amazonas neste sábado, 26.

Por meio de decreto, o governador do Estado, Wilson Lima (PSC), determinou o fechamento de todo o comércio, que passa a atender apenas por meio de delivery ou drive-thru.

Leia mais: Após decisão de fechamento, associação faz apelo ao governo do Amazonas

Pela manhã, os manifestantes ocuparam parte das avenidas Sete de Setembro e Eduardo Ribeiro, as principais do centro de Manaus, e gritavam palavras de ordem contra o governador e a frase “Queremos trabalhar!”.

“Não é justo em plena festa de final de ano o governador dar um duro golpe desse nos comerciantes e varejistas do Centro e de toda Manaus. Faltou diálogo com os comerciantes, disse Givanildo Marcos Maia, presidente da Associação dos Trabalhadores de Comércio Informal.

Os lojistas fecharam o principal terminal de ônibus de Manaus, o Terminal da Matriz, causando congestionamento que afetou o Centro Comercial.

Decreto

De 26 de dezembro a 10 de janeiro de 2021, ficarão restritos o funcionamento de atividades não essenciais na capital e interior do Estado.

Segundo o governo, as medidas foram tomadas após elevado número de casos da doença e ocupação dos leitos clínicos e de UTI na rede hospitalar estadual e privada de saúde.

“Primeiro, não haverá lockdown. Nós não fizemos isso durante o pico da pandemia, que foi ali no final de abril, início de maio, e não será agora que nós vamos tomar uma decisão como essa”, afirmou Wilson Lima.

Os estabelecimentos com serviços essenciais, como padarias, supermercados, farmácias, vendas de gás, água e hotéis continuam abertos.

Com informações do Estadão Conteúdo

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