Questão de gênero: Câmara recua e tira projeto sobre cota no Legislativo

PEC 134/2015 foi excluída da análise do plenário da Casa
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Caroline de Toni: deputado liderou movimento virtual contra PEC | Foto: Agência Câmara
Caroline de Toni: deputado liderou movimento virtual contra PEC | Foto: Agência Câmara | caroline de toni - contra pec de cota de gênero no legislativo

PEC 134/2015 foi excluída da análise do plenário da Casa

caroline de toni - contra pec de cota de gênero no legislativo
Caroline de Toni: deputado liderou movimento virtual contra PEC | Foto: Agência Câmara
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A reclamação feita pela deputada Caroline de Toni (PSL-SC), outros parlamentares e internautas deu certo. Após movimento virtual, a Proposta de Emenda à Constituição 134/2015 não foi à votação do plenário da Câmara dos Deputados nesta terça-feira, 15. A PEC defende a implementação de cota por gênero para cadeiras em Casas do Poder Legislativo — isso nas esferas municipal, distrital, estadual e federal.

Leia mais: “Câmara aprova projeto que viabiliza repasse de até R$ 62 milhões a Estados e municípios”

Após a campanha contrária à PEC liderada por Caroline, o assunto chegou a ser um dos mais comentados entre usuários brasileiros do Twitter, conforme noticiou Oeste. Com a sessão plenária prevista para hoje tendo de ser dividida em duas etapas, por causa de discussão sobre refinanciamento de Estados e municípios, a segunda parte dos trabalhos foi realizada sem a proposta sobre cota por gênero constar na pauta.

Com a certeza de que projeto não iria mais a votação na sessão desta terça, Caroline analisou o caso. “É uma proposta segregacionista, que nos trata de maneira desigual”, afirmou a deputada por meio de postagem no Twitter. “Ademais, passar uma candidata mulher a frente de um homem mais votado do que ela é subverter a democracia e a vontade popular”, complementou a parlamentar.

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5 comments

  1. A única coisa que os limitados e medíocres membros do que é designado como esquerda têm como meta é a ascensão ao poder, e para isso os meios justificam os fins para esses amorais, tentando destruir tudo aquilo que os impede, i.e., a Democracia plena, geral e irrestrita!

  2. Isso é totalmente desnecessário. No próprio senado temos um senador pelo estado do Espírito Santo que é declaradamente gay ele(a) nunca escondeu isso e no dia em que a maioria do estado do Espírito Santo for de gays, ele terá pelo menos 2 dos 3 senadores que o farão companhia. Representando o meu estado mesmo, temos um senador gay, este porém é muito discreto e não se revela pelo menos publicamente. Então é isso aí, vou dar uma dica, ele já foi governador do estado.

  3. Com um projeto cretino desses, a democracia vai pras cucuias mesmo. Pelo andar da carruagem, daqui uns tempos, teremos que ter cota para a maioria, porque as ditas minorias já terão tomado conta de tudo: das vagas em estacionamentos e filas nas lotéricas às vagas de emprego, universidades e… legislativo, executivo. É cota pra negro, deficiente, idoso, mulher, grávida, só falta para LGBTQ+ ad infinitum, detento e familiar de político e ministro do Supremo.

    1. Já deu essa conversa mole de divisionismo de tudo! Cota pra tudo quanto é espertinho. Já passou da hora da maioria barrar chororô de minorias pseudo carentes por opção própria!

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