Ricardo Barros rebate acusações do deputado Luís Miranda

O líder do governo Bolsonaro na Câmara dos Deputados negou envolvimento em supostas irregularidades na compra da vacina Covaxin
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O parlamentar deixou claro que está à disposição para prestar esclarecimentos
O parlamentar deixou claro que está à disposição para prestar esclarecimentos | Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados

O líder do governo na Câmara, deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), negou envolvimento em supostas irregularidades na aquisição da vacina indiana Covaxin. A declaração veio minutos depois de o parlamentar Luis Miranda (DEM-DF) dizer o nome do governista, durante oitiva da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19. Segundo Miranda, Barros teria sido mencionado pelo presidente Jair Bolsonaro, em uma reunião, como participante do “rolo” dos imunizantes.

“Não participei de nenhuma negociação em relação à compra das vacinas Covaxin. Não sou esse parlamentar citado”, escreveu Barros, no Twitter, na sexta-feira 25, ao afirmar que a “investigação provará isso”. Barros acrescentou que não é verdade que teria indicado a servidora Regina Célia, como informou o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). “Não tenho relação com esse fatos”. Minutos depois, Barros deixou claro que está à disposição para qualquer esclarecimento.

A servidora citada foi quem teria assinado a autorização de importação dos produtos indianos quando Luis Ricardo Miranda, irmão do deputado Luis Miranda (ambos têm o nome parecido), se recusou a ceder ao que chamou de “pressões anormais” que teriam sido feitas pela alta cúpula do Ministério da Saúde, como denunciou ao Ministério Público Federal. Randolfe trouxe à sessão o fato de Regina ter sido nomeada por Barros, em 2018, à época em que ele era o ministro da Saúde.

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Leia também: “Circo Parlamentar de Inquérito”, reportagem publicada na Edição 61 da Revista Oeste

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13 comentários

  1. Será que esse Bolsonaro seria tão OTÁRIO assim em divulgar para esse 171 o nome de um aliado? Que história mais mirabolante é essa? Cria toda essa confusão contra o governo em uma CPI para lá de suspeita para além de comprometer todo o governo e ainda causar cizânia com seus aliados na Câmara Federal? Tem que por a PF no encalço desses vagabundo, antes que cause mais estragos entre os desinformados.

  2. Esses senadores que tomaram conta da CPI, que conforme o sen. Girão, são 80% do Norte/Nordeste do Brasil, para demonstrar suas idoneidades deveriam oferecer à PF e ao MPF seus sigilos telefonicos e telemáticos e bancários. Mais ainda, a Receita Federal deveria pedir ao COAF que levantasse movimentações atípicas dessa cambada desde 2003. Quanta pureza e honestidade seria revelada à pobre sociedade brasileira, sem saneamento, saúde, moradia, trabalho que vivem no Norte/Nordeste brasileiro, além das populações indigenas.
    Esperamos que o SENADO FEDERAL jogue no LIXO o relatório do notável e ilibado RENAN, verdadeiro dono da CPI conforme o senador Flavio Bolsonaro.

    1. Você ouviu e viu o que o seu senador Girão disse nessa última CPI? Pode ser que ele seja muito esperto que me convenceu que ele estava com grande tendência em acreditar na historinha mirabolante desses dois vigaristas tanto é que mereceu uma observação positiva daquela senadora pilantra do MS uma turca que esqueci seu nome que diz ser líder da tal bancada feminista do senado. Ou ele foi tão convincente que te convenceu como também à essa senadora pilantra. Eu porém, acho que esse Girão não passa de um boi zonzo, um idiota se quer saber.

      1. Simone Tebet defende só as mulheres que fazem parte da bolha feminista que ela pertence. Discursa bonito, porém, dissimulada, mais uma esquerdista disfarçada de liberal. Hipócrita! Quanto a Girão, pensei que ele fosse mais aguerrido, é um fraco, ainda acreditou no ladrão presidente da CPI, Omar Aziz, quando diz que a CPI entra agora em nova fase. Quanta ingenuidade ou estratégia para chegar às investigações do consórcio nordeste que é a intenção dele, o G7 da CPI nunca será confiável. São umas hienas ávidas por comerem o leão.

    2. Acho difícil o senadinho (caiu de quatro para o STF, não se impõem, são vermes subservientes), desfazer do relatório do Renan. São traidores da pátria, boa parte deles estão envolvidos em corrupção, assim como na câmara. O que falta mesmo são as Forças Armadas criarem coragem para aplicarem o art. 142 no STF e Congresso, destituindo e prendendo aqueles ratos corruptos e esquerdistas de lá.

  3. O depoimento dos irmãos estava cheio de buracos. Não dá para confiar. Se existe algo suspeito, PF deve atuar o mais rápido possível. Essa CPI é um palanque e por isso não merece crédito.

  4. Essa história está indo longe demais. Alguém, por favor, requeira a CPI para que indique quando go governo pagou, qual rubrica, em que banco depositou e para quem. E a CPI também tem o dever de informar a população aonde foi distribuída a vacina e quantos brasileiros receberam o medicamento. Também é importante abrir a CPI, a mais importante, para apurar o boicote a vacina nacional, pois é um caso de Segurança Nacional. Parece que essa denúncia não interessa a CPI, ao Congresso, ao STF e aos jornalistas de plantão. É gravíssimo.

    1. Também acho, tanto Simone Tebet, quanto outras feministas do Congresso, só defendem as mulheres da bolha progressista. Duas mulheres dignas de aplausos, foram lá no circo da CPI, Nise Yamaguche e Mayra Pinheiro e foram agredidas e depreciadas pessoal e profissionalmente, pelas hienas do G7 e ela mesma não se pronunciou em defesa. Hipócrita esquerdista, dissimulada de liberal.

  5. Criam inúmeras narrativas ( a intenção é assassinar reputações )para atingir o governo, que está aí mostrando a que veio e apresentando resultados.

  6. Se nosso país, fosse realmente sério, pessoas que respondem processos na justiça – enquanto os fatos pelos quais são acusados, não forem esclarecidos – jamais poderiam ser candidatos a qualquer cargo eletivo, ou tomarem posse em cargos públicos; seria um filtro eficiente, para evitar que pessoas desonestas, mal intencionadas e oportunistas – como no caso deste Deputado – ocupem posições nas esferas públicas.

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