Secretário do Tesouro defende o congelamento de salários por 18 meses

Mansueto Almeida, no entanto, afirmou que bônus temporários poderão ser concedidos; Bolsonaro deve vetar a possibilidade de dar aumento a servidores públicos durante a pandemia
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Mansueto Almeida participou de sessão virtual com o Congresso - Pedro França/Agência Senado
Mansueto Almeida participou de sessão virtual com o Congresso - Pedro França/Agência Senado

Mansueto Almeida, no entanto, afirmou que bônus temporários poderão ser concedidos; Bolsonaro deve vetar a possibilidade de dar aumento a servidores públicos durante a pandemia

Mansueto Almeida participou de sessão virtual com o Congresso – Pedro França/Agência Senado
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O secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, defendeu a proibição do reajuste dos salários dos servidores públicos por 18 meses como medida essencial para o ajuste fiscal. No entanto, afirmou que isso não impede a criação de “bônus temporários para alguns trabalhadores que estão se ‘esforçando muito’ nesse período combate ao coronavírus”.

“Isso é um sacrifício até pequeno, no meio de uma crise tão séria. Mais de 5 milhões de trabalhadores do setor privado estão tendo o seus contratos de trabalho suspensos ou salários reduzidos. A gente não ter aumento por um ano e meio não é nada anormal. É algo necessário”, disse Mansueto na manhã em comissão do Congresso que trata do coronavírus.

A pedido do ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente Jair Bolsonaro deverá vetar a possibilidade de dar aumento a servidores públicos em projeto aprovado pelo Congresso. A equipe econômica defende que o congelamento tenha validade de um ano e meio.

Em troca do congelamento, o governo ajudará os Estados e municípios com um socorro financeiro. Bolsonaro tem até o dia 27 de maio para sancionar a lei.

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2 comentários

  1. Acredito como funcionário público, federal, aposentado do Ministério da Saúde, que não ganha mais de 6.500 reais, que os funcionários públicos aceitam o sacrifício, porém com o respeito ao teto salarial em todos os níveis do executivo, legislativo e judiciário. Fim dos auxílios moradia,gasolina, passagens aéreas ilimitadas, fim da verba de gabinete e acabar com a dupla militância no STF. Acabar com as férias de 60 dias do judiciário e saber do ministro Barroso quem vende sentenças no supremo, como ele disse. Aí sim vamos todos ao sacrifício.

  2. O contrário seria justamente o absurdo. É o mínimo q os servidores públicos podem fazer diante de tamanha e inédita crise. Quem fizer campanha por aumento, é desumano.

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