Senado tende a rejeitar PEC que retoma coligações, diz Pacheco

Parlamentares devem rechaçar as mudanças e optar pela manutenção do sistema atual
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Rodrigo Pacheco é presidente do Senado Federal
Rodrigo Pacheco é presidente do Senado Federal | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse nesta quarta-feira, 18, que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que promove uma reforma eleitoral e resgata as coligações partidárias de deputados e vereadores será analisada pelos senadores no plenário. A tendência é que o Senado rejeite as mudanças e mantenha o sistema atual, sem coligações.

De acordo com Pacheco, a volta das coligações representa um retrocesso. “Tenho a minha posição pessoal em relação à manutenção do sistema político proporcional, sem as coligações partidárias, com a imposição da cláusula de desempenho”, observou. “Mas essa é uma decisão que será do plenário do Senado, nós devemos respeitar isso.”

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O presidente do Senado afirma que o sistema atual deve ser mantido, sem permitir a criação de federações partidárias. “Os senadores ainda vão se debruçar sobre a matéria, mas há uma tendência, de fato, de manutenção do sistema político tal como é hoje”, declarou. “O tema será levado a plenário em respeito à votação na Câmara dos Deputados.”

A Câmara concluiu a votação da PEC ontem, terça-feira 17, em segundo turno. Os deputados aprovaram a volta das coligações e rejeitaram a proposta alternativa de estabelecimento do chamado “distritão”, sistema que elegeria apenas os mais votados, sem remanejamento.

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