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Senado deve ganhar bloco da oposição e liderança feminina

É o que promete o novo presidente da Casa legislativa
Vista panorâmica de parte do plenário do Senado Federal. Na esquerda, a Mesa Diretora
Vista panorâmica de parte do plenário do Senado Federal. Na esquerda, a Mesa Diretora | Foto: Afonso Marangoni/Revista Oeste

O Senado Federal deve ganhar ao decorrer das próximas semanas dois novos postos. Eleito presidente da Casa legislativa na votação finalizada no início da noite desta segunda-feira, 1º, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) firmou compromissos com seus pares. Ele promete criar o bloco da oposição e dar vez à figura de liderança feminina.

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Já no comando da Mesa Diretora, Pacheco fez o seu discurso da vitória. O parlamentar mineiro lembrou que, atualmente, o Senado conta com posições de lideranças denominadas por Maioria, Minoria e Governo — além dos líderes de partidos e dos blocos partidários. Com isso em mente, defendeu a criação da bancada da Oposição, “como ocorre na Câmara dos Deputados”. De acordo ele, essa medida se faz necessária para dar representatividade “àqueles que não se identificam com as posições do Executivo, desse governo e dos próximos.”

Na linha de promessas, o integrante do Democratas de Minas Gerais afirma que tomará decisões em conjunto com os líderes, sempre por meio de reuniões semanais, por mais que a pauta do Senado seja prerrogativa do presidente. Nesse sentido, falou que trabalhará para criar a posição de líder feminina. Função a ser ocupada por uma das 11 senadoras com mandato ativo no momento.

Agradecimento a Alcolumbre

Eleito a partir de bloco costurado por Davi Alcolumbre (DEM-AP), então presidente do Senado, Rodrigo Pacheco fez questão de elogiar publicamente o seu colega de partido e antecessor no comando da Casa. “É um amigo, correlegionário”, afirmou. “Conselheiro de todas as horas”, confidenciou Pacheco.

Em defesa de diálogo

Ainda no primeiro discurso após ser eleito, Rodrigo Pacheco destacou que decisões importantes, como as reformas tributária e administrativa, se “avizinham”. Como o mais novo presidente do Senado Federal, ele prometeu diálogo com os demais parlamentares, além de integrantes do Poder Executivo, do Poder Judiciário e do Ministério Público.

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