STF autoriza investigação sobre senador Romário e nove deputados

A apuração contra o senador Romário e os deputados é por suspeita de uso irregular de verba destinada à atividade parlamentar
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PGR acusa senador de falsidade ideológica, associação criminosa e lavagem de dinheiro | Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
PGR acusa senador de falsidade ideológica, associação criminosa e lavagem de dinheiro | Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado | Romário

Abertura de inquérito se deve a suspeita de uso irregular de verba destinada à atividade parlamentar

Romário
PGR acusa senador de falsidade ideológica, associação criminosa e lavagem de dinheiro | Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
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A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira, 1º, a abertura de uma investigação sobre nove deputados e o senador Romário (Podemos-RJ). A apuração é por suspeita de uso irregular de verba destinada à atividade parlamentar.

De acordo com o pedido da Procuradoria-Geral da República, os indícios do uso irregular da verba foram identificados com base na análise de material obtido na \execução de mandados de busca e apreensão e de quebras de sigilo telefônico, bancário e fiscal.

Além disso, o vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros, afirma que os deputados e o senador fazem parte de “um forte esquema de falsidade ideológica, associação criminosa e lavagem de dinheiro”.

Afora o senador Romário, nove deputados são investigados:

  • Sérgio Brito (PSD-BA);
  • Carlos Henrique Amorim (DEM-TO);
  • Silas Câmara (Republicanos-AM);
  • Danilo Jorge de Barros Cabral (PSB-PE);
  • Benedita da Silva (PT-RJ);
  • Fábio de Almeida Reis (MDB-SE);
  • Hiran Manuel Gonçalves da Silva (PP-RR);
  • Jéssica Rojas Sales (MDB-AC);
  • Fausto Ruy Pinato (PP-SP).

Além disso, Weber decidiu enviar para a Justiça Federal do Distrito Federal o pedido para investigar mais 19 ex-deputados. Entre eles está o atual senador Márcio Bittar (MDB-AC).

De acordo com a ministra do STF, o caso de Bittar deve ser remetido para a primeira instância porque os fatos não envolvem o mandato no Senado, mas sua atividade na Câmara.

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