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Substituto de Ernesto Araújo enumera três ‘urgências’ a ser enfrentadas em sua gestão

Sobre a pandemia, Carlos Alberto França garantiu que o Brasil estará cada vez mais engajado em uma 'verdadeira diplomacia da saúde'
Transmissão de cargo ao ministro das Relações Exteriores, Carlos França | Foto: Marcos Corrêa/PR
Transmissão de cargo ao ministro das Relações Exteriores, Carlos França | Foto: Marcos Corrêa/PR

Ao tomar posse nesta terça-feira, 6, o novo ministro das Relações Exteriores, Carlos Alberto França, disse que o momento é de “urgências” e que foi instruído pelo presidente Jair Bolsonaro a enfrentá-las. Ele citou três: saúde, economia e desenvolvimento sustentável.

Sobre a pandemia, o chanceler garantiu que as missões diplomáticas e consulados do Brasil no exterior estarão cada vez mais engajados numa verdadeira “diplomacia da saúde”. Ele disse que serão crescentes os contatos com governos e laboratórios para mapear as vacinas disponíveis e buscar remédios necessários ao tratamento dos pacientes em estado mais grave.

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“Meu compromisso, enfim, é engajar o Brasil em intenso esforço de cooperação internacional, sem exclusões. E abrir novos caminhos de atuação diplomática, sem preferências desta ou daquela natureza”, afirmou França.

Economia

O ministro destacou que, para o país crescer e gerar mais empregos, a agenda da modernização da economia é fundamental. “Essa não é agenda estritamente doméstica, por mais cruciais que sejam — e são — as reformas que o presidente da República promove aqui dentro”, destacou.

O chanceler defendeu a ideia de que o Brasil se integre cada vez mais às cadeias globais de valor e disse que não há modernização sem mais comércio e investimentos.

Desenvolvimento Sustentável

O novo ministro afirmou que o Brasil precisa mostrar ao mundo que tem matriz energética predominantemente renovável e um setor elétrico três vezes mais limpo do que a média mundial. “Temos a mostrar uma produção agropecuária que, além de ser capaz de alimentar o planeta, tem a marca da sustentabilidade”, afirmou Carlos França.

Ele ainda lembrou que a legislação ambiental, sobretudo o Código Florestal, é uma das mais rigorosas do mundo. “O Brasil, em matéria de desenvolvimento sustentável, está na coluna das soluções”, pontuou.

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1 comentário

  1. Só não entendo quando o Ernesto Araújo foi contra essas medidas. Pelo que eu saiba só foi contra o comportamento do poderoso embaixador chinês no Brasil, que consegue dominar lideranças de nosso Senado Federal.

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