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Toffoli dá 10 dias para Lira explicar revés à oposição

Presidente da Câmara anulou bloco de partidos pró-Baleia Rossi
Os parlamentares decidem nesta quarta-feira, 3, quem vai compor a Mesa Diretora
Os parlamentares decidem nesta quarta-feira, 3, quem vai compor a Mesa Diretora | Foto: Reprodução/Twitter

O ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli deu 10 dias para que o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), esclareça a revogação do registro do bloco de legendas que apoiou Baleia Rossi (MDB-SP). O pedido ao STF foi feito pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT). No primeiro ato como chefe da Câmara, Lira anulou o ajuntamento de partidos que se opôs à candidatura dele — o então presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) havia autorizado a formalização mesmo depois de vencido o prazo regimental. Em síntese, a decisão de Lira permitia que cinco das seis principais vagas da Mesa Diretora ficassem com parlamentares de seu grupo. Os deputados decidem nesta quarta-feira, 3, quem vai compor a bancada.

Leia também: “O novo Congresso”, reportagem publicada na edição extra da Revista Oeste

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7 comentários

  1. Ta na hora do senado dar um basta no STF se meter aonde nao compete a çe pq esse ativismo judicial ja estrapolou todos os limites e o presidente do senado mesmo Davi alcoolumbre tendo arquvados os pedidos de impichametos dos M do STF ele tem sim por obrigaçao desarquivar e começar a impichar esses M da pouca vergonha

    1. Calma, isso tudo vai acontecer nos bastidores. Vc tem que dar saídas honrosas para seu inimigo. Nós queremos sangue, mas nesse caso não vai ter. Já já esses partidos de esquerda vão broxar. Contavam com o Maia.

  2. Tem sido cada mais frequentes essas noticias nos informando que o “ministro tal, deu tantos dias de prazo para sicrano responder”. E se o sicrano, evidentemente um presidente de outro poder, dependendo da natureza da ordem, caso seja ilegal, resolver a não atender? O que poderá acontecer? Pelo que sei, não há poder maior que o outro, então como ficará essa questão? Esse caso mesmo em tela, trata-se de uma prerrogativa apenas do presidente da câmara, tentando desarmar uma armadilha colocada pelo seu antecessor, um sabidamente moleque mimado e chorão. Caso o seu candidato ganhasse a eleição, a mesa diretora já estaria previamente escolhida e tudo certo; caso o outro ganhasse, como aconteceu, seu mandato ficaria inviável, pois se transformaria em um verdadeiro inferno, como promete um certo deputado paulista (DEM/SP), o outro moleque Kim Katakokim.

  3. Senadores, imponham-se enquanto é tempo. Enquadrem esses ministrecos partidários do STF no seu devido lugar. Não se curvem a quem não tem competência e muito menos real saber jurídico. Deem um basta nessa ridícula, abusiva e duradoura situação.

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