Veja o peso do funcionalismo nos 12 Estados mais populosos do país

Em porcentagem de receita, site mostra os gastos com servidores
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No escopo da pesquisa, Minas Gerais é o Estado que mais gasta
No escopo da pesquisa, Minas Gerais é o Estado que mais gasta | Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado

A epidemia de coronavírus não impactou tanto o bolso de uma categoria de brasileiros: a alta casta dos servidores públicos, imune à extrema insegurança da iniciativa privada. O Estado brasileiro gasta demais com eles, assegura uma estabilidade que não depende do desempenho, garante para boa parte aposentadoria com salário integral e benefícios incompreensíveis para o setor privado.

No domingo 13, o site Ranking dos Políticos publicou um levantamento mostrando os gastos com essa classe, em porcentagem da receita dos 12 Estados mais populosos do país. Em Minas Gerais, 4/5 do orçamento financiado pelos pagadores de impostos vai apenas para bancar seus funcionários, muitos deles ganhando acima do Teto Constitucional, entre outras regalias e privilégios. Confira a pesquisa:

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Leia também: “Servidores, a casta privilegiada não atingida pela crise”, artigo de Ricardo Almeida publicado na Edição 8 da Revista Oeste

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3 comentários

  1. Daí conclui-se que é inútil uma reforma tributária sem a devida redução do tamanho do estado. Nossos impostos é que pagam o funcionalismo. Como reduzir impostos sem reduzir o peso do estado?

  2. Já disse aqui, mais de uma vez, que o Brasil deu certo apenas para o judiciário, os políticos e os funcionários públicos nas três esferas de poder. Aos demais cabe pagar a escorchante carga tributária para financiar essas sinecuras, e nada ter em troca.

  3. Isso mostra o quão somos um país de economia estatal em detrimento da iniciativa privada, cujos trabalhadores trabalham mais e ganham menos, por perderem setenta por cento de seu salário para o sustento da máquina pública. Ademais, o Governo começou errado, ao realizar primeiramente a Reforma da Previdência, ou seja, começou a construir a casa do telhado. Ele deveria iniciar a Reforma Administrativa com a redução de concurso público, privatizações de todas as estatais para abertura de mercado. Em seguida, iniciativa a Reforma Tributária, para não sobrecarregar empresas de impostos, para garantir a elas mais lucros e aumento de salários. E, por fim, haveria um bom suporte para Reforma da Previdência, pois, através das duas reformas anteriores, o INSS arrecadar ia muito mais.

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