Praças e parques estão liberados no Rio de Janeiro - Revista Oeste

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Em Em 11 jul 2020, 14:40

Praças e parques estão liberados no Rio de Janeiro

11 jul 2020, 14:40

Cariocas poderão praticar atividades físicas nos locais, mas piqueniques, comemorações e eventos continuam proibidos

praças rio de janeiro

Museu do Amanhã e Praça Mauá | Foto: Alexandre Macieira/ Riotur

Este é o primeiro fim de semana em que os cariocas poderão aproveitar o Rio de Janeiro em mais uma fase do plano de retomada das atividades econômicas. No início de junho, o prefeito Marcelo Crivella anunciou uma reabertura gradual dividida em seis fases.

Nesta sexta-feira, 9, o município entrou na fase 3 – B. A previsão é que cada etapa dure 15 dias.

 

Veja o que está liberado nesta fase:

  • Áreas de lazer em vias públicas são reabertas a partir deste fim de semana, das 7h às 18h, aos domingos e feriados;
  • Praças e parques voltam a abrir;
  • Clubes são autorizados a retomar as atividades, mas jogos devem ser realizados apenas em quadras abertas;
  • Feiras de arte e artesanato também voltam a funcionar, com 1/3 dos expositores;
  • Shoppings podem funcionar em horário ampliado, das 12h às 22h (até então, o fechamento deveria ocorrer às 20h);
  • Serviços de loteria, que já estavam autorizados, passam a abrir por mais tempo, das 8h às 18h;
  • Vilas olímpicas também podem abrir, desde que não haja aglomeração e que se respeitem as regras de ouro.

Leia mais: “Em Curitiba, prefeitura agora fiscaliza até as lojas que permanecem fechadas”

De acordo com a prefeitura, assim como as praias, parques e praças estão liberados para a prática de atividades físicas individuais – exceto o Parque Madureira e a Quinta da Boa Vista, que precisam de ajustes operacionais. Contudo, piqueniques, comemorações e eventos estão proibidos.

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1 Comentário

  1. Todas essas medidas tomadas por governadores e prefeitos do nosso Brasil não passam de medidas inócuas. Cada qual tentando mostrar mais perfeição que o outro nessa inutilidade total. Está provado que o surto passa quer o dirigente queira ou não. O máximo que deveria ser feito seria isolar os idosos e pacientes crônicos e testar a população no máximo. Por sorte infectologistas chegaram a conclusão que a Hidroxicloroquina cura com azitromicina e zinco. O impressionante é que essa gente inepta continua escondendo essa evidência. Na França já começaram as quedas de ministros e os processos contra os dirigentes que negaram o uso da hidroxicloroquina no combate a pandemia. Além de muitos governadores estarem sob a iminência de prisão por compra de respiradores superfaturados, vamos ter processo por crime contra a humanidade por terem negado a medicação aos pacientes no início dos sintomas.

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