Quem fizer mais de 30 transações por mês pelo Pix terá de pagar tarifa

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Em Em 30 out 2020, 10:30

Quem fizer mais de 30 transações por mês pelo Pix terá de pagar tarifa

30 out 2020, 10:30

Banco Central já autorizou instituições financeiras a fazer cobranças de clientes, inclusive de pessoas físicas

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A partir de 30 transações, Pix não será mais gratuito, define o Banco Central
Foto: Divulgação/Banco Central

Depois de anunciar que o Pix seria gratuito para pessoas físicas, o Banco Central (BC) voltou atrás e determinou que quem fizer mais de 30 transferências pelo sistema por mês terá de pagar uma taxa à instituição financeira em que tiver a chave do sistema cadastrada.

De acordo com o BC, qualquer cliente que passar desse número de transações será enquadrado como tendo relações comerciais e, por isso, se justificaria a taxação.

O BC também anunciou que as 762 instituições que se inscreveram para operar o novo sistema de pagamentos instantâneos contarão com um sistema chamado Pix Cobrança, que emitirá um QR Code para cobranças futuras de recebíveis.

E estabeleceu ainda que quem tentar burlar o sistema poderá receber multas que variam entre R$ 50 mil e R$ 1 milhão.

Leia também: “20 dúvidas que você pode ter sobre o Pix”

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4 Comentários

  1. A matéria nao detalha o valor que será cobrado e como será está cobrança a partir da trigésima transação

    Responder
    • Também gostaria de saber

      Responder
  2. Nada haver. BC autoriza bancos a cobrar taxa de quem *receber* mais de 30 Pix por mês. Só de quem receber. Quem paga com PIX, pessoa física, continua gratuito.

    Responder
  3. Essa ideia de cobrar o pix para acima de 30 vezes esta errada. Oras como uma cabeleira vai receber apenas 30 clientes?
    Imagina um vendedor de pipoca? Deve vender mais do que 30 sacos de pipoca por dia, imagina por mês?

    Pix é pra desestimular o uso das notas! Assim o pessoal não vai aderir de verdade ao Pix.

    Responder

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