Reino Unido e França decidem flexibilizar restrições - Revista Oeste

Edição da semana

Em Em 23 nov 2020, 15:26

Reino Unido e França decidem flexibilizar restrições

23 nov 2020, 15:26

No início de dezembro, os dois países europeus devem relaxar medidas adotadas devido à pandemia

Boris Johnson

Primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson | Foto: Andrew Parsons / No 10 Downing Street

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, anunciou nesta segunda-feira, 23, no Parlamento britânico que as atuais medidas de restrições se encerram em 2 de dezembro e não serão renovadas.

A partir de então, cada região terá seus próprios procedimentos, baseados no número de contaminações registradas. Dentre os retornos permitidos estão público em eventos esportivos e a liberação de atividades como teatro, seguindo medidas de isolamento e capacidade reduzida.

Leia mais: Na Argentina, pessoas famintas desenterram carne estragada

“Não queremos que o vírus retorne outra vez, levando a um lockdown em janeiro”, sinalizou Johnson, indicando que há risco com o Natal e o Ano Novo.

O primeiro-ministro se mostrou otimista com medidas de isolamento e testagem e disse que a maior esperança é pela vacina. Sobre o imunizante da AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, o político indicou não saber quando estará pronto, mas afirmou que o Reino Unido já encomendou doses.

França

Macron

Presidente da França, Emmanuel Macron | Foto: Soazig de la Moissonniere / Présidence de la République

A França começará a flexibilizar as regras de restrição social nas próximas semanas, realizando o processo em três estágios para evitar um novo surto, informou o governo nesse domingo, 22.

“Haverá três etapas para flexibilização em função da situação de saúde e dos riscos vinculados a alguns negócios e ao comércio: uma primeira etapa por volta de 1º de dezembro, depois outra antes dos feriados de fim de ano e uma terceira a partir de janeiro de 2021”, disse o porta-voz do governo, Gabriel Attal, ao Le Journal Du Dimanche.

Nesta terça-feira, 24, o presidente Emmanuel Macron fará um discurso à nação sobre a situação do vírus e deverá anunciar o relaxamento parcial das restrições que estão em vigor desde 30 de outubro.

TAGS

*O espaço para comentários é destinado ao debate saudável de ideias. Não serão aceitas postagens com expressões inapropriadas ou agressões pessoais à equipe da publicação, a outro usuário ou a qualquer grupo ou indivíduo identificado. Caso isso ocorra, nos reservamos o direito de apagar o comentário para manter um ambiente respeitoso para a discussão.

1 Comentário

  1. Mesmo filme que vão tentar passar por aqui, tá tudo combinado

Enviar um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Assine a nossa newsletter

Colunistas

O partido contra o Brasil

Ninguém ainda descobriu no planeta um jeito tão eficaz de concentrar renda quanto a fórmula usada para administrar as contas públicas no país

A paciência acabou

Os brasileiros começam a reagir à cassação dos direitos individuais

Os novos senhores do mundo

Os gigantes da tecnologia censuram Trump, fazem o que bem entendem e exercem um poder global desmedido. Isso é justo?

Eficácia

“Você demorou muito a comprar. Eficácia depende de rapidez” / “Poxa… Se eu soubesse teria comprado mais rápido. Ando muito dispersivo”

O culto à ignorância

Valorizar a educação formal e a cultura clássica virou preconceito elitista, um mau sinal para o futuro

Como surgiu o novo coronavírus?

A resposta mais provável, até o momento: o vírus teve origem em pesquisas com manipulação genética no Instituto de Virologia de Wuhan

Globalistas assanhados com Biden

Eles não costumam viver de fatos, apenas de narrativas. Adotam a visão estética de mundo, e por isso a ONU é seu maior símbolo

A coerção e o coronavírus

A necessidade de restrições ocasionais não deve abalar os fundamentos do verdadeiro liberalismo, sustentado no “inovismo” e no “adultismo”

Uma nova doença: o vício em desculpas

Poucas figuras públicas têm a força de caráter para se recusar a pedir desculpas aos identitaristas, que gostam de desempenhar o papel de vítimas permanentes

Você não pode perder

Macron e a soja

Macron e a soja

Sua última ideia a respeito do assunto é acabar com a “dependência” que a França teria da soja brasileira – in...

A VOZ DAS REDES

Uma seleção de tuítes que nos permitem um olhar instigante do mundo, ajudam a pensar e divertem o espírito

LEIA MAIS

Oeste Notícias

R$ 19,90 por mês