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Carta ao Leitor

As boas notícias da economia brasileira e as centenas de fobias catalogadas pela ciência estão entre os destaques desta edição

Quem leu as manchetes dos principais jornais na manhã da última segunda-feira, 27, deduziu que sobrevive num país complicado. Se assistiu, à noite, à entrevista de Marcos Troyjo para o programa Direto ao Ponto, da Jovem Pan, teve a impressão de que existem dois Brasis. No desenhado pela imprensa, surgiram na última década 2,2 milhões de novos desempregados com mais de 50 anos. E a maioria da população sofre com a perda de compra da renda familiar.

O país descrito por Troyjo — presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, o Banco dos Brics — atingiu em 2021 uma corrente comercial de US$ 500 bilhões, exportou produtos que somaram US$ 280 bilhões e alcançou um superávit de US$ 61 bilhões. “Somos a oitava economia do mundo”, lembrou Troyjo. “Vamos crescer 2% neste ano. Somos um dos cinco principais destinos de investimento direto. Temos a maior corrente comercial da história.” 

Na reportagem de capa desta edição, Silvio Navarro conta como a velha imprensa inventou há dois anos um contorcionismo linguístico concebido para distorcer informações que parecessem favoráveis ao governo Jair Bolsonaro. “O verbo ‘despiorar’, usado pela Folha de S.Paulo, virou piada”, observa Silvio. “Mas o jornal gostou tanto que passou a repeti-lo, numa clara demonstração de que é proibido associar ao presidente qualquer informação animadora.”

Ironicamente, os fatos desmentiram as previsões publicadas em colunas e reportagens. Duas profecias negativas foram implodidas pela revisão do Produto Interno Bruto (PIB), que subiu para 1,7% até dezembro, e pelo aumento no número de empregos com carteira assinada. “Ninguém nega a existência dos problemas graves”, afirmou Rodrigo Constantino. “Mas ocultar do público as melhorias nestes anos de governo, acrescentar um alerta desnecessário, isso não é fazer jornalismo, e sim campanha política.”

O medo de ler jornais ainda não foi incluído no cortejo de fobias catalogadas pela ciência, tema da reportagem de Dagomir Marquezi. Entre elas, figuram tanto a conhecida aracnofobia (medo de aranhas) quanto a até agora misteriosa antlofobia (medo de enchentes). O leitor de Oeste vai também descobrir que o pavor da velha imprensa a notícias boas faz parte da lista. Chama-se eufobia.

 

Boa leitura.

Branca Nunes

Diretora de Redação

Capa Edição 119 | Foto: Montagem Revista Oeste/Shutterstock
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2 comentários Ver comentários

  1. Pelo DataFoice. Né? A Midia Podre, já vinha sendo corrompida pelo Socialismo que, precisava de Voz para esconder as DESGRAÇAS QUE CAUSOU POR ONDE PASSOU e enganar as Novas Geracoes.. Mas com o advento da Internet, ela veio ao chão. Não suportou a concorrência, principalmente devido SÓ DIVULGAR MENTIRAS, HIPOCRISIAS, DEMAGOGIAS PAGAS PELA ESQUERDA.
    🙈Desta feita, luta com unhas e dentes para o RETORNO DA CLEPTOESQUERDA, liderada no Brasil pelo Luladrao..

    1. NÃO PASSARÃO !!! MESMO COM TANTAS MENTIRAS, CANALHICES, LENIÊNCIA, COMPLACÊNCIA, CONIVÊNCIA E SUBSERVIÊNCIA DESSE CONSÓRCIO, ANTIGA IMPRENSA, DO $TF E DEMAIS LADRÕES E CORRUPTOS QUE AINDA ESTÃO À SOLTA … UNS BILTRES. PULHAS. E O LULARÁPIOLULADRÃO É UM CADÁVER AMBULANTE, PUTREFATO E INSEPULTO. UM CÂNCER EM METÁSTASE, CANCRO QUE SERÁ EXTIRPADO PARA SEMPRE DO BRASIL !!!!

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