Deputado federal André Janones | Foto: Montagem Revista Oeste/Redes Sociais
Deputado federal André Janones | Foto: Montagem Revista Oeste/Redes Sociais

O vale-tudo eleitoral contra Bolsonaro

Com a anuência do TSE, o PT desistiu de apresentar suas propostas e aderiu às fake news para tentar derrubar o presidente da República

A campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores mandou o republicanismo às favas. Para derrubar o presidente Jair Bolsonaro (PL) e reconduzir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Palácio do Planalto, os petistas renunciaram à apresentação de propostas e optaram por disseminar fake news sobre o chefe do Executivo. A indústria de mentiras envolve intelectuais, artistas, jornalistas e políticos.

O líder dessa engrenagem é o ex-presidenciável e deputado federal André Janones (Avante-MG), coordenador da campanha digital de Lula. Ele conquistou relevância nacional em abril deste ano, quando, durante entrevista à GloboNews, disse que Emmanuel Macron era o presidente da Argentina. Macron, na verdade, é o presidente da França. E quem governa os hermanos é Alberto Fernández.

No início de agosto, Janones retirou-se da corrida presidencial e anunciou apoio à candidatura de Lula. De lá para cá, o parlamentar assumiu as rédeas da campanha petista nas redes sociais e passou a coordenar o assassinato de reputação dos opositores, especialmente de Bolsonaro. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sempre atento às supostas mentiras propagadas por “bolsonaristas”, adormece quando fake news facilmente identificáveis são divulgadas por “lulistas”.

A porteira da desinformação abriu-se em 5 de setembro, quando o deputado defendeu o uso de fake news contra o chefe do Executivo. “Atenção, urgente: partido de Bolsonaro estaria por trás do pedido de suspensão da lei que aprovamos no Congresso, garantindo o piso salarial da enfermagem”, escreveu Janones, no Twitter. “Se for confirmado, é grave. Muito grave.” Em seguida, ele próprio assumiu a falsidade da acusação e explicou que tinha o objetivo de manchar a imagem do presidente da República. “Printem isso e viralizem pelo WhatsApp”, afirmou. “Vou fazer live, também. Façam chegar a todo o Brasil. Olho por olho, dente por dente.”

Em 4 de agosto, Bolsonaro sancionou a Lei 14.434/2022, que estabeleceu o piso salarial de enfermeiros em R$ 4.750. Um mês depois da sanção presidencial, no entanto, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a proposta. O magistrado deu o prazo de 60 dias para que o governo federal, as unidades da Federação e as entidades do setor se manifestem sobre o impacto financeiro, o risco de demissões e a possível redução na qualidade dos serviços oferecidos.

Por considerar a acusação de Janones “sem prévia verificação de fidedignidade”, o TSE ordenou que o conteúdo fosse apagado. O ministro Paulo de Tarso Sanseverino afirmou, em sua decisão, que o material poderia gerar “desinformação sobre a verdade dos fatos”. Essa seria uma das poucas medidas eficazes do TSE contra a propagação de mentiras a respeito do presidente da República. De lá para cá, as fake news sobre Bolsonaro proliferaram com a anuência da Corte Eleitoral.

Agressão a mulheres, maçonaria, canibalismo e zoofilia

Depois do primeiro turno das eleições, que atestou os equívocos grosseiros dos institutos de pesquisas e levou Bolsonaro ao segundo turno, a indústria de fake news aumentou sua produção consideravelmente. Janones acusou o atual presidente de agredir mulheres, de ser adepto do canibalismo, de praticar zoofilia e de participar da maçonaria. Nenhuma dessas alegações corresponde à realidade.

A enxurrada de mentiras teve início em 4 de outubro. Na ocasião, os petistas disseram que o presidente da República tem relações estreitas com os maçons. “Cinco horas após a live que fiz revelando a ligação de Bolsonaro com a seita maçônica, batemos 1 milhão de visualizações, 62 mil compartilhamentos e 87 mil comentários”, celebrou Janones. “Isso só no Facebook! Somando todas as redes e páginas, já chegamos a 4,4 milhões. Continuem esparramando. É guerra.”


José Ricardo Salgueiro de Castro, grão-mestre do grupo, negou a veracidade da “informação” de Janones. “A Grande Loja Maçônica do Estado do Rio de Janeiro repudia e lamenta que pessoas inescrupulosas estejam se utilizando de inverdades, com o fim de atacar pessoas e instituições sérias, achando que, com esse comportamento, irão alcançar seus espúrios objetivos”, declarou. “Jair Messias Bolsonaro não é maçom.”

A rajada de fake news voltou à tona em 6 de outubro. Na ocasião, Janones publicou um tuíte no qual afirma, com todas as letras, que Bolsonaro teria “admitido” fazer sexo com animais. “É absolutamente chocante e não pode ser tratado como algo engraçado, nem por nós, cristãos, nem pelos defensores dos animais, nem por qualquer pessoa”, afirmou o parlamentar, nas redes sociais. “Amanhã, farei uma live sobre esse absurdo.” Até o momento, o TSE não se pronunciou.

A propaganda sobre a suposta agressão às mulheres foi divulgada em 7 de outubro. “Repassem muito antes que tirem do ar”, alertou o deputado, no Twitter. “Essa é a missão do dia: fazer esse vídeo explodir por todo o país e fazer com que todas as mulheres vejam quem é este monstro.” Apesar de não haver provas da acusação, o TSE não proibiu a divulgação do material.

Na mesma data, Janones disse que o presidente da República teria admitido consumir carne humana. “Ia [sic] postar mais tarde o vídeo em que Bolsonaro confessa ser adepto ao [sic] canibalismo, mas ele acaba de entrar na Justiça para tirar esse vídeo do ar”, tuitou o parlamentar. “Sentem o dedo sem dó e viralizem, porque, depois de alastrar nas redes e nos grupos, já era!”

Um dia depois, quando a propaganda petista já havia alcançado milhões de brasileiros nas redes sociais, o TSE ordenou a “imediata” remoção do conteúdo. “Verifica-se que, como alegado, a peça publicitária apresenta recorte de determinado trecho de uma entrevista concedida pelo candidato representante, capaz de configurar grave descontextualização”, reconheceu Sanseverino. De acordo com o ministro, a campanha petista altera “o sentido original de sua mensagem, porquanto se sugere, intencionalmente, a possibilidade de o candidato admitir o consumo de carne humana”.

Collor “ministro” e Nikolas Ferreira “ator pornô”

A metralhadora de fake news não parou por aí. Em 8 de outubro, Janones afirmou que Bolsonaro teria escolhido o ex-presidente Fernando Collor de Mello (PTB) para comandar o Ministério do Trabalho e Previdência. “Os benefícios sociais que o povo brasileiro conquistou com tanta luta, como o Auxílio Brasil, as aposentadorias e as pensões, começam a correr riscos”, disse o parlamentar.

O material foi compartilhado amplamente no Facebook e no Twitter, tanto por políticos quanto por “intelectuais”. O ex-governador Roberto Requião (MDB-PT) e a filósofa Márcia Tiburi, por exemplo, divulgaram a “notícia” mesmo sabendo que não era verdadeira. Isso não foi suficiente para o TSE advertir a campanha petista.

Em 9 de outubro, Bolsonaro desmentiu as fake news sobre o assunto. “Acusam-nos de querer confiscar a aposentadoria das pessoas”, disse, em entrevista ao canal Pilhado, no YouTube. “Segundo Janones, vou pôr Collor de Mello como ministro da Previdência e irei confiscar a aposentadoria de todo o mundo. Tem gente que acredita. Esse cara causa um mal terrível à nação. É um mentiroso.”

A mais recente campanha de assassinato de reputação ocorreu em 11 de outubro. No Twitter, Janones espalhou vídeos pornográficos que seriam protagonizados pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). Nas imagens, o parlamentar mineiro “aparece” tendo relações sexuais com outros homens. Apesar de ser falso, o conteúdo foi impulsionado por diversos influenciadores digitais. Veículos de imprensa tradicionais, como Veja e Metrópoles, escreveram reportagens sobre o assunto. Entretanto, nenhum deles informou que a acusação é falsa.

Segundo o portal O Bastidor, especializado em notícias exclusivas da política brasileira, Janones se tornou indispensável na estratégia de Lula nas redes sociais. “Agora, quando a campanha quer saber como responder a determinado ataque ‘bolsonarista’ nas redes sociais, Janones é acionado”, informa o site. “Ora para encomendar uma postagem ou uma live, ora para perguntar a melhor estratégia para responder.” Inúmeras vezes, segundo a reportagem, Lula deu sinal verde ao coordenador digital da campanha petista. “A ordem é passar o pano”, diz O Bastidor. “Não que o deputado seja visto como um deles, um ‘lulista raiz’, mas chegou-se à conclusão de que qualquer ataque ao aliado seria uma briga perdida, porque foi Lula quem o empoderou.”

Nesse ritmo, a campanha do ex-presidente divulgou uma cartilha com dicas para os eleitores “tirarem” votos de Bolsonaro no segundo turno. A sigla recomenda que não chamem o chefe do Executivo por termos como “genocida”, “assassino”, “miliciano” e “anticristo”, porque não surtiria efeito. Segundo a campanha, no entanto, chamar o presidente de “desumano”, “ladrão” e “vagabundo” está liberado.

Um peso, duas medidas

Se por um lado o TSE é permissivo com as fake news propagadas pela campanha de Lula, por outro, mantém uma extensa lista de repreensões à campanha de Bolsonaro. Desde o início do mês passado, a Corte proferiu 15 decisões contra o atual governo.

Em 8 de setembro, por exemplo, o Tribunal Eleitoral rejeitou um pedido de Bolsonaro para tirar do ar uma propaganda petista que denuncia a compra de imóveis “em dinheiro vivo” pela família do presidente. Em 13 de setembro, o chefe do Executivo foi proibido de usar imagens das manifestações do Bicentenário da Independência. Em 14 de setembro, o TSE removeu a propaganda eleitoral em que aparece a primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Em 14 de setembro, o TSE proibiu Bolsonaro de usar na campanha de reeleição o discurso proferido em Londres, quando o presidente compareceu ao funeral da rainha Elizabeth II. Em 21 de setembro, a Corte decidiu manter no ar vídeos nos quais Lula qualifica Bolsonaro como “genocida”.

“Associados ao consórcio de imprensa e aos tribunais políticos, que satanizam e desumanizam Bolsonaro, os institutos de pesquisas induzem o comportamento dos eleitores”

Mas não é apenas isso. Em 22 de setembro, o Tribunal Eleitoral proibiu o chefe do Executivo de usar imagens do discurso na Organização das Nações Unidas (ONU) em sua campanha. Em 24 de setembro, o TSE proibiu o presidente de transmitir lives no Palácio da Alvorada. Em 4 de outubro, a Corte determinou que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) removessem publicações que diziam que Lula persegue cristãos. Em 5 de outubro, o Tribunal Eleitoral censurou o jornal paranaense Gazeta do Povo, que, amparado nos fatos, informou o apoio de Lula ao ditador da Nicarágua, Daniel Ortega. Na mesma data, o TSE mandou apagar um vídeo em que um satanista diz ser favorável ao ex-presidente. A Corte ainda proibiu o Ministério da Saúde de transmitir na TV uma campanha para incentivar a vacinação de crianças contra a poliomielite. Em 7 de outubro, o Tribunal Eleitoral determinou que a Jovem Pan tirasse do ar um vídeo em que a senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP) associa Lula à morte de Celso Daniel, ex-prefeito de Santo André (SP). Em 11 de outubro, por fim, o TSE ordenou que Nikolas Ferreira removesse um vídeo no qual o parlamentar afirma que Lula incentiva a criminalidade e o uso de drogas.

Segundo Marcelo Suano, professor de relações internacionais e doutor em ciência política pela Universidade de São Paulo (USP), o TSE está tratando o presidente da República como adversário. “Antigamente, a forma criminosa de agir estava fragmentada em grupos independentes”, observou. “Agora, esses grupos resolveram se unir, porque encontraram um adversário comum, o Bolsonaro. Eles construíram um comportamento unificado, com base no consórcio de imprensa, nos institutos de pesquisas e nos tribunais ideologizados.”

O professor explica que, em atuação conjunta, esses grupos influenciam os brasileiros e alteram o resultado das eleições. “Independentemente de as pesquisas eleitorais estarem ou não sendo fraudadas, sua metodologia claramente direciona os eleitores para determinadas respostas”, afirmou. “A situação é muito pior e mais grave. A questão é que, associados ao consórcio de imprensa e aos tribunais políticos, que satanizam e desumanizam Bolsonaro, os institutos de pesquisas induzem o comportamento dos eleitores. Lula é tratado de maneira diferente.”

O cientista político Antônio Flávio Testa, da Universidade de Brasília (UnB), segue na mesma linha. “O TSE, assim como o STF, trabalha como opositor ferrenho do presidente da República”, salientou, ao mencionar as decisões da Corte que prejudicaram a campanha do chefe do Executivo. “Seguramente, agem para beneficiar Lula e para prejudicar Bolsonaro. Espera-se que a população brasileira tenha o necessário discernimento e entenda que tais procedimentos não são democráticos nem constitucionais.”

Leia também “O primeiro turno e a derrota da lulocracia”

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23 comentários Ver comentários

  1. Brasil que se cuide, estão criando o monstro da censura para tentar derrubar o bolsonaro e isso pode custar muito mas muito caro mesmo!
    Isso está totalmente errado. ADEUS PT CANSEI, vou ter que ir de 22 segundo turno por desencargo de consciência, não vou compactuar com isso nem a pau.

  2. Qualificar esse monte de m… como escroto, crapula, canalha, cafajeste, amoral, pulha e congeneres, é muito pouco à vista do que realmente é.

  3. Não poderia ser diferente. Um ladrão é descondenado para ser alçado a Presidência da Republica por uma Corte ditatorial e inescrupulosa. A democracia não tem a menor chance. JB não tem a menor chance e o BR não tem a menor chance. As Forças Armadas a td assiste passivamente e , se em algum momento tiver que atuar, será, certamente, como lacaios defensores da Ditadura. O BR perdeu, venceram os tiranos. Venceram os corruptos!

  4. Janones é mitomaníaco. Deve estar em êxtase neste momento. É um ser repugnante, desprazível. Em tempos normais, a familia teria internado o infame, pra um tratamento de saúde mental, mas em tempos sombrios, ele ‘brilha’ ao lado de outros sociopatas. Que loucura!

  5. Ou seja, esse band*do que assessora o descondenado se merecem. Quem tem isso como assessor digital que fique atento, pois do jeito que ele “mete o dedo” para difamar o presidente Bolsonaro, também pode partir para o Lulalau caso esse o desaponte. Como já dito, eles se merecem.

  6. PRECISAMOS MUDAR A CULTURA DE VALORIZAÇAO DA MEDIOCRIDADE. SÓ NO BRASIL ISTO ACONTECE. VEJAM ESSA FIGURA QUE É DEPUTADO FEDERAL. PROCUREM CONHECER A SUA HISTORIA DE VIDA PESSOAL E FAMILIAR. PROCUREM SABER COMO ESSA FIGURA ERA QUANDO ESTUDANTE. OBSERVAM QUE ERA DESONESTO. COLAVA NAS PROVAS E FRAUDAVA AS NOTAS. ISSO DEVERIA DIZER TUDO. MAS SE QUISEREM MAIS, É SÓ PROCURAR A HISTÓRIA DE VIDA PESSOAL DESSE MEDIOCRE E VERÃO QUE NÃO VAI ALÉM DA MEDIOCRIDADE. O BRASIL PRECISA PARAR DE VALORIZAR A MEDIOCRIDADE E A DESONESTIDADE.

    1. Realmente muita coisa precisa ser feita. Por isso que a política continua podre no país. As vezes me coloco na pele do nosso presidente e me pergunto, como ele não jogou a toalha ainda?
      Como é fácil para os politicos mentirosos, corruptos, bandidos, mal caters, se perpetuarem no poder no nosso país e por outro lado, como é difícil para uma pessoa certa, honesta e de boas intenções convencer o povo. Deve encher o saco ter que, à todo momento, ficar explicando, tendo que provar sua seriedade, honestidade.
      Não sei como não desistiu.
      É muito difícil lutar contra uma ignorância institucionalizada na população brasileira. Ignorância esta, implantada na mente do povo durante anos nas escolas, pelos principais meios de comunicação deste país. Rezo para que ele não desista, porque eu, já teria jogado a toalha, pegado minha família e abandonado tudo.
      Deixe que paguem por suas escolhas como estão fazendo nossos vinhos da Argentina, Chile, Venezuela, Bolívia…
      Sempre acreditei que a maioria da população brasileira tivesse, o mínimo de capacidade de discernimento mas, infelizmente, chego à conclusão que estive enganado.
      Estou perdendo a esperança.

  7. ISTO JÁ ACONTECEU ANTES, COM ALGUM CANDIDATO A PRESIDENTE DA REPÚBLICA? POR QUE ACONTECE COM O PRESIDENTE BOLSONARO? ATÉ QUANDO AS FORÇAS ARMADAS ASSISTIRÃO A ESSE DESRESPEITO E ENXOVALHAMENTO DA FIGURA DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA E FICARÃO IMPASSÍVEIS? SENHORES, POR BEM MENOS TIVEMOS 1964. E APRENDEMOS QUE, DIFERENTEMENTE DA BÍBLIA, AS LEIS E AS REGRAS SÓ VALEM QUANDO BENEFICIAM A MAIORIA E REPRESENTAM OS VALORES DE UMA NAÇÃO. NAPOLEÃO DIRIA, DANE-SE A LEGALIDADE; DANEM-SE AS LEIS. VALE A LEI DO MAIS FORTE E DA MAIORIA.

  8. este sujeito é repugnante, difícil entender como um lixo de ser humano é ouvido por parte da população.
    O Brasil perde muito com este antipatriota. Lamentável.

  9. Ninguém vai investigar as acusações de maus tratos que denunciou o rapaz que trabalhava com este es-tru-me do Janones fake? Que a justiça divina nos ajude, já que a terrena está descomprometida com a verdade.

  10. Esse Danones cara de ratazana, ignorante e mau caráter deveria já ter sido banido da vida pública. Mas, surpresa, os mineiros o reelegeram para novo mandato. Que horror!!!

  11. Esse todes é uma gazela mentirosa, junto com a não menos Galelíssima Randolfe. As duas querem ir pra “BUATE” com dinheiro público!

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