Pular para o conteúdo
publicidade
Geddel Vieira Lima, ex-ministro da Integração Nacional | Foto: Montagem Revista Oeste/Marcelo Camargo/Agência Brasil
Edição 222

Se arrependimento matasse

Único a negar que era o dono da fortuna que tungou, só Geddel ficou fora da devolução de dinheiro à bandidagem promovida por Toffoli

Augusto Nunes
-

PRESO EX-MINISTRO DE TEMER, concordaram as manchetes dos três principais diários da velha imprensa em julho de 2017, ao noticiarem a ida para a gaiola do político baiano Geddel Vieira Lima. Entre maio e novembro de 2016, ele fora ministro-chefe da Secretaria de Governo do vice que assumira a Presidência com o impeachment de Dilma Rousseff. Mas os editores das primeiras páginas sabiam que a Polícia Federal não estava no encalço do ex-integrante do primeiro escalão de Temer (demitido, aliás, tão logo se comprovou seu envolvimento em pilantragens imobiliárias denunciadas por um colega de ministério). Fora para a cadeia o Geddel que colecionara patifarias de março de 2011 a dezembro de 2013, instalado no cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal.

Geddel Vieira Lima, ex-ministro da Integração Nacional, e Michel Temer, ex-presidente da República, no Palácio do Planalto | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

PRESO EX-BANQUEIRO DE DILMA — essa seria a manchete correta. Infiltrado no alto-comando da Caixa, Geddel atacou os cofres da instituição com tamanha gula que não demorou a estabelecer um recorde ainda não superado. Num apartamento em Salvador emprestado pelo empresário Sílvio Silveira ao amigo Lúcio Vieira Lima, irmão do larápio compulsivo, a Polícia Federal encontrou R$ 51 milhões (em cédulas novinhas em folha), além de uma pilha de dólares de bom tamanho. Foi a maior apreensão de dinheiro em espécie da história do Brasil. Espalhado por nove malas e alguns caixotes de papelão, o produto de muitos roubos, exibido em fotos e vídeos, permitiu que milhões de brasileiros vissem o tamanho da bolada à espera de quem consegue acertar sozinho na Mega-Sena. (O prêmio desta semana, por exemplo, é calculado em R$ 55 milhões. Atualizadas as cifras, equivale a um Geddel.)

Naquele Brasil esperançoso, a Operação Lava Jato e seus desdobramentos seguiam drenando o pântano irrigado pelo escândalo do Petrolão, do qual era pinçado quase diariamente algum figurão da seita que tem em Lula seu único deus. Num primeiro momento, devotos atarantados com a ofensiva anticorrupção celebraram a captura de um político que, antes da passagem pelo governo Temer, conseguira cinco mandatos de deputado federal, sempre pelo MDB, e posava de futuro dono da Bahia. Como os redatores de primeiras páginas, os militantes petistas vislumbraram a chance de, finalmente, afirmar aos berros que sobravam casos de polícia também em outros partidos. A sensação de alívio logo seria revogada pela exposição, na internet, do prontuário detalhado de Geddel — e pelas imagens do apartamento cofre.

Na semana passada, o padroeiro dos culpados bilionários presenteou outro lote de bandidos da classe executiva com anulações de provas e devoluções da dinheirama roubada do povo brasileiro

Ganhara o cargo da presidente Dilma Rousseff por ordem do amigo Lula, um entusiasta dos dotes administrativos do político baiano cuja gula por dinheiro lhe valera ainda na juventude o apelido de Jacaré. A admiração se consolidara entre 2007 e 2010, período em que Geddel foi ministro da Integração Nacional do segundo governo Lula. Ao saber que a sumidade nordestina deixaria o primeiro escalão para acabar surrado na disputa pelo governo da Bahia, Lula lamentou a perda nos comícios da campanha eleitoral de 2010. O vídeo abaixo registra um dos capítulos da cerimônia do adeus. “Você foi um cumpridor de tarefa extraordinário”, derrama-se o orador com cara de viúvo inconsolável. “E isso eu tenho ouvido não apenas da minha boca, que viajo com você, mas da companheira Dilma, que conviveu contigo.” O alvo da choradeira capricha na pose de estadista sertanejo, Lula segue em frente. “Eu disse ao Geddel outro dia: ‘É uma pena que você deixa o governo, você poderia continuar no governo pela grandeza do teu trabalho’.”

Não é pouca coisa. Mas não foi tudo. “Eu acho que o Temer deveria pegar os deputados aqui, de todos os partidos, e levar pra ver algumas obras que estão acontecendo no Nordeste brasileiro, pra saber o que que tá acontecendo no Nordeste brasileiro”, patina na redundância o palanque ambulante. Por exemplo, a transposição das águas do Rio São Francisco. “O canal da integração é uma obra que vocês vão perceber por que que Dom Pedro II queria fazer essa obra em 1847, e eu espero que até 2012 a gente conclua ela inteira. Então, Geddel, meus agradecimentos por todo o teu trabalho.” Nenhum deles poderia prever as trapaças da sorte ocorridas antes que terminasse a segunda década do século 21.

YouTube video

Condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, Lula ficou 580 dias encarcerado em Curitiba. Foi resgatado pelo Supremo Tribunal Federal, graças à Lei do CEP inventada por Edson Fachin, e hoje é presidente da República de novo. Em outubro de 2019, Geddel foi condenado a 14 anos e 10 meses de prisão em regime fechado, por lavagem de dinheiro e associação criminosa. Em julho de 2020, o ministro Dias Toffoli, comovido com problemas de saúde do presidiário, socorreu Geddel com a concessão da “prisão domiciliar humanitária”. Somadas as temporadas na Papuda e num presídio em Salvador, foram 1.010 dias.

Hoje em liberdade, pretende disputar algum cargo depois de recuperar os direitos políticos, suspensos até 2025. Já na fase de aquecimento, sonha juntar o MDB e o PT na disputa da prefeitura da capital baiana e, quem sabe, candidatar-se a deputado federal em 2026. “Estou conseguindo sair do vale dos leprosos”, compara. “O Lula também passou pelo xilindró. Ficamos no mesmo hotel. O eleitor decide.” Enquanto ficou na cadeia, manteve a discurseira inverossímil: “Não tenho nada a ver com esse dinheiro”, continuou a recitar. “Nem sei quem é o dono desse apartamento.” As coisas pioraram quando tentou impedir que o ex-deputado Eduardo Cunha, parceiro de tramoias, fechasse um acordo de delação premiada. Só no fim de 2023 resolveu render-se. E passou a garantir que o dinheiro seria usado em mais uma tentativa de eleger-se governador da Bahia, enfim admitiu que era o dono daqueles 51 milhões. Tarde demais.

“Reconheço que o meu grave equívoco foi ter colocado o desejo de chegar ao governo acima de tudo”, diz agora. Conversa fiada. Ele sabe que seu grande erro foi negar a posse da fortuna e recusar a delação premiada, reafirma o que anda fazendo Dias Toffoli. Na semana passada, o padroeiro dos culpados bilionários presenteou outro lote de bandidos da classe executiva com anulações de provas e devoluções da dinheirama roubada do povo brasileiro. Em breve, todos os criminosos confessos terão embolsado os bilhões que se dispuseram a pagar para livrar-se da merecidíssima gaiola. Menos Geddel. Por ter jurado que nem um único e escasso centavo lhe pertencia, ficou mais de mil dias no xadrez e viu evaporar-se uma Mega-Sena acumulada. É inútil fingir que não entendeu que errou a escolha na encruzilhada. Se arrependimento matasse, Geddel Vieira Lima já seria nome de rua em alguma cidade do interior da Bahia.

Geddel Vieira Lima, hoje em liberdade, pretende disputar algum cargo depois de recuperar os direitos políticos, suspensos até 2025 | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Leia também “Coveiros afinados (2)”

30 comentários
  1. elvio zanini
    elvio zanini

    Sòmente Probllemas administrativos da Nação dos Tupin

  2. Artur José Junqueira Póvoa
    Artur José Junqueira Póvoa

    Uma vergonha para o nosso Brasil

  3. Renata Ferro
    Renata Ferro

    Ladeira abaixo

  4. Paiva
    Paiva

    Só no braziu, um bacharel em direito, é ministro da “suprema côrte”.

  5. ELIAS
    ELIAS

    Nem os mais compulsivos corruptos que habitam essa terra de Santa Cruz imaginavam que após a tempestade da lava jato e as sucessivas prisões de companheiros de assalto, o pais se converteria no paraíso de ladrões que é hoje com a ascensão da marginalidade política ao status de heróis regida pelo seu tribunal superior.

  6. Selma Rocha
    Selma Rocha

    Em algum momento isso aqui se tornará um país decente, nos livraremos desses seres abjetos pois a mãe natureza NUNCA FALHA!

  7. Reginaldo Corteletti
    Reginaldo Corteletti

    Brasil da desesperança…

  8. Reginaldo Corteletti
    Reginaldo Corteletti

    Brasil da desesperança…

  9. Ivan Paulo Morais Teixeira
    Ivan Paulo Morais Teixeira

    TEM QUE SER MUITO MAL CARÁTER PARA VOTAR EM UM VERME COMO GEDEL, MAS NO BRASIL TEM PRECEDENTE ELEGERAM LULA.

  10. FERNANDO MARTINS
    FERNANDO MARTINS

    A pergunta que fica, quem de fato porá nos defender? Sendo que a corte e o governo esta tomada pela corrupção. Quem de fato fará justiça nesse Brasil?

  11. Maurílio Ferreira
    Maurílio Ferreira

    E um vagabundo desses ainda pensa em ser alguém na vida pública! Isso só ocorre graças a bandidos fazendo leis no parlamento, os braços do crime organizado julgando, e o chefe da quadrilha governando! Vômito!

  12. Valesca Olavarria dd Pinho
    Valesca Olavarria dd Pinho

    Asco inundou-me …

  13. DONIZETE LOURENCO
    DONIZETE LOURENCO

    O povo precisa voltar às ruas e exercer seu poder.
    É inadmissível que ministros como Moraes e Dias Toffoli continuem cometendo suas arbitrariedades impunemente.

  14. Robson Oliveira Aires
    Robson Oliveira Aires

    Augusto, você é insuperável. Padroeiro dos culpados bilionários é demais. Parabéns.

  15. Fábio Gavião Avelino de Méllo
    Fábio Gavião Avelino de Méllo

    Muito bom comentário do Marco Aurélio . Faço suas as minhas palavras.

  16. Candido Andre Sampaio Toledo Cabral
    Candido Andre Sampaio Toledo Cabral

    Imagine o que esta figura, Geddel Vieira Lima, não fez durante o período na política, na época que o brasileiro não se atentava a política. Roubou demais!

  17. MB
    MB

    Naquele Brasil esperançoso…….

  18. Lucy Pimenta de Lima
    Lucy Pimenta de Lima

    Ficou um gostinho de quero mais. Quando teremos um livro escrito pelo mestre Augusto Nunes?

  19. Marco Aurélio Oliveira De Farias
    Marco Aurélio Oliveira De Farias

    Imaginem se não tivéssemos a Revista Oeste, para nos relembrar tudo o que aconteceu.
    Composta por grandes feras do jornalismo brasileiro. Precisa crescer cada vez mais, para que mais jovens brasileiros, possam ter a capacidade de pensar fora dessa caixa que querem colocar toda a população brasileira.
    Todos, que têm opiniões diferentes dos corruptos, são fascistas, ultra-direitistas, terraplanista e outros adjetivos pejorativos que eles usam contra essa parte da população.
    Mas, sigam em frente com esse trabalho duro pela continuidade da liberdade de expressão em nosso país.

  20. Luiz fernando Chalet ferreira
    Luiz fernando Chalet ferreira

    O Brasil é um covil . Os honestos vivem aqui por erro de CEP

  21. Erasmo Silvestre da Silva
    Erasmo Silvestre da Silva

    Esse Tofolli e esse STF e TSE e esse Gedel e esse Temer e esse Lula e essa Dilma além de ladrões são terroristas. As obras da transposição das águas do Rio São Francisco era uma composição de políticos e empresários ladrões depois que Bolsonaro concluiu, essa corja de hamas brasileiros explodiram os canais e fecharam as comportas. Cadeia pra todos eles é pouco

  22. Daniel BG
    Daniel BG

    Augusto, para não perder o foco e não me enausear, uso da leitura dinâmica para ler o precioso texto até o final. É uma dica para outros leitores tentarem a técnica.

  23. OTNIP M. IAVI
    OTNIP M. IAVI

    O Brasil esta agonizando nas maos do proprio POVO, esta pedindo para ser salvo. O Povo calado, acovardado, com medo da mafia que infiltrou o STF e os outros poderes da Republica. Resgatamos o Brasil ou seremos escravos dos corruptos. NAO EXISTE UMA REVOLUÇAO SEM SANGUE E DOR, QUE O POVO ESCOLHA QUAL SERA O CAMINHO, PORQUE JA CHEGAMOS NO LIMITE DA TOLERANCIA. FICAR A PATRIA LIVRE OU MORRER PARA O BRASIL . ISSO NAO VALE PARA OS MALDITOS MELANCIAS, QUE VIVEM PREOCUPADOS COM O PROPRIO RABO.
    Carta de um Brigadeiro.
    Nunca mais se diga que nossas Forças Armadas nunca perderam uma guerra!
    Hoje perdemos a maior delas!
    Perdemos nossa Coragem!
    Perdemos nossa Honra!
    Perdemos nossa Lealdade!
    Não cumprimos com o nosso Dever!
    Perdemos a nossa Pátria!
    Eu estou com vergonha de ser militar!
    Vergonha de ver que tudo aquilo pelo qual jurei, trabalhei e lutei, foi traído por militares fracos, desleais e covardes, que fugiram do combate, preferindo apoiar quem sempre nos agrediu, sempre nos desrespeitou, sempre nos humilhou e sempre se vangloriou disso, e que ainda brada por aí que não nos quer em sua escolta, por não confiar nos militares das Forças Armadas, e que estas devem ser “colocadas em seu devido lugar”.
    Militares que traíram seu próprio povo, que clamou pela nossa ajuda e que não foi atendido, por estarem os militares da ativa preocupados somente com o seu umbigo, e não com o povo a quem juraram proteger!
    Fomos reduzidos a pó. Viramos farelo.
    Seremos atacados cruelmente e, se reagirmos somente depois disso, estaremos fazendo apenas em causa própria, o que só irá piorar ainda mais as coisas.
    Joguem todas as nossas canções no lixo!
    A partir de hoje, só representam mentiras!
    Como disse Churchill:
    “Entre a guerra e a vergonha, escolhemos a vergonha.”
    E agora teremos a vergonha e a guerra que se seguirá inevitavelmente.
    A guerra seguirá com o povo, com os indígenas, com os caminhoneiros, com o Agronegócio. Todos verão os militares como traidores.
    Segmentos militares certamente os apoiarão. Eu inclusive.
    Generais não serão mais representantes de suas tropas.
    Perderão o respeito dos honestos.
    As tropas se insubordinarão, e com toda razão.
    Os generais pagarão caro por essa deslealdade.
    Esconderam sua covardia, dizendo não ter havido fraude nas urnas.
    Oras! O Exército é que não conseguiu identificar a fraude!
    Mas outros, civis, conseguiram!
    A vaidade prevaleceu no Exército e no seu Centro de Guerra Cibernética. Não foram, mais uma vez, humildes o suficiente para reconhecer suas falhas. Prevaleceu o marketing e a defesa de sua imagem. Perderam, Manés!
    E o que dizer da parcialidade escancarada do TSE e do STF, que além de privilegiarem um candidato, acabam por prender inconstitucionalmente políticos, jornalistas, indígenas, humoristas e mesmo pessoas comuns, simplesmente por apoiar temas de direita, sem sequer lhes informar o crime cometido ou oportunidade de defesa? Isso não conta? Isso não aconteceu?
    E a intromissão em assuntos do Executivo e do Legislativo?
    Isso também não aconteceu?
    Onde está a defesa dos poderes constitucionais?
    Onde estão aqueles que bradaram que não bateriam continência a um ladrão?
    Será que os generais são incapazes de enxergar que, validando esta eleição, mesmo com o descumprimento de ordem de entrega dos códigos-fonte, valida-se também esse mesmo método, não só para todas as próximas eleições, para o que quer que seja, perpetuando a bandidagem no poder, assim como corrompendo futuros plebiscitos e decisões populares para aprovar/reprovar qualquer grande projeto de interesse da criminalidade?
    NÃO HAVERÁ MAIS ELEIÇÕES HONESTAS!
    A bandidagem governará impune, e as Forças Armadas, assim como já ocorre com a Polícia Federal, serão vistas como cães de guarda que asseguram o governo ditatorial.
    O povo nunca perdoou os traidores nem os burros.
    Não vai ser agora que irão.
    Ah, sim, generais:
    Entrarão para a História!
    Pela mesma porta que entrou Calabar.
    QUE VERGONHA!
    Assina:
    Brigadeiro Eduardo Serra Negra Camerini

  24. Antonio Carlos Neves
    Antonio Carlos Neves

    Augusto muito bom teu artigo e lembro que o colega de Ministério que o denunciou foi um tal de Marcelo Calero atual deputado federal, que naquela altura parecia fazer parte do grupo que queria derrubar o presidente Temer e não exatamente Geddel. Lembro ainda que esse Marcelo disse que amigos da PF disseram para gravar conversas de Geddel, e pasmem, indignado pediu demissão do cargo de Ministro da Cultura ao presidente Temer por telefone e gravando a ligação. Deveria ser um escândalo o advogado, diplomata Marcelo gravar uma conversa que estava tendo com o presidente seguramente para “pescar” algum desvio do presidente.
    Se lembrarmos que a seguir surgiu aquela famosa, fajuta e forjada DELAÇÃO PREMIADÍSSIMA do quarteto JANOT/JOESLEY/FACHIN e GLOBO contra o presidente Temer, podemos concluir que já naquela altura tinham os vingadores da Dilma para derrubar Temer? Lembro ainda que Barroso defendeu ardorosamente no STF essa fajuta delação, e a seguir perseguiu o PMDB e indiretamente o presidente naquela INQUERITO dos PORTOS , prorrogando as investigações da PF por 4 vezes.
    Augusto, penso que esse assunto da perseguição ao presidente Temer, poderia dar um excelente artigo, lembrando que Temer só não renunciou porque tinha excelente articulação no Congresso e notável saber da Constituição Federal. Lamentavelmente Temer não consegue apoiar Bolsonaro que enfrenta desde 2019 perseguições semelhantes do STF, especialmente do ministro Alexandre de Moraes que ele indicou.

  25. JOSE ROBERTO CARRARA
    JOSE ROBERTO CARRARA

    e esse inominável ministro, não vale um vintem,,,,,,

  26. Luzia Helena Lacerda Nunes Da Silva
    Luzia Helena Lacerda Nunes Da Silva

    PERFIL DE UM JACARÉ parece nome de livro infantil, mas é de terror para adultos.

  27. Luzia Helena Lacerda Nunes Da Silva
    Luzia Helena Lacerda Nunes Da Silva

    PERFIL DE UM JACARÉ parece nome de livro infantil, mas é de terror para adultos.

  28. Luzia Helena Lacerda Nunes Da Silva
    Luzia Helena Lacerda Nunes Da Silva

    PERFIL DE UM JACARÉ parece nome de livro infantil, mas é de terror para adultos.

  29. Indignado
    Indignado

    E não é improvável que seja eleito esse escroque.

  30. Jamil Halle Najm
    Jamil Halle Najm

    O crime no Brasil compensa ou não compensa?

Anterior:
Carta ao Leitor — Edição 222
quebra cabeça, Brasil, China. Edição 222 Próximo:
Big Brother Supremo
Newsletter

Seja o primeiro a saber sobre notícias, acontecimentos e eventos semanais no seu e-mail.