Retrato 3×4 (não autorizado) de José Dirceu

O colecionador de fiascos agora planeja o Brasil socialista que virá com o fim da pandemia

José Dirceu de Oliveira e Silva, o mineiro de Passa Quatro que virou líder do movimento estudantil paulista em 1968 e provocou num único dia a prisão de mais de mil militantes, o impetuoso guerrilheiro diplomado em Cuba com o codinome Daniel que nunca disparou balas de verdade, o intrépido revolucionário que remodelou o nariz, fantasiou-se de comerciante de gado, falsificou a carteira de identidade e passou cinco anos escondido no interior do Paraná, o capitão do time de Lula que seria expulso de campo por ladroagem, o consultor conhecido como Jay Dee que enriqueceu como facilitador de negociatas, o Guerreiro do Povo Brasileiro aclamado só pelas plateias amestradas do PT — ele mesmo, o Zé Dirceu velho de guerra resolveu dar um jeito na pandemia que anda assustando o Brasil. Boa notícia para o vírus chinês. Faz quase 60 anos que Zé Dirceu sai derrotado de todas as brigas que arruma, quebra a cara em qualquer barulho que se meta.

O formidável acervo de fiascos foi inaugurado em 1968, quando o jovem presidente da filial paulista da União Nacional dos Estudantes resolveu tornar mais romântica e emocionante a missão que lhe fora encomendada no ano anterior: organizar o 30º Congresso da UNE. De cara, ele resolveu que o encontro seria clandestino. Cabeças menos confusas ponderaram que talvez fosse mais sensato realizar o evento no câmpus da USP e à vista de todos. Embora o congresso fosse proibido, argumentaram, a polícia hesitaria em invadir a universidade diante da multidão de testemunhas. Dirceu bateu o pé e pisou no acelerador: os mais de mil participantes se reuniriam numa fazenda nos arredores de Ibiúna, município a 90 quilômetros de São Paulo com menos de 10 mil habitantes. Até os cegos da cidadezinha contemplaram com estranheza a passagem da procissão de forasteiros, quase todos cobertos com um poncho. O adereço cucaracha foi a salvação da lavoura.

O planejador do congresso não examinara com a devida atenção detalhes relevantes. Se fizesse uma visita prévia à fazenda, Dirceu saberia que não havia acomodações para mais de 200 pessoas. Se conferisse os boletins meteorológicos, descobriria que andava chovendo muito por lá — e mais ainda choveria ao longo dos três dias de discurseiras e deliberações. Na primeira noite, centenas de jovens pouco familiarizados com as coisas do campo tentaram dormir ao relento, estendidos sobre o terreno enlameado, com o poncho improvisado em cobertor e cobertura. Na hora da alvorada, a turma da logística constatou que esquecera de providenciar mantimentos básicos. Dirceu mandou um ordenança encomendar 1.200 pães por manhã a um padeiro que nunca fora além dos 300 por dia. Intrigado, o padeiro procurou o delegado, que telefonou para o superior hierárquico, que alertou o comandante da Polícia Militar, que repassou o aviso ao secretário de Segurança Pública. E todo mundo acabou na cadeia.

Foi a primeira das três temporadas na prisão. Com tempo de sobra, Dirceu planejou o Brasil comunista com a mesma segurança exibida na entrevista em que explicou como será o Brasil pós-coronavírus. Poucas semanas de isolamento social bastaram para concluir que a vitória sobre o coronavírus é iminente. Antes de mais nada, aliás, o país precisa reconhecer que só venceu a covid-19 porque Lula criou o SUS, a educação pública e gratuita, a merenda escolar, a Previdência e os bancos públicos, fora o resto. Tudo somado, a nação deve a um ex-presidiário a montagem do que Dirceu chama de “Estado de bem-estar social”. Feita a constatação, ele revela os dois itens da receita para liquidar a crise: calote da dívida externa e congelamento da dívida interna. Então chegaria a hora de rediscutir o capitalismo. “O Brasil é rico, desenvolvido”, anima-se o chefe da quadrilha do Mensalão. O xis da questão está na estrutura tributária, no sistema financeiro bancário e na escandalosa concentração de renda. “É preciso uma revolução social no Brasil”, recita o incansável lutador. “É preciso rediscutir o capitalismo e repensar a forma de organização da vida.” Tradução: é preciso modernizar o país com a instauração de uma ditadura socialista.

Socialismo, como ensina a esquerda do País do Carnaval desde sempre, é o comunismo que não ousa dizer seu nome.

E enxergar o Mundo Novo numa velharia morta no parto e sepultada nos escombros da União Soviética é o que Dirceu já fazia na cadeia onde mofou entre outubro de 1968, no desfecho do Woodstock sem cantoria em Ibiúna, e setembro de 1969, quando foi incluído no grupo de prisioneiros libertados em troca da sobrevivência do embaixador americano Charles Elbrick, sequestrado no Rio por organizações partidárias da luta armada. Primeiro, o combatente cansado do ócio na gaiola foi descansar na França. Empunhou taças de vinho nos bistrôs de Paris até decidir matricular-se no cursinho de guerrilheiro em Cuba. Em Havana, o esforçado calouro Daniel aprendeu a simular combates na cidade e no campo com fuzis de segunda mão e balas de festim, submeteu-se a uma cirurgia para ficar com o nariz adunco e declarou-se pronto para derrubar a tiros o regime militar. Na primeira metade dos anos 70, voltou ao Brasil para matar ou morrer numa guerrilha rural que sucumbiu antes do nascimento.

Ao ver que a guerra revolucionária era mais feia do que imaginara, Dirceu optou pela guerra conjugal. Em vez de trocar chumbo no campo, achou mais prudente trocar alianças em Cruzeiro do Oeste. Apareceu na cidade paranaense com o nome de Carlos Henrique Gouveia de Mello, casou-se com a dona da melhor butique do lugar e entrincheirou-se por trás da caixa registradora do Magazine do Homem. Só saía do esconderijo para esconder-se em casa ou dar pancadas em bolas de sinuca no bar da esquina. Ganhou o apelido de Pedro Caroço, aquele personagem de música que vivia de olho na butique dela. Só em 1979, quando a anistia foi decretada, a mulher com quem tivera um filho cinco anos antes soube que vivera ao lado do combatente comunista menos combativo de todos os tempos. Livre de perigos, livrou-se da família, afilou o nariz com outra cirurgia plástica e foi para São Paulo ajudar a fundar o PT.

Antes de ameaçar São Paulo com a fracassada candidatura a governador, governou as bancadas do PT na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados. Em 2003, depois de coordenar a campanha presidencial, virou chefe da Casa Civil, foi promovido a capitão do time de Lula e acreditou que, ao fim de oito anos, seria o que Dilma Rousseff foi. Mandou e desmandou até a explosão do escândalo protagonizado por Valdomiro Diniz, o amigo vigarista com quem dividiu um apartamento em Brasília antes de nomeá-lo assessor para Assuntos Parlamentares da Casa Civil. Em 2005, afundado no escândalo do Mensalão, foi despejado do gabinete no Planalto. Prometeu lutar no Planalto e na planície, mobilizando a companheirada dos “movimentos sociais”. Conseguiu ser cassado por uma Câmara dos Deputados que não pune sequer serial killer de filme norte-americano.

Desempregado, descobriu que nascera para prosperar como traficante de influência e facilitador de negócios urdidos por capitalistas selvagens.

Em 2012, condenado pelas bandalheiras do Mensalão, entrou no presídio erguendo o braço esquerdo com o punho cerrado enquanto uns gatos-pingados saudavam o guerreiro do povo brasileiro. Saiu da gaiola pronto para retomar a vida bandida como oficial graduado da tropa de ladrões multipartidários que compôs o maior esquema corrupto da história. Enjaulado de novo pelo que fez na quadrilha do Petrolão, recuperou o direito de ir e vir graças à usina de habeas corpus gerenciada pelo ministro Gilmar Mendes. Com mais de trinta anos a cumprir, o isolamento social o alcançou desfrutando da prisão domiciliar. A milhagem da tornozeleira que deveria usar não chega a 100 passadas. Para quem já se qualificou de “cadeiero”, o confinamento imposto pelo vírus chinês é tão penoso quanto uma caminhada de 50 metros para maratonistas.

Aos 75 anos, o homem que poderia ter sido e não foi tanta coisa perdeu todas, perdeu quase tudo, mas não perdeu a pose. “Tenho uma biografia a preservar”, vive recitando. Como também colecionou casamentos, deve-se deduzir que de vez em quando alguma mulher enxerga uma biografia a preservar no alentado prontuário a esconder. Como sabem disso todos os brasileiros com mais de 40 neurônios, poucos leitores desavisados perderam tempo com o livro de memórias, lançado meses atrás, que oculta as derrotas sofridas por um perdedor vocacional e os crimes cometidos pelo meliante sem remédio. O livro vale tanto quanto o autor: nada.

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71 comentários Ver comentários

  1. RSRSRSR
    Augusto esta não é uma descrição biográfica, é um enredo de comédia (ou tragédia. difícil falar). simplesmente não consegui me segurar sem dar gargalhadas. Só no Brasil alguém pode levar um sujeito como Zé Dirceu a sério!

  2. Bravíssimo, caro Augusto! Uma aula com muito humor sobre essa abjeta figura da esquerda caricata. Plagiando Bob Jefferson, Dirceu faz aflorar na gente os sentimentos mais primitivos, é impossível não detestá-lo.

  3. De rir gostoso.Frases irônicas,bem humoradas e devastadoras,como usava Paulo Francis.De fazer cópia e mandar para militante do PT.Um sarro!Como faz minha filha:kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  4. Parabéns Augusto! Como sempre texto impecável, aliás, esse lixo JD deveria estar apodrecendo na cadeia, mas infelizmente temos o STF para dar guarida a esse bandido.
    Embora fora do contexto desse artigo, fica aqui minha cobrança do seu comentário sobre o nosso governador “Dória/ Traíra”; das poucas vezes que o ouvi (te assisto na JP todos os dias), percebo que vc. o poupa sobremaneira de qualquer crítica mais contundente. Estou estranhando o fato, isso, porque te acompanho há muitos anos, sei que vc. prega a isenção e não adota “políticos de estimação”. Corrija ai Augusto…o Dória não merece isso … o cara já provou que é um engodo de governador; está acabando com o nosso estado.

    1. Concordo com vc, Luiz José. Tb sou fã de carteirinha do Augusto, não perco o Pingos nos Is, e tenho notado q o nosso amigo tem passado pano p/ o calhorda Doria. Dias atrás o Augusto deu uma escorregada e falou q era muito forte chamar o bailarino saltitante de ditador (ele é não apenas ditador, como tb um grande traidor). Achei esquisito. Se ele é amigo do Doria, paciência, então é melhor nem tocar no nome dele p/ não correr o risco de manchar sua reputação.

  5. ;Esquecer o passado é arriscar-se a cometer os mesmos erros no futuro, disse alguém. Augusto Nunes é um jornalista exemplar, com redação primorosa e de agradável leitura.

  6. Excelente AN.
    O pior é saber que ainda ‘existem muitos a enxergar uma biografia onde se tem um prontuário a esconder’. Se o Brasil fosse sério, esse louco estaria cumprindo suas penas, ao invés de conspirar contra o Brasil que presta.

  7. Sobre o cara acima que falou em assunto fora de época, vale lembrar que quem nao conhece a história corre o risco de vê-la repetir-se…Augusto Nunes: vc vale a assinatura desta revista que fiz hoje!! Timaço….

  8. Dizem por aí que o “Comitê Comunista Global” está P da vida com tanta incompetência da esquerda do Brasil: chegaram ao cobiçado poder, ficaram lá por quase 20 anos e só fizeram porcaria: nada de avanço social + muita corrupção + pactos burros com a elite política parasita + não cooptaram os militares + não mudaram a cultura conservadora do povo, e por aí vai…
    Saíram enxotados e não devem voltar nunca mais!
    Que fiquem espertos, pois o pessoal lá não é flor que se cheire .

  9. Seria exigir demais uma associação esclarecedora? Não penso que Zé Dirceu seja o “capo”. Tbm está à serviço. Nem Sarney ou FHC, q tbm foram protagonistas, sào menores que esse pateta estudantil. Vc tem me surpreendido pela clareza de idéias, como o Caio, o Coppola. Façamos uma reedição. Falemos sobre Fernando Bezerra e Ailton Lyra. Falemos sobre a impossibillidade de assumirem as presidências. Falemos sobre a primavera, onde a prisão em segunda instância se associará ao FIM DO FORO PRIVILEGIADO. O povinho classe média está sedento de poder.

  10. Bravo, Augusto Nunes! Perfeito!
    Em poucas e concisas palavras, você desnudou a segunda maior farsa da esquerda brasileira! A primeira, Lula da Silva, caiu há tempos com sua capacidade de desmascarar corruptos de carteirinha!

  11. Chance de eu ler o livro de memórias desse sujeito: zero. Não tenho o menor interesse em aprender sobre o mundo dos criminosos. Seria melhor ele ler as minhas memórias para aprender sobre o mundo das pessoas honestas.

  12. Quem é, afinal, Zé Dirceu? Será realmente um trapalhão? Se for, como bem retratado por Augusto Nunes, é, de fato, alguém muito perigoso, porque esse tipo de gente, não raro, causa desastres danosos à Sociedade. Vejam os casos do Bandido da Luz Vermelha, os “garotos”assassinos que invadiram a escola em Suzana, o goleiro Bruno, etc.

  13. perfeito .. este cara precisa ser desenhado como ovo poder que é e marcado na memoria da história sob a luz da verdade. è mais um cancer a ser estirpado de vez e seu lugar é apodrecendo na cadeia ! Augusto, voce escreve que é uma delicia !!!!! Coitados dos tolos que cham que o assunto é fora de moda ! Os comunistas não desistem porque não tem outra coisa pra fazer ..

  14. Ótimo texto! Vale sempre recordar estes assuntos para que os idiotas úteis entendam o quanto fomos enganados e que ainda existem canalhas similares na política arquitetando planos maliciosos, mormente neste momento de pandemia. Olho vivo!

  15. Parabéns, Augusto, adoro seus textos! Você é um verdadeiro Jornalista!
    Digno, honesto, correto, competente. Sou sua fã de carteirinha há décadas!

  16. Muito bom, Nunes. Certas figuras, certos fatos não podem ser esquecidos ainda mais no Brasil onde qualquer mequetrefe consegue ser protagonista de um grande “…ão”.

  17. Texto perfeito, um show de jornalismo. Só me intrigou vc falar do Ze Dirceu agora. Com golpe previsto/em construcao por Maia, Alcolumbre, Toffoli, não me espantaria se ele tem alguma ligação com isto. Vamos aguardar.

    1. Se o artigo fosse uma história de ficção, já valeria a pena pelo brilhante texto e as boas rizadas ao ler os feitos de um comunista patético. Mas, infelizmente, se tratando do meliante Zé Dirceu, a história é real e sempre atual.

  18. Falar de militante quadrilheiro corrupto condenado nunca é fora de época. Eles estão sempre a nossa espreita esperando um pequeno deslize, uma pequena brecha, para encampar seu discurso sórdido e demagógico.
    Não poderia ser mais atual, e pertinente, lembrar desse rato, que espera que caiamos todos no buraco para oferecer soluções populistas a uma multidão de famintos.

  19. Augusto, ah, você esqueceu-se da fase principal desse boçal-mor: “É uma questão de tempo pra gente tomar o poder. Aí nós vamos tomar o poder, que é diferente de ganhar uma eleição”
    é bom não se esquecer dessas ratazanas…não vamos ficar de olho só nas neo-ratazanas, mas nas antigas também…na primeira oportunidade elas nos batem a carteira…

  20. Assunto sempre atual, pois este sujeito não está morto e sempre foi o cabeça para fazer o molusco chegar onde chegou. Precisamos acompanhar seus passos, pois sempre sai coisa ruim por onde anda.

  21. é bom recordar… aliás, tenho um amigo jornalista aí do interior de SP, que fez uma matéria sobre aquele encontro de estudantes que vc relatou no início. Tenho até cópia.

    1. Augusto, Bravo! Colocando o meliante no seu devido lugar com a medíocre biografia. Os vários governos militares poderiam ter nos poupado da presença desse guerrilheiro de m…

  22. Caro Augusto, seus artigos são simplesmente irretocáveis. E na maioria das vezes muito divertidos.
    Essa sua capacidade deve ser usada para nos contar sobre diversas outras figuras.
    Aqui vai uma listinha de nomes como sugestão:
    Gleisi Hoffman, Jacques Wagner, Humberto Costa, Fernando Pimentel, Tarso Genro, Flávio Dino, Ciro Gomes… a lista é tão grande que vai levar uns 10 anos se a cada semana você dedicar seu tempo para cada um.

    1. Maestria!
      Condizente com a atual situação vivenciada pelo brasileiro!
      Mas como vc mesmo diz em seus boletins, pra esses vigaristas comunistas que vira e mexe armam contra a democracia, “a verdade sempre aparece e prevalece”
      Um mantra que aprendi contigo Augusto

  23. Radiografia perfeita de um comunista que deu errado, mas vive vangloriando dos seus feitos, mas devemos ter vivo na lembrança, pois a qualquer momento pode ressurgir das catacumbas com o beneplácito dos seus cupichas empoleirados nos poderes da República.

    1. Mestre Augusto Nunes sempre impecável na descrição de um como tantos outros petistas ladrões do povo brasileiro. Guerreiro nada! Ladrão do povo brasileiro.

      1. Augusto Nunes, o assunto é atualíssimo, dado que o zé continua parecendo a dona do bordel, que de vez em quando aparece e faz pose de vestal. Parida, naturalmente!

      2. Texto perfeito, Augusto. Criativo até não mais poder. Parabéns.

    1. Esse rato está mais vivo do que nunca. E é didático não nos esquecermos o que ele causou ao país com a sua megalomania esquerdopata, aliada a sua incompetência corrupta. Que não nos esqueçamos dos inimigos do país

      1. Sinto asco desse sujeito. Prefiro nem comentar.

    2. Contar a verdade sobre as andanças de um dos maiores crápulas que o Brasil já teve, não é, nunca foi, nem nunca será assunto fora de época.

    3. Alberto
      Não so atual , como brilhante o que Augusto fala e escreve.
      Lembre que quem nao conhece e guarda o passado , esta condenado a não ter futuro.
      Fora de época e vc.

    1. O Brasileiro não tem história, não tem memória, muitos são lobotomizados permanecendo só as partes do cérebro usadas para suas necessidades instintivas… faço esses comentários pq foi logo ali, em mandatos anteriores, que comunistas estiverem no poder, mas que alguns leitores já querem esquecer, argumentando que Augusto Nunes está fora de época. Ah, quanta insensatez e inocência que contém um comentário desse. Caso não aprecie a notícia em si, se deleite, ao menos, pelo texto absurdamente bem escrito e recolha sua ignorância quanto antes ou continue comentários demostrando seu desprezo pela história. Sem história, repetimos os erros. Fica a dica!

      1. Seremos doravante “tuaregs”, sem estratégias de recuo. É isto aí. Nas próximas eleições p substituídos em fev nas presidências do CONGRESSO, já eliminados Fernando Bezerra e Ailton Lyra. APRESENTEM NOMES. Sabermos andar nas RUAS e praças é o nosso maior valor.

      2. Espetacular! Como escreve bem esse Agusto Nunes, hein?! Obrigado Augusto Nunes por não nos deixar esquecer esse Zé Direceu fracassado com pose de vitorioso.

      3. Show, até que enfim alguém colocou o bandido no lugar que ele merece.

    2. Engana-te garoto. Fátima Bezerra, 1 dos grandes baluartes da “resistência” delegada a Andrade anunciar, minutos antes do malogro resultado, abriga o crápula que cuspiu nos votos dos cegos brasileiros, como eu , ao afirmar: PERDEMOS AS ELEIÇÕES, mas nunca o PODER.
      Ñ subestime quem está à mando do “mecanismo”. NUNCA

    3. Em se tratando dessa ESQUERDALHADA PODRE, nunca é assunto fora de época, porque são piores que crianças endiabradas, quando em silêncio, pode-se saber estarem aprontando alguma; mesmo sendo perdedores, atrapalham nossas vidas nas quais desejamos, paz, trabalho, segurança pras nossas famílias, ordem, saúde e educação. Só. Mas que insistem em prejudicar.


  24. O Zé Guerrilhote trapalhão
    Até no roubar foi trapalhão
    Bancado por Lula e suas trapalhadas

    Perdeu até para Dilma, a trapalhona
    Foi preso. Livrado por outros trapalhões

    Socialista atrapalhado
    Tem nos militantes trapalhões
    Força, punhos cerrados e trapalhices


    No país do casuísmo qualquer semelhança é mera coincidência.

    1. LÚCIDO comentário, à altura do AUGUSTO. Se tudo der errado, lançam Nélson Jobim como PRIMEIRO ministro do parlamentarismo branco.

      1. Artigo primoroso do nosso grande Augusto Nunes sobre o dos maiores corruptos do mundo. Quem quer conhecer de verdade a vida deste larápio recomendo este artigo isso já basta. Leitura imperdível.

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