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Os novos senhores do mundo

Os gigantes da tecnologia censuram Trump, fazem o que bem entendem e exercem um poder global desmedido. Isso é justo?

Na edição de 26 de junho de 2020 da Revista Oeste, iniciei meu artigo daquela semana falando sobre o famoso romance distópico de George Orwell, 1984. Ainda estávamos no meio da pandemia, num momento em que não tínhamos certeza de seu caminho e de sua letalidade. Comentei em meu texto que os tempos eram estranhos e o mundo atravessava dias bizarros que poderiam facilmente ter saído das páginas do livro publicado em 1949. Argumentei que as sociedades modernas estão se tornando cada vez mais parecidas com o que foi descrito na obra de Orwell: na vigilância em massa, no uso incessante de propaganda, na guerra cultural perpétua e no culto à personalidade que cerca líderes políticos e ativistas. Finalizei o primeiro parágrafo dizendo que o romance de Orwell é presciente de várias maneiras. Mas eu mal sabia que 2021 seria, na verdade, mais próximo ainda de 1984.

Naquele artigo, mencionei a quebradeira protagonizada por vândalos e terroristas domésticos do Black Lives Matter e do Antifa, as turbas violentas que derrubaram estátuas, demonizaram forças policiais e sequestraram pautas pertinentes para projetos de poder político — sintomas que já demonstravam um tipo de totalitarismo que George Orwell satirizou. Jamais poderíamos imaginar que o que vivemos em 2020 seguiria com força avassaladora agora em 2021.

Nesta semana, logo após o banimento do presidente norte-americano Donald Trump do Twitter, muitas plataformas digitais seguiram a rede social de Jack Dorsey e entraram em transe virtual, degolando virtualmente o homem malcriado e sem papas na língua, o maior vilão depois de Hitler, de acordo com todos eles. Donald Trump tem sido uma figura controversa em seus quatro anos de administração, com um discurso inflamado e muitas vezes desafiador, mas é justo — ou correto — banir alguém do debate público por não concordar com suas ideias ou sua retórica?

Em seu discurso no dia 6 de janeiro em Washington, Trump teria incitado a multidão a agir com violência e invadir o Capitólio. Mas basta uma rápida lida na transcrição do que foi dito pelo presidente para percebermos que a narrativa — mais uma vez — é exagerada e não condiz com o que foi, de fato, dito. “Viemos exigir que o Congresso faça a coisa certa e conte apenas os eleitores que foram legalmente indicados. Sei que todos aqui logo estarão marchando para o prédio do Capitólio para fazer ouvir sua voz de forma pacífica e patriótica. Hoje veremos se os republicanos são fortes pela integridade de nossas eleições, se eles são fortes ou não por nosso país.”

Mas não foram apenas as plataformas que usaram o evento para cancelar Trump do mundo virtual. Os democratas, que há quatro anos empurram várias tentativas de impeachment contra o presidente, também usaram o discurso para fazer passar mais um impeachment na Câmara — que não chegará ao Senado antes da posse de Joe Biden. Os artigos do novo impeachment acusam Trump de, entre outras coisas, “incitação à insurreição”. Se Trump é culpado de “incitamento”, então metade dos democratas no Congresso também o é. Nancy Pelosi e outros democratas estão, convenientemente, concentrando-se na retórica sempre inflamada de Trump aos que o ouviam quando ele disse que deviam “lutar como o inferno por seu país” (fight like hell for your country). Logo depois, ele convidou os apoiadores a “descer a Avenida Pensilvânia” e “dar [aos republicanos] o tipo de orgulho e ousadia de que precisam para retomar nosso país”. A palavra “pacificamente” foi excluída de qualquer conversa, debate e até mesmo do processo. Oh, details.

É preciso praticar todos os tipos de ginástica mental para fingir que “lutar como o inferno” é tudo menos uma figura de linguagem muito comum. O senador democrata Richard Blumenthal disse que “lutaria como o inferno” contra o então nomeado de Trump para a Suprema Corte, Brett Kavanaugh. Alguém imaginou que ele pretendia se envolver literalmente em brigas de socos no plenário do Senado? Democratas disseram palavras bastante inflamadas ao longo do ano de 2020 em relação aos protestos do BLM e do Antifa, e nada, absolutamente nada, foi condenado por nenhum de seus pares — tampouco esses personagens do cenário público foram banidos de toda a existência virtual.

Dois dias após a eleição de 2020, a comediante Kathy Griffin retuitou a famosa foto dela segurando um objeto que parecia a cabeça ensanguentada de um Donald Trump decapitado. No início do ano passado, o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, tuitou um apelo a seus seguidores para destruir Israel. Ambos os tuítes foram aprovados pelo Twitter, mas o bufão laranja não escapou das garras da censura dos juízes de 20 e poucos anos da plataforma em São Francisco. Eles, em um comunicado oficial, declararam que, “devido ao risco de mais incitação à violência”, Donald J. Trump, com 85 milhões de seguidores, estava deletado do mundo virtual indefinidamente.

Wall Street, Hollywood e a mídia estão do lado dos cartéis bilionários da tecnologia

Quais são os novos padrões que agora fazem com que uma conta de mídia social seja cancelada? A cantora Madonna foi banida das redes sociais depois da posse de Trump, em 2017, ao expressar o desejo de explodir a Casa Branca com a família Trump nela? É verdade, Trump deu uma oportunidade a seus chacais quando alguns apoiadores vandalizaram o Capitólio. Mas a verdadeira razão é que a esquerda há muito tempo está faminta de restringir o discurso daqueles que se opõem a suas pautas de gênero e engenharia social. E a semana passada ofereceu ao “clube da ética”, expressão usada por nosso magistral colunista Guilherme Fiuza, o tipo de crise perfeita que seus integrantes entenderam que nunca deveria ser desperdiçado.

O mercado e a população reagiram diante de bizarro autoritarismo. Conservadores e liberais tentaram migrar para a rede Parler, mas o aplicativo para smartphones já havia sido excluído das lojas digitais da Apple e do Google e o contrato de hospedagem de dados na nuvem foi cancelado pela Amazon. Puf. Em menos de 30 horas, 13 milhões de usuários viraram pó.

A estratégia, hoje encampada abertamente pelas Big Techs, não é apenas ver um Trump derrotado, em fuga e sem controle do governo. Os gigantes da tecnologia não pretendem somente humilhar alguém que bateu de frente com o deep state e expôs o conluio de políticos com o capital privado de democratas e republicanos. Eles querem também restringir a capacidade de organização de seus oponentes. Calar Donald Trump não é suficiente. É preciso calar todo o movimento conservador e liberal por ele capitaneado, e exterminar a nova cara que ele deu ao Partido Republicano, com clara e direta conexão com a classe trabalhadora por meio de políticas públicas eficientes.

E aqueles que defendem a ideia de que essas plataformas são empresas privadas e “podem fazer o que bem entenderem”? Nós, brasileiros, pudemos testemunhar em nossa história recente o capital privado em conluio com o Estado de maneira nada republicana. Assistimos aos “campeões nacionais” aproveitando-se do suado dinheiro do contribuinte em operações casadas — e corruptas — com o poder estatal para o enriquecimento e o fortalecimento de monopólios.

Nos EUA, há mais de um século, ferrovias, telégrafos e a indústria de petróleo e energia criaram enormes monopólios. Junto com esse movimento, também produziram cartéis integrados. Então, usaram seus enormes lucros para dar presentes a políticos, controlar informações e destruir a competição. Muitos historiadores e economistas liberais norte-americanos comparam essas operações a polvos, cujos tentáculos estrangulam a liberdade e a honesta competição do livre mercado. Em reação, leis antitruste foram aprovadas e monopólios foram quebrados depois do Sherman Antitrust Act, de 1890.

Para os libertários mais inflamados, completamente avessos a quebras de monopólio com as leis antitruste, mesmo quando atropeladas por cartéis (e, aqui, as plataformas infringem diariamente a Seção 230 da Lei de Comunicações dos EUA — CDA), o próprio Murray Rothbard, economista da escola austríaca, afirma em seu livro Esquerda e Direita que o Estado interventor norte-americano não teria nascido com o New Deal, mas bem antes, na Era Progressista. Surpreendentemente, essa intervenção não teve origem por imposição de socialistas e comunistas, mas pelo interesse de grandes empresários na proteção estatal contra o laissez-faire. Teriam sido eles, e não os militantes socialistas, os grandes responsáveis pelo recuo do livre mercado nos Estados Unidos.

Há uma discussão pertinente em torno do assunto “leis antitruste”. E aqui, na Revista Oeste, jamais defenderemos mais intervenção do Estado e mais regulações. Jamais. No entanto, não pisamos atualmente em solo fértil, pronto para receber sangue e suor daqueles que ainda acreditam no American Dream. O que está diante de nossos olhos é um cenário em que políticos progressistas, Wall Street, Hollywood e a própria mídia estão todos do lado dos cartéis bilionários da tecnologia. A parceria com as Big Techs é politicamente útil e financeiramente lucrativa. Empresas que financiam campanhas políticas por todo o país para que legisladores eleitos com dinheiro delas aprovem leis que as favoreçam sempre.

Uma rápida olhada nos dados de financiamento de campanhas mostra que as contribuições de donos e funcionários das empresas de tecnologia foram em grande parte para Joe Biden. Funcionários da Alphabet, Amazon, Apple, Facebook, Microsoft e Oracle contribuíram com quase 20 vezes mais dinheiro para Biden do que para Trump desde o início de 2019. Oito pessoas do novo Comitê de Transição de Joe Biden estavam até pouco tempo atrás trabalhando para a cúpula de Mark Zuckerberg, dono do Facebook. De acordo com a Open Secrets, Alphabet, Microsoft, Amazon, Facebook e Apple respondem por cinco dos sete maiores doadores da campanha de Biden em 2019 e 2020.

Esse é o verdadeiro cenário de um oligopólio criado com o uso do Estado como agente de informação. É o retrato da América de hoje, onde uma pergunta é insistente — e proibida de ser feita: “Isso é livre mercado?”. A sensação é que os valores dos monopólios ferroviários e de petróleo do século 19 estão de volta, casados com o totalitarismo esquerdista do século 20 de George Orwell que lemos em 1984, e agora muito bem estruturados e alimentados pelo alcance instantâneo da internet do século 21.

Tudo é muito assustador, principalmente para uma nação que tem como um de seus pilares a liberdade de expressão aliada ao respeito às leis. No livro The Fourth Turning, de William Strauss e Neil Howe, somos instigados a analisar como a história mostra que sociedades ao longo de décadas com frequência trazem características muito parecidas, e como eventos distintos em épocas diferentes trazem ciclos similares. Depois de vermos os novos revolucionários jacobinos tentando amordaçar quem ousasse questionar os caminhos que o vírus chinês impôs, não me espantaria que os Robespierres que comandam a “nova revolução” e o que pode ser falado, ouvido e propagado acabem guilhotinados por seus pares.

Leia também a matéria “14 questões sobre o poder das Big Techs”

 

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27 comentários

    1. Ana, depois desse artigo terei que parar o libro estava lendo e correr pra pegar na estante 1984!
      Parabéns diva!!
      Canso dessa hipocrisia da esquerda, eles não se medem??
      Ana, Você me representa!

      1. Parabéns Ana. Mais sucinto e claro é impossível. Obrigado.

    2. No meu ponto de vista, acho impossível desarmar a população dos EUA, tendo em vista a segunda emenda da Constituição, e a tradição do povo americano de portar armas para se defender. Outro fator importante na sociedade americana é a história de participações em guerras, desde a guerra Civil, tornando um povo que dificilmente se entrega às dificuldades.

  1. A resposta mais imediata e eficaz contra a tirania das big techs é a descapitalização.
    Como qualquer empresa, a falta de dinheiro entrando vai operar milagres na mentalidade desses tiranetes de jardim da infância dos floquinhos de neve.
    Não devemos somente sair das redes mais tirânicas, mas evitar visualizar seus anúncios, comprar qualquer produto lá veiculado.
    Mover o dinheiro para outras mídias e redes mais abertas.
    Censura digital se combate com diversificação.

  2. Sensação de impotência total diante dessa realidade tão bem descrita no seu artigo. O jeito é engolir o soma e seguir em frente de nariz tapado? Aderir a alguma uma luta quixotesca contra esse Golias? Ana Paula, você vê saída para essa arapuca em que caímos?

    1. Prezada Laura Teixeira, sugiro que devamos TODOS nos abster do nosso danoso hábito de indagar (de quem nos oferece uma fresta de luz), QUAL A SAÍDA que a pessoa vê? Urge, cada um de nós, assumir nosso destino e buscar discutir NOSSA SAÍDA, a partir da aproximação com outras pessoas, de valores parecidos com os nossos e que VALORIZEM A LIBERDADE na mesma proporção que nós mesmos.
      Desculpe-me – de ante-mão – se lhe parece grosseiro e invasivo esse meu comentário. Gostaria de deixar claro não ser minha intenção lhe censurar. E tanto é assim, que me coloquei em primeira pessoa, logo na abertura do texto.
      É que, beirando os 80 anos, me dei conta de ter-me – também – me acostumado a procurar saída(s) antes mesmo de adentrar qualquer ambiente ou situação. Acho bem possível ter assimilado esse hábito a partir do “protecionismo do bem”, característico de quase 100% das famílias brasileiras (herdeiras das práticas judaico-cristãs para criação dos filhos). Recebi isso de meus pais e surpreendi-me fazendo o mesmo com meus quatro filhos.
      Certo dia, talvez por instinto, flagrei-me “censurando” minha filha mais velha ao vê-la agindo da mesma maneira QUE EU, com meu neto (primeiro filho dela). Ela não me levou muito a sério e pude perceber que estava segura do que fazia, ao me responder que iria fazê-lo descobrir SEMPRE – POR ELE MESMO – a melhor saída para as encrencas em que se metesse. Para sorte minha, daquele neto e dos outros três (nascidos dela mesma), com muito júbilo, descobri anos depois o quanto ela estava certa. Ainda bem, graças a Deus.
      Hoje, embora o bom desenvolvimento da capacidade de arbítrio de meus filhos e netos não me preocupe, ainda assim não consigo evitar de sentir estar vivendo o momento político mais complicado que testemunhei em toda a minha vida.
      Fui criado absorvendo diariamente o conceito de que A VIDA DIGNA DE SER VIVIDA ACONTECE QUANDO CONSEGUIMOS HONRAR NOSSOS PAIS, ALCANÇAR SAÚDE, INTEGRIDADE MORAL, CONSCIÊNCIA PLENA DE TODAS AS NOSSAS RESPONSABILIDADES PESSOAIS (CÍVICAS E SOCIAIS) E, CLARO, A HABILIDADE PARA CONSTITUIR UMA FAMÍLIA.
      Por mais piegas que possa parecer, não temo confessar que todo o tempo, desde a Escola Pública Primária e depois no Grupo Escolar, acostumei-me a ver – diariamente – o Hasteamento da Bandeira Nacional e o canto do nosso Hino. Não posso negar que muitas vezes me parecia chato e desnecessário – afinal, para que repetir aquilo todos os dias?
      Com o passar dos anos, esqueci-me de tudo aquilo.
      Somente após a guinada do Brasil para a esquerda, em 1964, aquelas lembranças retornaram. Mas, logo depois, quando as coisas – aparentemente – voltaram à realidade, tudo pareceu adormecer. Ledo engano meu e da maioria dos brasileiros patriotas e amantes das liberdades. OS ESQUERDISTAS NUNCA DESCANSAM e jamais param de semear a divisão e a discórdia, para enfraquecer os grupos que pretendem dominar. Este é o principal e mais rápido CAMINHO que escolheram para LEVÁ-LOS AO PODER, a razão de viver de todos eles.
      Porém, por trás dos ativistas, militantes, políticos, religiosos, pretensos-intelectuais, cientistas, professores, lideres políticos e sindicais, artistas, e até empresas e instituições – aparentemente honestas e confiáveis – estão MEMBROS DE DIMINUTA ELITE DE TRILHARDÁRIOS INTERNACIONAIS – que a todos corrompem porque planejam assumir o controle politico do mundo e CRIAR UMA NOVA ORDEM MUNDIAL nos escravizando e submetendo às decisões e caprichos deles, sem que possamos sequer questioná-los EIS PORQUE PRECISAM CAÇAR TODAS AS NOSSAS LIBERDADES E NEUTRALIZAR A SOBERANIA DE TODAS AS NAÇÕES.
      Só hoje entendo a ORIGEM, percebo AS MOTIVAÇÕES, consigo identificar os autores da NOSSA DERROCADA e posso ENXERGAR com clareza a ESCRAVIDÃO QUE RESERVAM PARA NÓS, os infelizes MEGALOMANÍACOS INSACIÁVEIS que se utilizam de um exército de pobres-coitados, doutrinados e tornados psicopatas, recrutados por FALSOS LIDERES POLíTICOS CORRUPTOS camuflados sob LEGENDAS PARTIDÁRIAS teatralmente formatadas como ideologias políticas sem passar de PURO DISFARCE.
      TAL COMO A IMENSA MAIORIA DAS PESSOAS MUNDO A FORA, assisti o passar dos anos, senti as responsabilidades com a família, a preocupação crescente com o futuro dos filhos, e mais as dificuldades diárias para sobreviver (mantendo a dignidade de todos). Tudo isso na contramão da INVOLUÇÃO GERAL – PRIMEIRO DO ENSINO, depois, da POLíTICA e, em consequência, da ECONOMIA pude testemunhar O INÍCIO DA DEGRADAÇÃO QUE NOS ATINGE ATUALMENTE.
      Agora, só me parece cabível para chegar a uma saída, ESTABELECERMOS PRIORIDADES, tendo em mente as desvantagens que o AVANÇO DAS HORDAS ESQUERDISTAS conseguiram CONQUISTAR. Em tal sentido, proponho:
      1. – PRECISAMOS URGENTEMENTE NOS ORGANIZAR E AGIR EM BLOCO USANDO AS REDES SOCIAIS, ENCONTROS NAS RUAS, EM BARES, EM CAMPOS DE FUTEBOL, NAS IGREJAS, ESCOLAS, TEATROS, CINEMAS E ATÉ NAS PRAIAS E, PRINCIPALMENTE, NAS REDES SOCIAIS – SEMPRE tendo em vista que a INTERNET NÃO ESTARÀ DISPONÍVEL POR MUITO TEMPO;
      2 – É URGENTE IGNORARMOS AS ORDENS DE “FICAR EM CASA” – que os governos corruptos nos impõem sob o pretexto falso dessa FRAUDEMIA (que mata muito mais porque nos obrigam ao confinamento para os saudáveis contaminarem os vulneráveis) – E IRMOS PARA AS RUAS, EM FRENTE ÀS CÂMARAS DE VEREADORES, ASSEMBLEIAS LEGISLATIVAS DOS ESTADOS E O CONGRESSO NACIONAL com a finalidade clara e objetiva – concentrada na EXIGÊNCIA DO “IMPEACHMENT” DE TODOS OS GOVERNANTES E JUIZES TOTALITÁRIOS SEJAM QUAIS FOREM, SEM INTERESSAR OS PARTIDOS POLITICOS – TODOS SÃO IGUAIS NO BRASIL. TEMOS QUASE 35 PARTIDOS E NENHUM É CONSERVADOR, DE DIREITA, QUE ACEITA E HONRA DEUS, FAMÍLIA, PÁTRIA E LIBERDADE;
      3 – COM TOTAL VIGOR – MAS SEMPRE PACIFICAMENTE, PARA JAMAIS FACILITAR PARA ELES O USO AS FORÇAS POLICIAIS CONTRA NÓS – EXIGIR O VOTO IMPRESSO NA PORTA DO CONGRESSO NACIONAL, AO MESMO TEMPO EM QUE EXIGIMOS A APROVAÇÃO DO IMPEACHMENT DOS MINISTROS DO STF, PARA RESGATAR A HONRA E A GRANDE CREDIBILIDADE QUE NOSSA SUPREMA CORTE SEMPRE TEVE E, JUNTO COM AS FFAA, SEMPRE FORAM NOSSAS INSTITUIÇÕES DE MAIOR CREDIBILIDADE…
      4- MAIS IMPORTANTE QUE RESPIRAR É APRENDER A USAR O NOSSO VOTO – MAS, ANTES DE VOTAR CERTO, PRECISAMOS GARANTIR QUE NOSSO VOTO NÃO É DESCARTADO NAS URNAS ELETRÔNICAS MANIPULADAS PELOS INIMIGOS DO BRASIL E DO POVO BRASILEIRO.
      SO A PARTIR DESSAS CONQUISTAS BÁSICAS- PODEREMOS – ELEGER UM NOVO CONGRESSO E BUSCAR AS REFORMAS FUNDAMENTAIS: A POLITICA E A DO ENSINO GERAL (PRIMÁRIO, SECUNDÁRIO E UNIVERSITARIO) A ADMINISTRATIVA (PARA REDUZIR O TAMANHO DO ESTADO E LIBERAR O EMPREENDEDORISMO E A REDUÇÃO DOS CUSTOS DO ESTADO). VEM COMO A REFORMA TRIBUTARIA E A DO PODER JUDICIÁRIO.

      1. Caro Ney Prereira de Almeida, com sua permissão vou copiar e colar o seu comentário e enviá-lo aos meus contatos. Faço minhas suas palavras. Parabéns!

      2. Sr. Ney, excelente comentário, uma verdadeira aula!
        Parabéns!
        E um grande respeito à sua grande experiência de vida!

      3. Sr. Ney, excelente comentário. Lúcido, didático e robusto.
        Felicitações!

      4. Parabéns Dr Ney, fez uma profunda análise da influencia da esquerdalha nas ultimas e atual década. Com sua permissão, estou copiando e enviando aos amigos este exímio texto.

  3. pois é, tinha resolvido me informar “direto na fonte” do twitter e outras plataformas, uma vez que já não perco meu tempo com a mídia (esquerdista) tradicional…ficou difícil…o totalitarismo avança rápido…há de ter uma saída…vou instalar o firefox (abandonar o google chrome – a mozilla estaria em entendimentos para abrigar o Parler), apple já não compro, pois acho Iphones, etc, umas porcarias, tentar não comprar na Amazon (acabei de fazer uma compra, tsts)…apagar minha conta do Facebook…mas o que fazer contra microsoft…tem que ter uma reação, ou seremos todos esmagados…

  4. A revista Oeste segue nos proporcionando textos de grande valor informativo e crítico acerca dos fatos (notadamente nas esferas política e cultural) que estão pautando nossas vidas. Mas gostaria de chamar atenção para a banalização de um termo que se generalizou na imprensa (em evidência nesta edição da revista) mas que deveria ser utilizado somente quando efetivamente fosse esclarecedor quando de seu emprego. Trata-se da palavra “tecnologia”. Qualquer referência ao que quer que seja utilizando recursos digitais agora é “tecnologia”. Embora a expressão não esteja errada, esse uso indiscriminado da palavra somente acrescenta um ruído “sofisticado” na comunicação. Toda aplicação técnica e procedimento/processo envolve ação tecnológica. Se utilizo um tipo de enxada manual e uma determinada técnica para arar a terra, estou fazendo uso de tecnologia, podendo igualmente arar a terra com um equipamento mecânico ou eletromecânico, mas o que efetivamente eu faço é arar a terra. Se faço um desenho utilizando tecnologias tradicionais como lápis grafite e lápis de cor, estou efetivamente desenhando, mesmo se fizesse uso de ferramentas eletrônicas (softwares gráficos). Sendo assim, chamar Amazon, Facebook e que tais de “empresas de tecnologia” não esclarece nada. O que a Amazon faz é vender objetos – começou vendendo livros e depois passou a vender tudo. Ou seja, é uma empresa de comércio varejista. O Facebook é um site de comunicação; o Google é um site de busca; a Apple é um fabricante de eletrônicos – e aqui temos um exemplo de atividade que ainda caberia à referência como empresa de tecnologia, pois de fato desenvolve e vende produtos tecnológicos – mas então a Faber-Castell, que fabrica lápis grafite e lápis de cor também seria uma empresa de” tecnologia”. A IBM foi uma fabricante de computadores (uma empresa de tecnologia), hoje seria correto dizer que se trata de uma empresa de informática (desenvolve softwares para atividades especializadas), não uma empresa de “tecnologia”, pois isso não esclarece sobre sua atividade atual. A impressão positiva que a sociedade tem da palavra “tecnologia” explica seu uso indiscriminado, todos querendo tirar vantagem disso. Mas seria mais correto e eficiente se a comunicação utilizasse os termos de maneira mais precisa.

  5. Um abração. Tua nota hoje é 9,677. Aqui também existe uma caça às bruxas. O Bolsonaro não é nota dez, mas o seu governo tem qualidades e, ao mesmo tempo, o azar de enfrentar uma pandemia surreal. Até escrevi algo no veículo de maior audiência do mundo (o meu facebook)… he he he. Tem gente que entende que o Bolsonaro ou o Ministro da Saúde são os responsáveis pela falta de oxigênio no pulmão do mundo. Aí, humildemente, montei uma teoria conspiratória. Uma multidão de escravos de falsas ideologias parece que desejam que o presidente venha até aqui no hospital da Unimed da cidade e saiba qual o estoque de anestesia, água, oxigênio, seringas, esparadrapos, comida e outros 1000 produtos utilizados na área. Claro, intervir na administração de um hospital privado. Essa é a ideia louca que roda por aqui no Brasil. 27 governadores e 5000 mil prefeitos, mais deputados, senadores, vereadores e secretários de saúde se alegram com isto, pois estão caindo fora “de fininho” das responsabilidades e acusações. Só tem um culpado. Os demais fazem parte da falange dos inocentes.
    Te cuida.

  6. Excelente, parabéns Ana.
    O problema é que é uma disputa desigual, uma vez que os meios de comunicação e os influenciadores detêm o poder de cercear a livre liberdade de expressão e a difusão de ideias contrarias às suas.
    Lá como aqui, as “urnas” não são confiáveis. A diferença é que lá, o povo vai às ruas e aqui se limite a “dar um up na hashtag”.
    Acho que só vamos ter uma luz no fim do tunel, quando os brasileiros resolverem mostrar quem é que manda nesse pais.

  7. Parabéns Ana! Extensivos aos leitores que comentam os artigos dessa revista, forte farol na escuridão jornalística brasileira, representados pelo Sr. Ney Pereira que sempre se expressa com palavras sinceras. Aprendo com todos!

  8. Ana, vc é um presente ao jornalismo brasileiro de consistência. A cada dia admiro mais seus comentários nos Pingos e seus artigos aqui.

  9. Não creio que já estejamos ou a caminho de uma distopia como 1984, mas algo mais próximo a “Admirável Mundo Novo”. De qualquer forma, parabenizo a reflexão. Faz-se pertinente. Obrigada, Henkel.

  10. Boa tarde Aninha com muita intimidade pq te acompanho desde qdo era atleta e hoje uma grande analista política. Obrigada pelas informações e excelente trabalho. Deus te abençoe grandemente.

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