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Ministério da Saúde pede isenção de imposto para importar seringas

Pasta gerida pelo ministro Eduardo Pazuello quer comprar 330 milhões de insumos
Seringas e agulhas devem sair mais caro para o governo
Seringas e agulhas devem sair mais caro para o governo | Foto: Saulo Ângelo/Estadão Conteúdo

O Ministério da Saúde encaminhou nesta terça-feira, 5, um pedido de isenção de imposto para importação de seringas e agulhas e decidiu abrir um novo pregão para a compra dos produtos. O novo edital deve ser publicado em dez dias. O Ministério da Saúde quer comprar 330 milhões de agulhas e seringas para viabilizar o Plano Nacional de Vacinação contra a covid-19.

Para não repetir o fracasso do pregão que ocorreu em dezembro, os técnicos vão alterar os valores oferecidos para a compra de agulhas e seringas. Com isso, os insumos devem sair mais caro para o governo.

No primeiro pregão, o ministério ofereceu para o kit com agulha e seringa cerca de 18 centavos a unidade. A ideia é que agora o valor suba para 19 ou 20 centavos.

A alegação das empresas é que boa parte da matéria-prima para produzir os insumos é comprada com base no preço do dólar, e, como a moeda norte-americana está mais valorizada, tudo aumentou.

Leia também: “Covid-19: Pfizer oferece vacina a voluntários que receberam placebo durante testes”

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