CPMI das fake news solicitou informações de operação da PF

Nesta manhã, agentes cumpriram 29 mandados de busca e apreensão em uma investigação sobre informações falsas contra o STF
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Lídice da Mata é relatora da CPMI das fake news| Foto: Moreira Mariz/Agência Senado
Lídice da Mata é relatora da CPMI das fake news| Foto: Moreira Mariz/Agência Senado

Nesta manhã, agentes cumpriram 29 mandados de busca e apreensão em uma investigação sobre informações falsas contra o STF

Lídice da Mata é relatora da CPMI das fake news| Foto: Moreira Mariz/Agência Senado
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A relatora da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das fake news no Congresso, deputada Lídice da Mata (PSB-BA), solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) as informações colhidas pela operação da Polícia Federal nesta quarta-feira, 27. Na ação, agentes cumpriram 29 mandados de busca e apreensão em uma investigação sobre informações falsas contra a Corte.

“As ações promovidas pela operação reafirmam o que já era conhecido pelos membros da CPMI através de depoimentos e documentos recebidos pela comissão: uma rede financiada por alguns empresários e com recursos públicos – integrada por vários políticos e agentes públicos – para disseminação de informações falsas no Brasil com o objetivo de manchar biografias, espalhar o caos e o medo e influenciar pleitos eleitorais”, afirmou a relatora a Oeste.

LEIA MAIS: Entenda o que está em jogo na investigação do STF

Segundo a deputada, as informações colhidas na operação de hoje da PF somadas aos dados já colhidos pela CPMI serão fundamentais para conduzir os próximos passos da investigação. “Teremos agora importantes novos elementos que nos ajudarão a desmontar essa rede de ódio”, completou.

Entenda

A Polícia Federal desencadeou nesta quarta, 27, uma operação contra 29 pessoas, entre elas empresários, militantes e parlamentares por supostas divulgações de fake news contra membros do Supremo Tribunal Federal. O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, foi um dos alvos da ação. No mês passado, ele denunciou um suposto golpe contra o presidente Jair Bolsonaro arquitetado por Rodrigo Maia e deputados de oposição.

Além de Jefferson, o deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP), o empresário Luciano Hang, o humorista Rey Bianch e a ativista Sara Winter estão sendo investigados.

Na decisão que autorizou a operação, o ministro do STF Alexandre de Moraes indicou que provas e laudos periciais juntados aos autos da investigação apontam para a “real possibilidade de existência de uma associação criminosa, denominada ‘Gabinete do Ódio’ dedicada a disseminação de notícias falsas, ataques ofensivos a diversas pessoas, às autoridades e às Instituições, dentre elas o Supremo Tribunal Federal, com flagrante conteúdo de ódio, subversão da ordem e incentivo à quebra da normalidade institucional e democrática”.

 

 

 

 

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2 comentários

  1. CHEGA A SER UMA AFRONTA COLOCAR UM SENHORA DESSAS, QUE MAL SABE O QUE É UM CELULAR PRA SER RELATORA DE FAKE NEWS!! ? ? As “tias do Zap” são mais qualificadas!!
    Este é o Brasil que temos, mas NÃO É O BRASIL QUE QUEREMOS E LUTAREMOS PRA TER!!????

  2. O gabinete do ódio sabemos bem onde fica, na Praça dos Três Poderes e vamos desmontá-lo em breve e quero ver sair de camburão estes 11 pilantras e esta comunista do PSB que disse que a disseminação de informações falsas no Brasil com o objetivo de manchar biografias, espalhar o caos e o medo e influenciar pleitos eleitorais. Quem faz isto sua babaca, são seus seguidores desta ideologia assassina. Sua hora também vai chegar.

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