Governo quer amenizar crise com o Senado

O governo não pretende manter atritos com os senadores após votação polêmica sobre veto de Jair Bolsonaro
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Alcolumbre deixou vetos polêmicos de fora da pauta | Foto: Alan Santos/PR
Alcolumbre deixou vetos polêmicos de fora da pauta | Foto: Alan Santos/PR | vetos Bolsonaro

Bolsonaro não pretende manter atritos com os parlamentares da Casa depois da votação polêmica sobre veto presidencial

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Alcolumbre atua como interlocutor do governo Bolsonaro | Foto: Alan Santos/PR
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Interlocutores do governo já atuam internamente de modo a aparar as arestas com o Senado após a votação do veto do presidente Jair Bolsonaro. Na Casa, o Palácio do Planalto geralmente tem uma articulação melhor que na Câmara dos Deputados.

Contudo, os senadores estão irritados depois das fortes críticas do ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre a derrubada do veto que impedia reajuste salarial para algumas categorias do funcionalismo público. Guedes chegou a afirmar que os parlamentares tinham dado “um péssimo sinal”. Além disso, classificou a decisão como “um crime contra o país”. O veto foi mantido com a forte articulação do governo na Câmara dos Deputados.

Agora, senadores querem aprovar um requerimento para Paulo Guedes esclarecer-se no Senado. Oeste apurou que, mesmo não sendo obrigado a aceitar a medida, o ministro da Economia comparecerá à sessão. O governo pretende encerrar o episódio.

Por muitas vezes assumindo o papel de interlocutor do governo, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), é o autor do convite ao ministro da Economia. Além disso, a intenção é votar o requerimento na terça-feira 25.

Recursos

Entre os motivos para amenizar a crise com os senadores, estariam os R$ 5 bilhões que o governo pretende liberar para investimentos. Contudo, isso depende da aprovação do Congresso Nacional e o Executivo promete enviar a medida já na próxima semana.

Os recursos serão distribuídos para os ministérios do Desenvolvimento Regional, comandado por Rogério Marinho, e da Infraestrutura, de Tarcísio de Freitas. Uma parte será reservada para indicação de senadores. Alcolumbre pleiteia R$ 3 bilhões para tocar obras indicadas por integrantes da Casa.

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