EUA colocam Xiaomi em lista de proibições do Pentágono

Decisão impede que empresas norte-americanas estabeleçam relações comerciais com a gigante de tecnologia chinesa
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Em 2020, a Xiaomi ultrapassou a Apple e tomou o posto de terceira maior fabricante de <i>smartphones</i> do mundo
Em 2020, a Xiaomi ultrapassou a Apple e tomou o posto de terceira maior fabricante de smartphones do mundo | Foto: Reprodução/Flickr

O governo dos Estados Unidos adicionou ontem, quinta-feira 14, a Xiaomi — que ultrapassou em 2020 a Apple e tomou o posto de terceira maior fabricante de smartphones do mundo — em uma lista de proibições comerciais do Pentágono e do Departamento de Defesa. A acusação é de que a empresa tem relações com os militares chineses.

Em novembro, o presidente Donald Trump aprovou uma ordem executiva que impede os norte-americanos de investirem nas empresas que estão nesta lista militar. Isso significa que os investidores do país estão impossibilitados de comprar ativos da Xiaomi e eventualmente terão de vender os que tiverem.

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A lista de proibição é diferente daquela em que está a Huawei, o gigante do setor de telecomunicações e segunda maior fabricante de smartphones do mundo. Essa outra lista é do Departamento de Comércio e impede até mesmo que empresas norte-americanas estabeleçam relações comerciais com as companhias listadas.

Leia também: “Xiaomi ultrapassa Apple em vendas de celulares”

 

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2 comentários

  1. Os comunistas chineses só e dão bem na base do roubo de segredos industriais. Primeiro roubam a N formulas através de suborno, depois começam a fabricar um similar genérico e começam a ganhar dinheiro na base da pirataria. Palmas aos EUA.

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