Remédios anticovid da AstraZeneca reduzem casos graves e mortes, informa empresa

Farmacêutica argumentou que 'a intervenção precoce pode dar uma redução significativa na progressão para doença grave'
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Estudo precisa ser revisado pela comunidade científica
Estudo precisa ser revisado pela comunidade científica | Foto: Adriana Toffeti/Estadão Conteúdo

A AstraZeneca informou nesta segunda-feira, 11, que o coquetel de drogas experimentais anticovid-19 AZD7442, desenvolvido pela farmacêutica, reduziu em 50% casos graves e mortes em pacientes não hospitalizados.

Os resultados ainda não foram avaliados por outros cientistas, tampouco publicados em revista científica. A AstraZeneca produz a chamada vacina da Oxford — fabricada no Brasil em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz.

Segundo o laboratório britânico, os anticorpos são uma forma de proteger pessoas que, por algum motivo, não produziram resposta imune suficiente depois de serem vacinadas. Cerca de 900 voluntários participaram.

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“Uma intervenção precoce pode dar uma redução significativa na progressão para doença grave, com proteção contínua por mais de seis meses”, informou Mene Pangalos, vice-presidente executivo da AstraZeneca.

“Anvisa dos EUA”

A AstraZeneca já solicitou à Food and Drug Administration, agência americana que regula o setor de medicamentos e alimentos nos EUA, que aprove o fármaco para tratar a covid-19.

Em março, o grupo anunciou um acordo com os Estados Unidos para fornecer ao país até 700 mil doses desse tratamento com anticorpos ainda neste ano, no total de US$ 726 milhões.

Leia também: “A solução que venceu ideologia”, reportagem publicada na Edição 3 da Revista Oeste

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20 comentários Ver comentários

  1. Na Austrália: não fiquem com medo de pegar Covid após se vacinarem! A doença vai melhorar a sua imunidade! Que palhaçada virou essa pandemia. É a pandemia da mentira e da desonestidade. Ainda bem que ainda há alguns médicos que realmente se preocupam com a saúde dos pacientes.

  2. Infelizmente nós só vemos amparo quando o Tratamento PRECOCE procede de Grandes Industrias Farmacêuticas, enquanto isso as medicações antigas e seguras são Criminalizadas pela Políticalha e Justiçalha Marxista de nossos dias!

  3. AZD, Molnupiravir, etc… esses agora são eficazes para uso precoce ah tá!!!!!
    vai verificar o principio desses atuais antivirais derivam de HC e IV, a diferença brutal é esses tem patente e darão lucro!!!!!!
    Quem responde por “venha só quando faltar ar” “fique em casa não trabalhe” “esses fármacos não tem comprovação científica “jeito de ganhar dinheiro”.
    Sempre foi negócio, somente negócio, governantes tentando ganhar na desgraça do povo, gananciosos insaciáveis!!!!

  4. Uai, gente, agora num tô entendendo nada… agora que tem terapia genétic… ops, va$$ina pronta, salve salve, agora eles vem falar em tratamento precoce? Ah, não desculpa, tratamento precoce era com aqueles remédios demodê sem comprovação (e sem patente), agora é INTERVENÇÃO precoce, com drogas devidamente patenteada$

  5. Dá para entender que ninguém entende nada dessa tal COVID? Pelo que o velhinho aqui(76) entendia, era que, no inicio da pandemia, quando não havia, e ainda não há, remédios para cura e tampouco vacina desenvolvida e testada para evitar a doença, e o que fizeram os médicos (médicos mesmo, não cientistas da mídia) para salvar vidas foi aplicar medicação que demonstrava alguma eficácia em evitar replicação do vírus no inicio da doença(só no início), sem causar reações adversas no organismo, já previstas em suas velhas e consagradas bulas. Provavelmente muitas vidas foram salvas. Ai, entraram no circuito, políticos, jornalistas e “cientistas ativistas” presentes em todos os meios de DESINFORMAÇÃO para tentar derrubar o governo Bolsonaro no momento que mais precisávamos da união dos esforços mundiais para combater essa grave pandemia.
    Não sou médico, mas agora entendo dispensável descobrir medicações possivelmente caríssimas, já que os “cientistas” consagraram em poucos meses vacinas seguras e eficazes para dar e vender.
    Quanta hipocrisia e desprezo pela saúde pública. É preciso que a boa imprensa pesquise em São Paulo, centro de referência médica e hospitalar da América do Sul porque a letalidade da COVID dos internados nos hospitais privados foi muito menor que nos hospitais públicos que receberam generosas verbas federais para o combate à COVID. Dai encontraremos muitos responsáveis pelas vidas perdidas e para o relatório da CPI do CANGAÇO.

  6. Uai sô! Aquele outro tratamento precoce com aquelas drogas que serviram mas não serve é proibido, agora o mesmo do mesmo serve. Que coisa hein, vai entender esse povo maluco. Será que existe algum interesse que “ninguém” está sabendo?

  7. Mataram, mataram, mataram e agora aparecem com a profilaxia ? Sem contar os escolhidos para morrer nos hospitais por dinheiro e para virar estatística.

  8. Diferença entre” intervenção precoce” com remédio AstraZeneca e” tratamento precoce” com as medicações que já conhecemos: $$$$$$$$.

    1. A Diferença é que os ensaios são controlados e sistematizados, com produtos desenvolvidos especificamente contra o SARS-COV-2. Isso não desmerece Ivermectina/nitazoxanida/hidroxicloroquina etc, que eventualmente tenham efeito positivo contra a covid. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

      1. que bom que ainda tem gente que acredita que as farmacêuticas estão preocupadas com a nossa saúde!

  9. Talvez seja um kit covid melhorado. Não mais que isso. Chapecó e Porto Feliz são cidades onde a relação de mortes/infectados é de 1,8, ou seja de cada 1000 infectados morrem 18 enquanto que em São Paulo essa relação é de 3,2, ou seja, de cada 1000 infectados morrem 32. Da quase 50%.

    1. São anticorpos de longa duração. Nada tem a ver com cloroquina/Ivermectina/nitazoxanida. São produtos, provavelmente, oriundos de biotecnologia desenvolvidos pela University of London

  10. “Uma intervenção precoce pode dar uma redução significativa na progressão para doença grave, com proteção contínua por mais de seis meses”.
    Agora entramos no terceiro capítulo dessa novela farmacológica.
    Primeiro capítulo: TRATAMENTO PRECOCE à base de Hidroxicloroquina, Ivermectina, etc…
    Segundo capítulo: Cortina de fumaça da dança das vacinas
    Terceiro capítulo: Retorno ao TRATAMENTO PRECOCE com novas medicações, já que eles acham que o tratamento precoce inicial está definitivamente desacreditado e descartam ao menos por enquanto, as vacinas que não deram certo.
    CONCLUSÃO: Se trata de apenas interesses econômicos dos grandes laboratórios, lembrando que a Pfizer também já lançou a sua medicação para o tratamento precoce, enfim, volta tudo ao estágio inicial.

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