Rolls-Royce e EasyJet Airlines anunciam acordo para criar motores a hidrogênio para aviões

Empresas buscam criar aeronaves mais sustentáveis
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Foto: Divulgação/Pixabay
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A fabricante de automóveis Rolls-Royce e a aérea britânica EasyJet Airlines vão desenvolver motores de aviões mais sustentáveis, com sistemas de propulsão elétrica à base de hidrogênio. O aviso da colaboração entre as duas empresas foi feito na segunda-feira 20.

Atualmente, os motores das aeronaves usam querosene para funcionar. Feito com petróleo, o combustível produz gás carbônico que polui o ar. Em nota, o diretor de operações de voo da EasyJet, David Morgan, disse que a tecnologia vai ser essencial para o desenvolvimento do projeto.

“A EasyJet Airlines permanece absolutamente comprometida com o voo sustentável e um futuro com zero emissões. Sabemos que a tecnologia é um fator-chave para atingir nossas metas de descarbonização”, informou a aéra, em nota. “Tecnologias disruptivas, como a propulsão elétrica e a hidrogênio, mostram grande potencial”.

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Para criar os produtos “amigos da natureza”, serão feitos estudos durante dois anos para analisar as alternativas de energia limpa e soluções energéticas que existem hoje. Além disso, os representantes da Rolls-Royce e EasyJet Airlines vão entender como as tecnologias de baixo carbono e emissões zero podem ser usadas nos motores dos aviões.

O estudo, que inicia em janeiro de 2022, também vai observar os elementos mais amplos da energia da aeronáutica e do ecossistema operacional, incluindo a produção, transporte, armazenamento e manuseio de combustível. Os fornecedores de energia, aeroportos e reguladores de segurança da aviação serão envolvidos na ação.

Com informações do site Olhar Digital.

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1 comentário Ver comentários

  1. Quando falam em hidrogênio sendo usado em aeronaves, me lembro do Graf Zeppelin. Não tem nada a ver os dois casos, porém os dois casos, tem hidrogênio em comum. E também tenho muitas dúvidas quanto ao caso do Zeppelin, ainda acho que houve sabotagem naquilo, eram tempos estranhos, como diz certo ministro do STF.

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