Um assassino premiado com a Bolsa Ditadura - Revista Oeste

Revista

Um assassino premiado com a Bolsa Ditadura
Se estivesse vivo, o assassino que encerrou sem remorsos sua torpe passagem pelo planeta estaria assinando manifestos em defesa da democracia
20 nov 2020, 05:50

Márcio Leite de Toledo, paulista de Bauru, tinha 18 anos quando se engajou na Aliança Libertadora Nacional, organização de extrema esquerda fundada pelo terrorista Carlos Marighela. Tinha 19 quando foi enviado a Cuba para diplomar-se num curso intensivo de guerrilha. De volta ao Brasil em 1970, tinha 20 quando se tornou um dos cinco integrantes da Coordenação Nacional da ALN. Então com 19 anos, fazia parte do quinteto Carlos Eugênio Sarmento Coelho da Paz, o “Clemente”. Da mesma forma que o Paz da certidão de nascimento, o codinome Clemente contrastava com a alma perversa de um devoto da violência.

Em outubro de 1970, numa tensa reunião secreta, os componentes da Coordenação Nacional debateram o que fazer diante do assassinato de Joaquim Câmara Ferreira, o Velho, que 11 meses antes substituíra o chefe supremo Marighela, fuzilado numa rua de São Paulo por um grupo de policiais liderado pelo delegado Sérgio Fleury. Convencido de que a ALN avançava com celeridade para a extinção, Márcio propôs aos parceiros do alto-comando uma pausa na guerra desigual. E pediu permissão para deixar o Brasil por alguns meses.

Clemente demorou dois segundos para concluir que Márcio era um desertor prestes a traí-los. Demorou duas horas para decidir que o companheiro pretendia entregar-se à polícia da ditadura e contar o muito que sabia. Demorou dois dias para convencer o restante da cúpula a avalizar seu parecer. Demorou um pouco mais para, com o endosso dos parceiros, montar um tribunal revolucionário, propor a pena capital e aprovar a sentença que, aos 20 anos, ajudou a executar numa rua de São Paulo.

Convocado para o que lhe parecia uma reunião de rotina, Márcio foi para o encontro com a morte no fim da tarde de 23 de março de 1971. Antes de sair do apartamento que lhe servia de esconderijo, o condenado que não tivera o direito de defender-se, e nem de longe suspeitava da tocaia, deixou um registro manuscrito: “Nada me impedirá de continuar combatendo”, prometeu-se. Não imaginava que fora proibido de continuar vivendo. Assim que chegou ao ponto combinado na região dos Jardins, foi abatido a tiros. Alguns foram disparados por Clemente, admitiu muitos anos mais tarde, numa entrevista ao jornalista Geneton Moraes Neto, o terrorista em recesso.

O vídeo abaixo reproduz o trecho da conversa que transforma Clemente em assassino confesso. “Então nós fomos lá e cumprimos a tarefa”, diz o carrasco depois de resumir a decisão do tribunal revolucionário composto de três juízes com pouco mais de 20 anos de idade. “Você participou diretamente da execução, então?”, pergunta Geneton. Clemente assume a autoria do crime com a placidez de quem recita uma receita de bolo: “Essa é uma informação que até hoje eu não dei e, na verdade verdadeira, eu não dei também porque ninguém teve essa atitude de chegar e me perguntar diretamente”, divaga no preâmbulo com a expressão de coroinha que nunca roubou o vinho da missa. E então vai ao que interessa: “Participei, sim, da ação. A tiros… a tiros…”

FOTOS — Na abertura deste artigo, Clemente (foto maior) e Márcio Leite de Toledo (destaque)

Formada para vasculhar as catacumbas da guerra fria ocorrida durante o regime militar, a Comissão da Verdade dividiu os personagens do universo que lhe cumpria devassar em torturadores a serviço da ditadura e heróis da resistência. Uns merecem o fogo do inferno. Outros, a gratidão do país (e uma Bolsa Ditadura de bom tamanho). Em qual dessas categorias deveriam ser enquadrados Carlos Eugênio Coelho Sarmento da Paz e Márcio Leite de Toledo? O algoz pode alegar que a execução de um dissidente que também combatia a ditadura militar foi um acidente de percurso? Essa espécie de homicídio também foi anistiada? A família da vítima de um crime que o Estado não cometeu pode figurar na relação dos indenizados?

O pupilo de Marighella aprendeu com o mentor “a beleza que há em matar com naturalidade”

“O que quer o jornalista Augusto Nunes quando publica um artigo como este?”, quis saber o homicida aposentado em novembro de 2008, quando tornei a exumar o episódio infame. Muito simples: queria deixar claro que não há nenhuma diferença entre o torturador que matou Vladimir Herzog e o terrorista que executou Márcio Leite de Toledo. Ambos são assassinos. A Comissão da Verdade discordou. Márcio ficou fora da lista de mortos e desaparecidos divulgada no relatório final. Clemente ficou fora da relação dos responsabilizados por violências contra inimigos do regime. O assassino foi absolvido. A condenação ao esquecimento perpétuo consumou o segundo assassinato da mesma vítima. Os sherloques do passado, diplomados na escola do cinismo, decidiram que um terrorista podia tudo. Até matar o companheiro de luta armada. Haja canalhice.

Em 2010, candidato a deputado federal pelo PSB do Rio, Carlos Eugênio Coelho Sarmento da Paz juntou o prenome de batismo ao codinome “Clemente”, adotado pelo antigo militante da ALN, expropriou o título de “Combatente da Guerra e da Paz” e foi à luta no horário eleitoral da TV. Como o tempo era curto, Carlos Eugênio Clemente espalhou pela internet um perfil resumido: Um dos mais valentes e temidos líderes da Ação Libertadora Nacional, homem de confiança de Carlos Marighella, o líder daquela organização. Temidíssimo pela repressão por sua coragem, furou mais de cem cercos à bala, matou pelo menos seis militares em seus confrontos nas ruas e um empresário que colaborava financeiramente com a tortura. Hoje é professor de música da UFRJ.

Faltou dizer que o professor de música já não precisava trabalhar. Graças à indenização concedida pela Comissão de Anistia, sobraram horas ociosas para a campanha. O que faltou foi voto: conseguiu apenas 567. “Eu só tive alguns segundos na televisão”, balbuciou o náufrago das urnas. A campanha serviu ao menos para mostrar que o pupilo de Marighella aprendeu com o mentor “a beleza que há em matar com naturalidade”. O serial killer dos anos 70 sempre acreditou que “ser terrorista é motivo de orgulho”. Ao morrer, em junho de 2019, o alagoano nascido em 1950 desfrutava em Ribeirão Preto da vida mansa que lhe garantira a decisão anunciada na portaria número 34 de 3 de fevereiro de 2010:

Declarar CARLOS EUGENIO SARMENTO COELHO DA PAZ, portador do CPF nº 022.477.858-75, anistiado político, reconhecer o direito as promoções à graduação de Terceiro-Sargento com os proventos da graduação de Segundo-Sargento e as respectivas vantagens, conceder reparação econômica em prestação mensal, permanente e continuada no valor de R$ 4.037,88 (quatro mil, trinta e sete reais e oitenta e oito centavos), com efeitos financeiros retroativos da data do julgamento em 13.08.2009 a 14.08.1998, perfazendo um total de R$ 577.416,84 (quinhentos e setenta e sete mil, quatrocentos e dezesseis reais e oitenta e quatro centavos), nos termos do artigo 1º, incisos I e II, Parágrafo Único da Lei nº 10.559 de 13 de novembro de 2002.

 Se estivesse vivo, o assassino que encerrou sem arrependimentos nem remorsos sua torpe passagem pelo planeta estaria assinando manifestos em defesa da democracia. Mas não haverá outro Clemente. Assim como os Buendía de Cem Anos de Solidão, também um crápula condenado a 50 anos de abjeção não terá uma segunda chance sobre a terra.

 

TAGS

*O espaço para comentários é destinado ao debate saudável de ideias. Não serão aceitas postagens com expressões inapropriadas ou agressões pessoais à equipe da publicação, a outro usuário ou a qualquer grupo ou indivíduo identificado. Caso isso ocorra, nos reservamos o direito de apagar o comentário para manter um ambiente respeitoso para a discussão.

47 Comentários

  1. A esquerda é baixa, assassina, corrupta e desprezível.
    Tudo que vem dela e de seus ídolos, é dor, vingança, revolta de indivíduos desajustados que necessitam transformar o mundo aos seus feitios!
    Muito triste termos promulgado a Lei da Anistia, permitido o retorno dos marginais, termos lhes retornado todos os direitos políticos e, ainda por cima, pagarmos pelas suas atrocidades e traições ao Brasil!
    Que povo é esse?

    Responder
    • Um sujeito desprezível, provavelmente um sociopata.

      Responder
    • Este texto deveria figurar em livros escolares de História. Didático e explicativo. Uma narrativa histórica brilhante! parabéns Augusto

      Responder
  2. Esquerdistas adoram confundir crimes com acidentes de percurso.

    Responder
    • O pior, é que até hoje os congressistas, auto denominados de defensores dos brasileiros, paladinos em defesa da lei, nenhum se insurja contra está anomalia discriminatória e injusta, sancionada por FHC, de premiar assassinos, assaltantes, terroristas, traidores e verdadeiros psicopatas que nunca contribuíram com um centavo para a previdencia, e hoje ajudam a aumentar o seu déficit.
      Inacreditável também, que nenhuma autoridade, denuncie, compre a briga, tome uma atitude, em favor dos aposentados do INSS, que, enquanto os assassinos subversivos, hoje com polpudas aposentadorias, tramavam seus atos terroristas, os verdadeiros brasileiros, comerciários, motoristas, industriários, representantes comerciais, entre tantos, que trabalhavam duro para soerguer o país, hoje vivam na quase miseria com uma aposentadoria que se deixa corroer com os tempos.

      Responder
  3. Teu artigo é mais um exemplo eloquente
    das práticas assassinas dessa esquerda
    perdida no tempo.

    Responder
    • A Comissão da Verdade é uma das inúmeras indignidades dispensiosas que vicejam nesse país.

      Responder
    • Artigo brilhante.

      Responder
  4. Excelente Augusto Nunes, mas, não pare por aqui, apresente uma matéria que mostre não só ao leitor da revista oeste, mas também a sociedade quanto já gastamos com essa BOLSA DITADURA nestes 15 anos de indenizações milionárias IMORAIS e muitas ILEGAIS a esses “bravos” brasileiros. Destacam-se entre os mais beneficiados, jornalistas, escritores, advogados, professores, políticos e intelectuais. Vale dizer que entre os que conquistaram generosas indenizações nesse escândalo, famoso jornalista de contos infantis, que disse merece-las porque teve coragem de xingar militares. E portanto, nós contribuintes pagamos a conta desse corajoso.
    Isso é crime de malversação de recursos públicos, verdadeiras fraudes que deveriam ser investigadas, revisadas e punidas severamente. E se fraude houve, por que não investigar quem as concedeu? Teria havido rachadinha? Não vou citar nomes que observei em levantamento que fiz, mas houve conhecido jornalista que recebeu durante 2 anos (2014/16) indenização mensal superior ao teto de ministro do STF.
    Lembro que essas indenizações são isentas de i.renda, e são transmissíveis a sucessores, portanto, alguém continua recebendo o fraudulento beneficio desse saudoso guerrilheiro. Quem se interessar consulte o site abaixo,
    http://www.conjur.com.br/2005-mar-09/mpf_investigacao_indenizacoes_milionarias
    Augusto Nunes em muito ajudara a ministra Damares, a PGR e o TCU desvendando à sociedade essas fraudes cometidas descaradamente em desacordo com a Lei da Anistia, que nestes quinze anos de existência já devem ter nos consumido mais de R$ 16 bilhões. Quero deixar claro, que defendo indenizações àqueles que efetivamente sofreram prejuízos profissionais previstos na Lei, em decorrência de manifestações por posições politicas ideológicas, mas, pós pandemia este nosso país necessita ser reestruturado, com reformas administrativa, politica, tributaria e MORAIS.
    Forte abraço Augusto

    Responder
    • Perfeito comentario e Augusto mais uma vez, brilhante!

      Responder
  5. É uma vergonha tomar o dinheiro do trabalhador para sustentar outros párias sanguessugas.

    Responder
    • Parabéns Augusto Nunes, excelente artigo sobre esse lado que à Comissão da Verdade fez questão de ignorar! Vale colocar público para todos lerem.

      Responder
    • Que história, meu amigo!

      Responder
  6. Boa Augusto. Vivenciei estas coisas naquela época. É preciso que mais e mais jornalistas do seu calete comecem falar, escrever, pinotar.

    Responder
  7. É infame ter que sustentar esses párias.

    Responder
  8. Essa é a esquerda sem maquiagem , sinto pena dos imbecis que esperam algo diferente desses assassinos .

    Responder
  9. Esquerda maldita

    Responder
  10. Há muitos outros a serem revelados e suas histórias contadas. Mostre-nos quem são esses terroristas mortos ou vivos !

    Responder
  11. RETRATO INFAME DO MODUS OPERANDI DA ESQUERDA. NÃO É CURVA FORA DA CURVA

    Responder
  12. Cabe a Ministra Damares passar um pente fino nessas “doações” disfarçadas de “indenizações” – que na verdade não passam de fraudes escancaradas, e cancela-las. Quem quiser reclamar vai pra fila do INSS com todas as cópias dos comprovantes como qualquer mortal.

    Responder
    • Mais uma obra prima da nossa realidade Augusto Nunes.Eh um privilégio poder apreciar seus artigos.Lembro bem da época da bolsa ditadura,teve fila para quem pediu essa pensão vitalícia.Aqui faço um breve relato para os que ficaram na rua Tutóia,presos,apanharam,foram soltos e continuaram suas vidas sem nunca cogitarem a pedir a bolsa.Esses são os brasileiros dignos, que não precisam de aberrações do dinheiro público,pagos por nós até hoje.

      Responder
  13. Brilhante como sempre, Augusto! Pondo os Pingos nos Is !
    Esse caso comprova, mais uma vez, que a tal Comissão da Verdade foi, na realidade, a Comissão da Meia Verdade, aquela relatada pela esquerda.
    A tal comissão fez questão de se esquecer das atrocidades e barbaridades praticadas pela esquerda contra seus próprios membros e contras as Forças de Segurança.
    Uma piada.
    Gostaria de saber o que o Dr. Pedro Dallari, advogado que comandou a tal Comissão, tem a dizer sobre seu maravilhoso e esclarecedor artigo; fica aqui a sugestão para uma entrevista, Augusto e craques da Revista Oeste.

    Responder
  14. Parabéns!

    Responder
  15. Parabéns Augusto. Obrigado pela sua dedicação em esclarecer fatos históricos.

    Responder
    • Tudo tem que ser lembrado.
      Nada pode ser esquecido.
      Disso depende o destino de uma nação.
      Nestes tempos de radicalismos binários, difícil é permanecer lúcido, pensar com a própria cabeça. Tudo deve ser escancarado, tudo deve ser dito. Todas as vozes têm que ser ouvidas.
      Parabéns pela coragem.

      Responder
  16. Belo texto histórico e literário de A.Nunes,sobre um episódio nojento,horroroso de um assassino frio e monstruoso.Só a lembrança e narração destes fatos aos jovens-pelo ódio à pessoa humana e fanatismo político-pode contribuir para uma nação ter noção do seu passado sombrio.Uma versão nativa da “verdade da mentira”do jornalista galês Gareth Jones delatando um dos maiores massacres em massa do século XX sobre Genocídio da fome na Ucrânia nos anos 33 do ditador Stálim, que matou milhões,e só reconhecida em 2006.A.Nunes desnuda a nossa verdade,uma vergonha reconhecida agora, 70 anos depois.Merece um filme sério e dramático com bom diretor e enredo do mestre Nunes.

    Responder
  17. E essa tal Comissao da Verdade foi a maior mentira (criada pelo FHC?)

    Responder
  18. Revoltante! Havia recebido por WhatsApp esse vídeo, mas não sabia de todo esse contexto exposto pelo Augusto.
    Obrigada pelas informações.

    Responder
  19. Pois é…. a Globo, por exemplo, não tem coragem de divulgar algo assim. Como também não quer falar que a Manuela e o Pepe também eram informantes de grupos que ainda permaneceram nos governos Lula e Dilma.

    Responder
  20. Havia visto o vídeo por WhatsApp, mas não tinha todo esse contexto descrito: assassino x perseguido.
    Já foi tarde!

    Responder
  21. Augusto Nunes, em tempos de “pós verdade” seres abjetos glorificam (e indenizam!) outros de mesma índole. Parabenizo pelo artigo.

    Responder
  22. Augusto Nunes ressaltou a grande contradição cometida pela Comissão da Verdade, investigaram os excessos cometidos pelos que combateram o terrorismo durante o período militar e premiaram terroristas assassinos, inclusive, de seus próprios companheiros. A investigação parcial só fez aumentar os ressentimentos contra a Esquerda.
    E por falar em contradições, pude observar que Augusto Nunes e José Maria (do programa PingoNosIs de 20/11/2020) se declararam defensores da tese do RACISMO ESTRUTURAL. A tese é usada pela Esquerda para jogar negros contra brancos, e também para rotularem criminosos narcotraficantes como “vítimas da sociedade”. Gostaria de ler um artigo do Augusto Nunes a respeito do RACISMO ESTRUTURAL e a ideologia Marxista no Brasil.

    Responder
  23. Não sei porque estão perplexos. Esta tal Comissão da Verdade foi mais ou menos como mandar a raposa tomar conta do galinheiro.

    Comissão Nacional da Verdade, abreviadamente Comissão da Verdade, foi um colegiado instituído pelo governo do Brasil para investigar as graves violações de direitos humanos ocorridas entre 18 de setembro de 1946 e 5 de outubro de 1988.
    Fundadora: Dilma Rousseff
    Fundação: 18 de novembro de 2011
    Extinção: 16 de dezembro de 2014
    Propósito: Investigar violações de direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988 no Brasil
    É suficiente ou Basta?

    Responder
  24. Parabéns jornalista! Aliás, Jornalista!

    Responder
  25. Caríssimo AUGUSTO

    Mais uma vez você quebra a autocensura, ou à censura voluntária, à qual a mídia se submete quando se trata e informar sobre fatos objetivos que ocorreram durante a “luta armada”. Crimes como os que você descreve, e que estão comprovados pelos depoimentos de seus autores, foram promovidos à categoria de atos de heroísmo — e são premiados com pagamentos em dinheiro, retirados diretamente dos impostos que o cidadão tem de desembolsar todos os dias. “Clemente”, homicida confesso, está longe de ser o único a receber presentes do “Bolsa Ditadura”.

    Responder
  26. Essa infame “comissão da Anistia” deve ter todos seus atos revistos.

    Responder
  27. Esse é um deles, o senado também premiou a Dilma, quando sob a liderança do ministro (zinho) do stf(zinho) rasgou a Constituição e deu direitos financeiros e políticos a presidente casada! É o Brasil, uma vergonha.

    Responder
  28. cassada***

    Responder
  29. Revoltante saber que os petistas se lambuzaram tanto no dinheiro público.

    Responder
  30. Parabéns Augusto Nunes, excelente artigo sobre esse lado que à Comissão da Verdade fez questão de ignorar! Vale colocar público para todos lerem.

    Responder
  31. Que belíssimo artigo, Augusto Nunes! É de revoltar, de causar asco…Parabéns por trazer ao nosso conhecimento essa história.

    Responder
  32. Hoje a principal função da esquerda é assassinar a verdade e a reputação de oponentes, eliminando qualquer possibilidade de resistência.

    Responder
  33. E olhe que o nome do cara é Clemente.

    Responder
  34. Bom reviver a historia, principalmente aos pais dos jovens doutrinados pela esquerda universitária do país. Espero que usem esta matéria para tentar resgatar seu vermelhinho que vive no mundo de Alice. . .

    Responder
  35. Revolucionários têm uma tendência recorrente à sociopatia – e isto não é casual. Revolucionários gostam de impor seus ideais libertários sobre quem queira ou NÃO queira ser revolucionado. Padecem de um narcisismo áspero e doentio, interessados em ser heróis antes de terem praticado qq ato heróico: querem o rótulo e o poder uno, indivisível, colocando os outros como eternos figurantes de suas histórias sangrentas e abortivas. Ótimo artigo, como sempre!!

    Responder
  36. Parabéns, Augusto Nunes. Muito bom texto sobre a polêmica Comissão da Verdade, integrada por membros politicamente atrelados a uma versão reducionista do fato histórico que deveria ser investigado e interpretado com a necessária isenção. O personagem central do texto mostra que, em muitos casos, a história converte crápulas e assassinos em heróis.

    Responder

Enviar um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Revista Oeste — Edição 37 — 04/12/2020

OESTE NOTÍCIAS

R$ 19,90 por mês