Vem Pra Rua anuncia campanha contra auxílio bilionário aos Estados e municípios - Revista Oeste

Em 23 abr 2020, 13:04

Vem Pra Rua anuncia campanha contra auxílio bilionário aos Estados e municípios

23 abr 2020, 13:04

Governadores e prefeitos que perderam a arrecadação por causa do isolamento social querem que o governo federal pague a conta

Davi Alcolumbre (esq) e Rodrigo Maia (dir) a caminho do Palácio da Alvorada | Foto: MARCOS CORRÊA/PR

O movimento democrático Vem Pra Rua divulgou nesta quinta-feira, 23, o mote “Mapa PL 149, NÃO!”. A campanha se opõe à aprovação no Senado das medidas que garantem aos Estados e municípios um auxílio financeiro bilionário. O texto, que afronta o compromisso de uma gestão fiscal responsável das contas públicas, já recebeu o sinal verde da Câmara.

Portanto, governadores e prefeitos que decretaram o isolamento social para todos e, com isso, perderam dinheiro em arrecadação com ICMS e ISS, podem ser beneficiados com um socorro de aproximadamente R$ 80 bilhões do governo federal.

O Palácio do Planalto, que se opõe às restrições de isolamento impostas por algumas unidades da federação, terá de arcar com a conta sozinho. O Projeto de Lei Complementar, que substitui o Plano Mansueto, está na mesa do senador Davi Alcolumbre (DEM-AP).

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12 Comentários

  1. Os governadores e prefeitos devem pagar essa conta. Estão contribuindo para a miséria do povo, e agora o povo que tem que pagar essa irresponsabilidade.

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    • É uma irresponsabilidade o Congresso aprovar um montante desse porte, sem nenhuma contrapartida, a Estados e Municípios, muitos dos quais, estão adotando medidas exageradas e gastando milhões de reais em contratos sem licitação, com negócios que nada têm a ver com a Saúde, e muitos já foram, inclusive, suspensos pela justiça, por suspeita de fraude. Isso é só um exemplo, do que estão fazendo com o dinheiro que já receberam. Vejam que as cidades onde teve carnaval, são as mais afetadas.

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  2. Eu sou plenamente contra essa lei de auxilio e estado e municipios pq os governantes que arquem com seus atos inconsecuentes e nao o governo federal essa grana e dos nosso imposto dinheiro suado da populaçao que deve ser aplicados em saude escolas estradas e muitas melhorias e sabemos ok eles querem e sim pegar essa grana pra eles

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    • Definitivamente com esses governantes de m****, nosso país não tem futuro nenhum. Com licença que vou vomitar!

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  3. Eu sou plenamente contra essa lei de auxilio e estado e municipios pq os governantes que arquem com seus atos inconsecuentes e nao o governo federal essa grana e dos nosso imposto dinheiro suado da populaçao que deve ser aplicados em saude escolas estradas e muitas melhorias e sabemos ok eles querem e sim pegar essa grana pra eles

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  4. A conta chega,e quem vai pagar o povo claro!

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  5. Farra Fiscal NÃO! Quem pariu Matheus que o embale ou renuncie.

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  6. Desse jeito fica fácil. Gasta-se, perde-se, distribui, isola, liquida e põem na conta do Abreu ?

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  7. Para-se tudo sem critério; destrói empregos e empresas; implode a economia do país, conspiração descarada contra o governo.
    Agora, querem pousar de salvadores, e atribuir o efeitos negativos ao PR. Sem falar que, se não existe solvência da dívida, a tendência é um ciclo de fuga de investimento e alta de juros.
    Esses criminosos precisam ser responsabilizados. A melhor intervenção é não votar neles ou em quem apoiem.

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  8. Graças ao Dória todos acompanharam o estouro da boiada, agiram sem qualquer planejamento, o Brasil poderia sair desta sem com poucas mortes e sem quebrar o país. O Dória tem que ser responsabilizado pela quebra do país.

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  9. Mais uma vez os deputados querem acabar com o sonho dos brasileiros. De ver um país melhor.

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  10. É preciso fazer a execução e manutenção deste artigo da CLT 486 que diz: – No caso de paralisação temporária ou definitiva do trabalho, motivada por ato de autoridade municipal, estadual ou federal, ou pela promulgação de lei ou resolução que impossibilite a continuação da atividade, prevalecerá o pagamento da indenização, que ficará a cargo do governo responsável.

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