O percentual de Carlo Ancelotti no comando da Seleção vinha sendo alvo de questionamentos. Muitos colocavam os 60% dele, em 10 jogos, como similar ao de seu antecessor, Dorival Júnior, que obteve 58,3% em 16 jogos. Fernando Diniz, antes de Dorival, obteve 38,8% em seis jogos.
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A questão é que Ancelotti cumpriu inicialmente a primeira missão, urgente, para a qual havia sido contratado: obteve a classificação para a Copa do Mundo de 2026. Mesmo com a porcentagem perto dos 60%, depois da derrota por 4 a 1 para a Argentina, Dorival Júnior, em função da pressão e da péssima atuação do Brasil, não transmitiu a confiança para reverter a situação. Ancelotti foi contratado para ‘salvar a Seleção’, não para ter 100% de vitórias nos primeiros jogos.
O Brasil estava correndo risco de ficar de fora. Precisava de alguém acima de qualquer suspeita em relação à sua capacidade de lidar com grandes desafios. E com experiência internacional. Depois da derrota, a Seleção Brasileira ficou na quarta colocação, entre as seis que se classificam, mas de maneira apertada. O Paraguai (5º colocado), tinha também 21 pontos, mas pior saldo de gols. E a Colômbia (6ª colocada), tinha apenas um ponto a menos.
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Missão de Ancelotti na Seleção Brasileira
Depois dos dois últimos amistosos, com as vitórias por 6 a 2 sobre o Panamá e 2 a 1 sobre o Egito, a distância entre Ancelotti e seus antecessores aumentou ainda mais. Ele busca trazer seu expertise tático, técnico e emocional. Para, acima das pressões, poder dar ao futebol brasileiro algo que ele perdeu, depois de exportar toda a sua qualidade: padrão e intensidade. Agora, virá a segunda missão: a de trazer o hexa para o Brasil. Ancelotti foi 100% contratado para isso.
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