A Copa do Mundo de 2026 começou em ritmo acelerado e já entrou para a história. Depois dos primeiros jogos da fase de grupos, o torneio disputado nos Estados Unidos, Canadá e México registra a maior média de gols em uma edição de Mundial desde a Copa de 1958, realizada na Suécia e marcada pela conquista do primeiro título da seleção brasileira.
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O início da competição tem sido marcado por partidas abertas e placares movimentados. Goleadas como o 7 a 1 da Alemanha sobre Curaçao, o 5 a 1 da Suécia contra a Tunísia e o 4 a 1 dos Estados Unidos diante do Paraguai ajudaram a elevar os números ofensivos da competição e contribuíram para uma média superior a três gols por partida.
Além dos placares elásticos, o Mundial também vem registrando poucas partidas sem gols. Até o momento, apenas o empate entre Espanha e Cabo Verde terminou com o placar zerado, enquanto diversos confrontos tiveram três ou mais gols, aumentando o espetáculo para os torcedores.
O cenário contrasta com as últimas edições da Copa do Mundo, que tradicionalmente apresentaram médias mais baixas. Em 2022, no Catar, a média foi de 2,69 gols por jogo. Já em 2018, na Rússia, o índice ficou em 2,64. Agora, os números iniciais de 2026 recolocam a competição em um patamar ofensivo que não era visto desde o Mundial disputado há quase sete décadas.
Especialistas apontam que a ampliação para 48 seleções pode estar influenciando diretamente esse cenário. A presença de equipes estreantes ou com menor tradição internacional tem criado confrontos com maior diferença técnica, favorecendo resultados mais largos nas primeiras rodadas.
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Mesmo assim, a competição também tem apresentado surpresas. Cabo Verde segurou a Espanha em um empate sem gols, enquanto o Egito derrotou a Bélgica na estreia do Grupo G, mostrando que o equilíbrio continua presente apesar dos números elevados.
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