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Fan Tokens e apostas ganham destaque na Copa do Mundo 2026

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Fan Tokens e apostas ganham destaque na Copa do Mundo 2026

Fantoken Brasil | Foto: Reprodução

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A Copa do Mundo de 2026, que será disputada entre 11 de junho e 19 de julho nos Estados Unidos, Canadá e México, já começa a ser marcada não apenas pelo futebol, mas também pela forte presença do universo cripto. A edição, que terá pela primeira vez 48 seleções, também é apontada como a “Copa mais exposta às criptomoedas” já realizada, com patrocínios, tokens de torcedores e mercados de previsão movimentando o ecossistema.

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O torneio contará com um acordo inédito entre a FIFA e a exchange Kraken, que assume o papel de “Official Crypto Exchange Supporter”. A parceria, no entanto, tem caráter majoritariamente publicitário, com ativações de marca e experiências para fãs, sem impacto direto na organização ou na dinâmica esportiva da competição.

Outro ponto central dessa aproximação entre futebol e cripto são os chamados fan tokens. Esses ativos digitais, emitidos por plataformas como a Socios.com, permitem que torcedores participem de ações promocionais e votações simbólicas relacionadas às seleções. Entre as equipes com tokens negociados estão seleções como Brasil, Argentina, Portugal e Espanha. Apesar disso, os tokens não representam participação esportiva, financeira ou qualquer tipo de direito sobre os times.

O texto destaca ainda o crescimento dos mercados de previsão e apostas em blockchain, como a plataforma Polymarket, que já movimenta grandes volumes com palpites sobre resultados de jogos da Copa. Esse segmento, porém, é considerado o mais sensível do ponto de vista regulatório, variando de acordo com as leis de cada país.

Especialistas apontam que o comportamento desses ativos costuma ser altamente especulativo e guiado pelo sentimento do mercado. Em eventos esportivos anteriores, como a Copa de 2022, tokens ligados ao futebol chegaram a registrar forte valorização antes do torneio, seguida por quedas durante ou depois da competição, em um típico movimento de “compra no rumor e venda no fato”.

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No cenário atual, ativos como o Chiliz (CHZ), usado no ecossistema de fan tokens, já apresentam oscilações impulsionadas pela expectativa da Copa de 2026, reforçando o caráter especulativo desse mercado.