A Copa do Mundo de 2026 é tratada por Gianni Infantino como o projeto mais importante de sua gestão à frente da Fifa. Além de representar a consolidação da expansão do Mundial para 48 seleções e 104 partidas, o torneio também é visto como um elemento estratégico para o futuro político do dirigente, que pode buscar a reeleição em 2027.
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No comando da entidade desde 2016, Infantino foi reeleito sem oposição em 2019 e 2023 e agora se prepara para um novo ciclo eleitoral marcado para março de 2027, em Rabat.
A edição de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá entre junho e julho, simboliza o auge do projeto de expansão da Fifa. O torneio terá um formato ampliado e promete ser o mais lucrativo da história da competição, com forte aumento de receitas impulsionado pelo maior número de jogos e pela presença de três países-sede.
Segundo a análise, o Mundial funciona como uma espécie de “teste definitivo” da gestão de Infantino, já que a Copa do Mundo é historicamente a principal fonte de arrecadação da Fifa e o principal vitrine global da entidade.
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Apesar do sucesso esportivo e comercial esperado, o dirigente também enfrenta desafios políticos e geopolíticos que podem influenciar sua permanência no poder, tornando o torneio não apenas um evento esportivo, mas também um marco decisivo para o futuro da governança do futebol mundia
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