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Maldição da Copa do Mundo só livrou Brasil e mais um país

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Maldição da Copa do Mundo só livrou Brasil e mais um país

O Brasil é o único país que participou de todas as edições de Copa do Mundo | Foto: Rafael Ribeiro/CBF

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Um levantamento que vem circulando no debate futebolístico aponta uma curiosa tendência nas últimas edições da Copa do Mundo: a chamada “maldição do campeão” do torneio tem atingido praticamente todas as grandes seleções do planeta com exceção de apenas dois países, Brasil e França.

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A análise considera os cinco ciclos mais recentes de Copa do Mundo e destaca que, enquanto potências tradicionais acumulam eliminações precoces e campanhas decepcionantes, brasileiros e franceses conseguem manter uma regularidade maior em relação às expectativas criadas.

Entre os casos mais citados estão Alemanha e Espanha. Os alemães, campeões em 2014, foram eliminados ainda na fase de grupos em 2018 e repetiram o desempenho abaixo do esperado em 2022. Já a Espanha, campeã em 2010, conviveu com eliminações frustrantes nas Copas seguintes, sem repetir o protagonismo do início da década passada.

Outras seleções campeãs também aparecem na lista de instabilidade. A Itália, por exemplo, ficou fora das Copas de 2018 e 2022, ampliando um período de crise. Argentina e França, apesar de títulos recentes, também passaram por oscilações dentro do recorte analisado embora os franceses tenham alcançado campanhas mais consistentes, incluindo presença em finais.

Nesse cenário, o Brasil surge como exceção por não ter sofrido, no período recente, quedas consideradas “traumáticas” na mesma frequência de outros gigantes, ainda que tenha convivido com eliminações em fases decisivas, como quartas de final.

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A França, por sua vez, reforça esse status ao manter regularidade competitiva, chegando a decisões e semifinais em diferentes ciclos, o que sustenta sua posição entre as seleções mais consistentes do futebol mundial na última década.