Felipe Belli, Oeste Esporte
A Copa do Mundo sempre serve como vitrine para grandes talentos. A edição de 2026 não foi diferente. Além das seleções que chegaram às fases decisivas, diversos jogadores aproveitaram o torneio para confirmar o potencial e despertar ainda mais o interesse de gigantes do futebol europeu. Alguns já trocaram de clube por cifras milionárias, enquanto outros se tornaram protagonistas das principais novelas da janela de transferências.
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Confira seis atletas que saíram do Mundial muito mais valorizados.
JOHAN MANZAMBI
O suíço foi uma das grandes revelações da Copa do Mundo. Aos 20 anos, assumiu protagonismo no meio-campo da Suíça durante a campanha até as quartas de final e chamou atenção pela intensidade, qualidade na construção das jogadas e maturidade para atuar em jogos decisivos.
As boas atuações renderam uma transferência histórica para o Aston Villa. O clube inglês desembolsou £ 52 milhões, podendo chegar a £ 59,5 milhões com bônus, na maior venda da história do Freiburg e uma das maiores contratações da história dos Villans.
AYYOUB BOUADDI
Com apenas 18 anos, Bouaddi confirmou na Copa do Mundo por que é considerado uma das maiores promessas do futebol marroquino. O volante do Lille mostrou personalidade, inteligência tática e enorme capacidade para controlar o meio-campo mesmo diante de adversários experientes.
Depois do Mundial, Manchester City, Real Madrid, Bayern de Munique e Liverpool intensificaram o interesse pelo jogador. O Lille, por sua vez, passou a exigir cerca de € 100 milhões para iniciar qualquer negociação, reflexo direto da valorização conquistada durante a competição.
GILBERTO MORA
O México encontrou em Gilberto Mora um dos rostos de sua nova geração. Aos 17 anos, o meia do Tijuana não sentiu o peso da Copa do Mundo e foi um dos destaques da seleção anfitriã, demonstrando personalidade, visão de jogo e qualidade no último passe.
A campanha despertou o interesse de diversos clubes europeus. Equipes da Espanha, Inglaterra e Alemanha passaram a acompanhar de perto a evolução da joia mexicana, que hoje é considerada um dos jogadores mais promissores do continente americano.
ELLIOT ANDERSON
O meio-campista foi um dos pilares da Inglaterra durante toda a campanha até a semifinal. Dinâmico, intenso e decisivo tanto na marcação quanto na criação das jogadas, Anderson consolidou seu nome entre os principais jogadores da Premier League.
O desempenho na Copa aconteceu logo depois de sua transferência para o Manchester City, que investiu cerca de £ 116 milhões para tirá-lo do Nottingham Forest. O Mundial apenas reforçou que o clube inglês acertou ao apostar pesado no jogador de 23 anos.
ANDREAS SCHJELDERUP
A Noruega fez sua melhor campanha em Copas do Mundo e Schjelderup teve participação importante nesse crescimento. Atuando pelos lados do ataque, o jogador do Benfica chamou atenção pela velocidade, capacidade no um contra um e inteligência para criar espaços ao lado de Erling Haaland e Martin Ødegaard.
As atuações fizeram o atacante entrar definitivamente no radar de clubes da Premier League. Arsenal, Tottenham e Newcastle aparecem entre os interessados no norueguês, que pode protagonizar uma das grandes negociações da janela europeia.
FOLARIN BALOGUN
Mesmo com a eliminação dos Estados Unidos nas quartas de final, Balogun terminou a Copa como um dos atacantes mais valorizados do mercado. O camisa 9 marcou gols importantes, foi decisivo em momentos-chave e confirmou a evolução apresentada nas últimas temporadas.
As boas atuações recolocaram o centroavante na mira de grandes clubes da Europa. Equipes da Premier League e da Serie A acompanham sua situação, enquanto seu valor de mercado voltou a crescer significativamente depois do Mundial.