Na sexta-feira 22, um incidente chocante ocorreu na Escola Municipal Mariana Silva Guimarães, em Itamonte, no sul de Minas Gerais. Uma menina de quatro anos levou papelotes de cocaína para a escola, acreditando serem balas.
A criança distribuiu a substância entre os colegas. A situação veio à tona quando uma criança reclamou do gosto amargo do que pensava ser um doce e alertou a professora.
Ao verificar os pertences da aluna, a docente encontrou os papelotes e questionou a menina, que revelou ter pego o material na mochila do pai. A identidade do genitor não foi divulgada.
A coordenação da escola acionou a Polícia Militar, que encontrou 16 papelotes da substância – sete ainda lacrados e nove parcialmente consumidos. Exames periciais confirmaram que se tratava de cocaína.
Crianças que ingeriram cocaína estão bem, informa Prefeitura de Itamonte

Os alunos foram levados para a Santa Casa de Itamonte, onde passaram por exames médicos. Nenhum deles apresentou sintomas de intoxicação.
Amostras de urina foram enviadas ao laboratório Oswaldo Cruz, em Taubaté (SP), para verificar uma possível ingestão ou inalação da droga. A Prefeitura de Itamonte informou que todos os estudantes passam bem e está acompanhando o caso.
O prefeito João Pedro Fonseca (Podemos) afirmou que a administração municipal prestará apoio às famílias envolvidas. O pai da menina chegou à escola antes da polícia, mas, ao ser informado da situação, pegou parte dos papelotes e deixou o local rapidamente.
Ele já possuía registros criminais por tráfico de drogas e agora é considerado foragido pelos crimes de tráfico e por colocar em risco a integridade de menores.
Ações do Conselho Tutelar
O irmão do suspeito, tio da menina, também foi à escola para tentar recuperar o restante da droga. Durante a abordagem, ele se desentendeu com a professora e as conselheiras tutelares, irritado com a presença da polícia.
Ele foi preso por desacato e liberado depois de assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência. O Conselho Tutelar foi acionado e acompanha o caso para garantir a segurança da criança.
A Polícia Militar segue em diligências para localizar o pai da menina. As autoridades estão avaliando quais medidas serão tomadas para proteger a criança e evitar que casos similares ocorram novamente.
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O que será dessa criança no futuro, espero que consigam esquecer de tudo senão será eternamente chamada de algo como PABLINHA ESCOBAR.
Com certeza sera milionaria e sera recebida pelo STF com honras e aplausos