O Rio Grande do Sul enfrenta situação de calamidade pública devido aos temporais que atingem o Estado. Em comunicado, a Defesa Civil confirmou manhã de sexta-feira, 3, o registro de 31 mortos, 74 desaparecidos e 56 feridos.
Um total de 235 municípios gaúchos sofreu o impacto das fortes chuvas. O governo do Estado confirmou que há, até o momento, mais de 7 mil desabrigados e 17 mil desalojados. Cerca de 351 mil pessoas já foram afetadas.
+ Leia mais notícias do Brasil em Oeste
O governador Eduardo Leite (PSDB) alertou a população sobre a gravidade da situação e a necessidade de busca por proteção. “Estamos realizando inúmeros resgates, porém, é impossível atender a todas as demandas, devido às condições climáticas extremas que enfrentamos”, disse Leite.
Leia também: “Leite diz que Rio Grande do Sul vive ‘pior evento’ da história”

Impacto nas cidades
A prefeitura da capital, Porto Alegre, decretou estado de calamidade pública no município na noite da quinta 2. Na madrugada desta sexta-feira, o Rio Guaíba, que corta a cidade, atingiu seu nível mais alto desde 1941: 4,23 metros no Cais Mauá. A Defesa Civil emitiu um novo alerta de possibilidade de chuvas extremas até segunda-feira 6, ao meio-dia.
O alerta na região do centro histórico é de 2,5 metros; 3 metros já indicam risco de inundação. Em decorrência da enchente, foi preciso fechar a base da Guarda Municipal na orla do Guaíba. Ela está sob monitoramento até a normalização da situação.
Leia mais: “Grande perigo: alerta vermelho de acumulado de chuva avança sobre a Região Sul”
Além disso, um abrigo instalado na Casa dos Correios foi desativado devido à elevação das águas. Os desabrigados tiveram de ser realocados para uma escola municipal.
A tempestade deixou a cidade de Sinimbu (RS) em estado crítico, especialmente na região das ilhas, onde a inundação ocorreu após o rio atingir 2,2 metros. Moradores locais foram resgatados durante a madrugada por meio de botes e encontram-se em abrigos municipais.
Veja algumas imagens da situação de calamidade no Rio Grande do Sul
Esqueci que na Bananalandia essas coisas não funcionam, para construir uma “pinguela” levam 20 anos, a exemplo da linha verde em Curitiba, né o Taniguchi, Richa, Ducci, vamos ver se agora com o Grecca termina esse ano ainda!!