Qualquer jovem pretendente a seguir a carreira de ator iria pular de alegria se tivesse a chance de um papel, o menor que fosse, em algum filme da famosa franquia Star Wars, certo? Errado, principalmente se for um ator negro como John Boyega. Para ele, não basta qualquer personagem. É preciso que seja um de destaque, tipo o herói da trama, e ninguém pode criticar se não gostar. Foi o que Boyega revelou durante a entrevista que faz parte de Homens Negros Conquistam Hollywood (Number One on the Call Sheet: Black Leading Men in Hollywood), novo documentário original da Apple TV+.
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No documentário, John Boyega chamou Star Wars de “muito branco”. O britânico de 33 anos de idade estreou na Saga Star Wars: O Despertar da Força (Star Wars: Episode VII – The Force Awakens, 2015) quando tinha 23 anos. Para conquistar o papel do personagem Finn, Boyega participou de um processo de audição bastante competitivo. O próprio diretor do filme, J.J. Abrams, liderou o longo processo de testes, dividido em várias etapas, incluindo leituras de roteiro e até testes de química. Foram milhares de candidatos, brancos e negros, com a Lucasfilm e J.J. Abrams testando pessoalmente todos eles ao redor do mundo. Mas, finalmente, foi Boyega quem conseguiu o papel.
Em qualquer empresa, um teste como esse deveria significar que o vencedor foi escolhido por seu talento e capacidade. Mas trata-se aqui de Hollywood. E então lembraram também das estatísticas e resolveram mencionar que a escolha de John Boyega marcou um momento significativo na franquia, já que ele foi um dos primeiros protagonistas negros em um filme principal da Saga Star Wars. Ou seja, em nome da diversidade abandonaram todos os critérios relacionados à qualidade e simplesmente jogaram o mérito do rapaz na lata de lixo.
De quebra, parece que se esqueceram (inclusive John Boyega) de que o primeiro ator negro a atuar em um filme da série Star Wars foi Billy Dee Williams, que interpretou Lando Calrissian em O Império Contra-Ataca (Star Wars: Episode V – The Empire Strikes Back, 1980). Um personagem que só cresce no filme, passando de suposto traidor, a um fiel aliado quando ajuda a princesa Leia e Chewbacca a resgatar Han Solo. No filme seguinte, Lando se torna um dos líderes da Rebelião e tem um papel crucial na destruição da segunda Estrela da Morte, em O Retorno de Jedi (Star Wars: Episode VI – Return of the Jedi, 1983). Muitos anos mais tarde, Billy Dee Williams retornou ao papel em A Ascensão Skywalker (Star Wars: The Rise of Skywalker, 2019), consolidando sua importância na franquia como um dos personagens mais carismáticos da saga. Ninguém nunca mencionou o fato de ele ser negro.

Quando John Boyega estreou em O Despertar da Força, seu personagem rapidamente se tornou popular, e o ator virou alvo de assédio dos fãs, no melhor dos sentidos. Finn até ganhou uma boa introdução, sendo apresentado como um stormtrooper (os soldados vilões da trama) que rompe com a Primeira Ordem. Era a primeira vez que a saga abordava essa perspectiva. Mas havia um problema: o personagem Finn não tinha conexão com os temas da trilogia original — a luta entre os Jedi e os Sith, na busca pelo equilíbrio da Força e da jornada do herói. Finn não era um Jedi, portanto, não se encaixava claramente nesse eixo principal.
Ainda assim, a franquia insistiu no personagem, que voltou em Os Últimos Jedi (Star Wars: The Last Jedi, 2017) e A Ascensão Skywalker. Mas Finn surgiu sem um propósito claro ou impacto significativo na resolução da trama. Apesar de uma introdução promissora, ele foi mal desenvolvido e isso fez com que sua presença parecesse deslocada dentro da narrativa geral da saga.
Mas de nada vale uma análise do ponto de vista narrativo, quando o documentário Number One on the Call Sheet: Black Leading Men in Hollywood apresenta um John Boyega vitimizado, que transforma uma crítica técnica em mera perseguição étnica. “São fãs racistas e tóxicos de Star Wars chateados com um ator negro interpretando um herói principal na franquia espacial”, disse ele.
“Deixe-me dizer, Star Wars sempre teve a vibração de estar no espaço mais branco e de elite”, diz ele no documentário. “É uma franquia tão branca que uma pessoa negra existindo [nela] era algo bizarro. Eles estão bem com a gente interpretando o melhor amigo, mas uma vez que tocamos em seus heróis, uma vez que lideramos, uma vez que desbravamos, é como, ‘Meu Deus, é um pouco demais!” Infelizmente, Boyega não conseguiu entender que seu personagem não é o herói da Saga.
O documentário Homens Negros Conquistam Hollywood, que ainda conta com as participações de Jamie Foxx, Dwayne Johnson, Denzel Washington, Will Smith, Morgan Freeman e Idris Elba já está disponível na grade da Apple TV+.
Queima 🥯
Ou seja uma criança mimada que quer ser o personagem principal e o centro das atençoes e como N foi esta chorando e dizendo q star wars é racista só pq ele N é personagem principal. Pqp geração mi-mi-mi o mace windu N teve nem 5 horas de tela mesmo aparecendo em vários filmes e nem por isso fica chorando e ainda morreu em minutos kkkkk geração que chora por tudo
🚨🌈💩 Aparelho excretor não reproduz, Levi Fidelis.
Mais queimador de rosca , Denzel faz papel de vilão ,herói , cozinheira, garçonete,a gente ama ele até sendo gay .
Você é fraco .
Atitudes como essa só reforçam cada dia o asco que sinto por essa ideologia de merda que é o Woke e esses movimentos de protagonismo forçado dos negros, vai causando nojo e desistencia de ver filmes, eu pelo menos já desisti de cinema já faz um tempo, nada se aproveita………………..