Em artigo publicado na Edição 261 da Revista Oeste, o jornalista Carlo Cauti expõe como o aumento dos programas sociais, especialmente o Bolsa Família, compromete a economia brasileira e desestimula a força de trabalho, através da dependência do governo e da redução da produtividade.
A análise introduz o problema ao expor a dificuldade crescente dos empresários em contratar trabalhadores. A título de exemplo, dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção mostram que 75% das empresas de construção civil tiveram que rever prazos por dificuldades em contratar funcionários.
Conforme demonstra o texto, a redução da mão de obra disponível por causa do conforto financeiro oferecido pelos auxílios do governo é um problema estrutural que se espalha por todo o Brasil. O artigo “O país do assistencialismo” está disponível a todos os mais de 100 mil assinantes da Revista Oeste.
Rodolpho Tobler, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), explica que “não faz sentido para uma pessoa sair de casa para trabalhar oito horas por dia e ganhar um salário mínimo que, tirando impostos e descontos, é apenas um pouco a mais do que obtém do governo sem fazer esforço”.
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Bolsa Família mais que triplicou de tamanho em 20 anos
De acordo com os dados apresentados, em 2004 o Bolsa Família atendia cerca de 6 milhões de famílias; hoje são 21 milhões. Quando analisado por pessoa, aproximadamente 56 milhões de brasileiros recebem o benefício — um em cada quatro cidadãos.
Embora programas assistenciais sejam importantes para combater a miséria, Cauti defende a ideia de que seu uso excessivo pode criar dependência e um curral eleitoral, onde os beneficiários se tornam reféns de políticas populistas.

Além da redução da força de trabalho, o artigo destaca o impacto do assistencialismo na produtividade do país. A informalidade e a acomodação da força de trabalho reduzem o incentivo à qualificação profissional e resultam em um mercado cada vez menos produtivo.
A consequência dessa dependência crescente dos programas sociais é a pressão sobre as contas públicas. O Brasil gasta bilhões em auxílios sem que isso gere crescimento econômico de longo prazo.
Revista Oeste
A Edição 261 da Revista Oeste vai além do texto de Carlo Cauti. A publicação digital conta com reportagens especiais e artigos de Silvio Navarro, J.R. Guzzo, Augusto Nunes, Alexandre Garcia, Guilherme Fiuza, Rodrigo Constantino, Tiago Pavinatto, Flávio Gordon, Sarah Peres, Anderson Scardoelli, Adalberto Piotto, Loriane Comeli, Mateus Conte, Rachel Díaz, Dagomir Marquezi, Theodore Dalrymple, Evaristo de Miranda e Daniela Giorno.
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Pronto, apareceu mais uma sabichão esquerdopata bostejando pela boca. Não só despeja toneladas de fezes como também (normal) adora ofender quem discorda da sua visão distorcida e sem sentido.
Mas ao que interessa:
1- programas sociais são necessários? Sim, mas não da forma irrestrita atual. Tem que ter prazo de vigência e vinculado a programas de geração de renda e/ou ensinos profissionalizantes específicos a cada região.
2- enquanto beneficiário seria impedido de votar e somente readquiriria o direito após dois anos fora dos programas.
3- nos moldes atuais só reforça a indolência natural de boa parte da população que prefere viver indignamente de migalhas do que gerar seu próprio sustento.
Condições para o Brasil ser um país onde sua população tenha boa qualidade de vida existe, mas não com a classe política que temos hoje, essa sim a verdadeira elite exploradora do trabalhador. Como tem imbecis em quantidade suficiente para manter esse estado de coisas é certo afirmar que, salvo um imenso milagre, o nosso país nunca sairá dessa mediocridade.
Vc nada mais é q um imbecil, nunca fez nada na vida, no minimo esta mamando na teta do governo.
1500 é pouco, concordo.
Para cada real d salário, o empresario paga outro real em taxas, impostos, encargos, multas…
Além disso, o pouco q o trabalhador ganha, o luladrao ainda tira a sua parte, inss, sindicato e etc.
Pergunta q te faço, seu imbecil, quem esta explorando quem?
Ah, antes q respondas, na minha empresa, tds ganham pelo menos 2×1500 , mas eu gasto 6 k por funcionario…
No mais, ser empresário no Brasil é quase suicídio! Os impostos abusivos, as extorsões dos sindicatos, entre outras.
Felipe Albuquerque = Léo Saraiva?
Todo cidadão deve prover o seu sustento através do seu trabalho não através de benefícios do governo que todos sabemos sai do bolso de quem trabalha
Você fala isso pro pessoal do Agro quando recebe mais de meio trilhão do governo em isenções ou só serve pro pobre? Aí, esse gado desinformado
“Adoro” as contas do gado bozonarista sobre impostos pra “justificar” (🤦🤦🤦🤦🤦) a exploração do empresariado sanguessuga brasileiro.
O pobre não paga imposto, não paga INSS, né? 🤦🤦🤦🤦🤣🤣🤣🤣🤣 Eu falo. Os pobres de direita bozonaristas adoram um cara que o explore. Tara??? 🤣🤣🤣
Pesquisas, dados e fatos do BANCO MUNDIAL ou um artigo do coitado do Cauti? Nossa, que dúvida. Opa, peraí, sou gado pobre de direita bozonarista. Viva o Cauti.
🤣🤣🤣🤣🤣 É para rir. Ou seria chorar?
O artigo que eu mostrei, com pesquisas do BANCO MUNDIAL já desmente o Cauti peremptoriamente. Mas o gado pobre de direita daqui vai defender o patrão que quer que ele se lixe, quer apostar?
Patrão brasileiro quer pagar 1500,00 para que o pobre trabalhe seis vezes por semana, de oito a dez horas por dia. Explora o pobre enquanto ficam viajando Brasil e mundo. Enche o carro da sua Mercedes com gasolina aditiva e paga 15 k por mês para sua filhinha e seu filhinho estudarem numa escola privada do ensino fundamental.
Patronato, quer trabalhador? Paguei o que lhe é devido. Enquanto quiser que o povo morra de trabalhar por merreca você não o terá. Pare de ser vagabundo sanguessuga, patronato. Essa fase já passou.
SOMENTE os burros, as bestas, não sabem o que a esquerdalha quer: um povo preguiçoso , ganhando miséria É ISSO QUE O LULLADRÃO QUER
A lógica tem de ser invertida: bolsa só pra quem trabalha e ganha SM e é pai de família ou arrimo.
🚨🌈💩 Aparelho excretor não reproduz, Levi Fidelis
Vagabundos não trabalham , vive de esmolas do suor do trabalhador.
Felipe ,monte a sua empresa , se o patrão é o “malvadão” faça diferente .
https://www.worldbank.org/pt/news/opinion/2023/04/06/beneficiarios-do-bolsa-familia-sao-preguicosos Cauti, para variar, com o desconhecimento que lhe é peculiar (prefiro chamar isso de desconhecimento dos fatos do que mau caratismo – mas tenho minhas dúvidas) posta um artigo preconceituoso completamente desprovido de razão ou exatidão dos fatos.
É sempre o mesmo xorume mentiroso. Cansado Cauto, cansa. Qual a graça de escrever para convencer imbecis?
Isso diz muito mais sobre nosso empresariado explorador do que do benefício. Ninguém mais aguenta trabalhar oito, nove horas por dia, de segunda a sábado para ganhar uma merreca de 1.500,00 por mês, que é o valor que nosso vagabundo empresariado explorador brasileiro quer pagar aos trabalhadores. Paguem mais, vagabundos empresários e parem de reclamar. Se dependesse dos empresários brasileiros vagabundos e exploradores, o pobre já teria morrido de fome.
1500,000 + 1500,000 de impostos ,veja a carga tributária, veja o ICMS , IOF, ainda é obrigado a contratar PCD , extorquindo pelos poderes municipais, estaduais, federais e judiciário.
Carrega sindicatos,tribunal regional do trabalho.
Ser empresário no Brasil , é ser herói .
Com gratificação natalina, contador, impostos, FGTS, INSS, contador, etc, um funcionário custa quase o dobro do valor que escreveste, mas monte uma empresa, aí terá uma visão clara do assunto e talvez pare de escrever asneiras
Essa é a forma atual de compra de votos. Acho q ué quem recebe esse tipo de auxílio não poderia votar.
Concordo. Quer ter o direito de influenciar o destino da nação ? Trabalhe mesmo que informalmente..
Prezado Mateus!
Acho que há três aspectos que são os mais importantes na minha visão, sobre o assistencialismo estatal:
– O primeiro deles é o assistencialismo em si, que em grande, ou pequena escala, sempre vai existir e o Estado é e deve ser sempre o tutor dessas pessoas carentes e o Bolsa Família é um desses programas.
– O segundo aspecto é que o assistencialismo, mesmo necessário, leva muitas pessoas à ociosidade, ou seja; num dado momento o indivíduo realmente precisa de assistência, mas depois ele se acomoda, e em alguns casos até burla o programa, para n~çao perder o benefício.
– O terceiro aspecto é que os programas assistenciais do Estado tendem a aumentar futuramente, tendo em vista
a mecanização, automação, IA, que a cada dia que passa eliminam mais e mais empregos.
Como resolver isso? Só Deus sabe!