A ampliação da Copa do Mundo para 48 seleções aumentou as chances de classificação para países de todos os continentes. Mesmo assim, algumas equipes tradicionais do futebol mundial não conseguiram garantir presença no torneio que será disputado nos Estados Unidos, Canadá e México.
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O caso mais emblemático é o da Itália. Tetracampeã mundial, a Azzurra foi eliminada pela Bósnia e Herzegovina na repescagem europeia e ficará fora de sua terceira Copa consecutiva, um feito negativo inédito para uma seleção campeã do mundo Mas a Itália não é a única ausência de peso no Mundial.
Outra ausência de peso é a Rússia. A seleção segue impedida de disputar competições organizadas pela FIFA e pela UEFA em razão das sanções impostas após a invasão da Ucrânia. Com isso, os russos não participaram das Eliminatórias e ficaram fora de mais uma edição da Copa do Mundo.
O Chile, bicampeã da Copa América em 2015 e 2016, não conseguiu se recuperar após o envelhecimento da geração liderada por Alexis Sánchez e Arturo Vidal. Os chilenos ficaram fora de mais uma edição da Copa, repetindo o que aconteceu em 2022.
Na África, uma das eliminações mais surpreendentes foi a de Camarões. Dona de oito participações em Copas do Mundo e responsável por campanhas históricas no torneio, como a chegada às quartas de final em 1990, a seleção camaronesa não conseguiu garantir vaga nas Eliminatórias africanas e assistirá ao Mundial de 2026 de fora.
Outra ausência sentida é a da Nigéria. Uma das maiores potências do futebol africano, dona de três títulos da Copa Africana de Nações e presença frequente em Mundiais nas últimas décadas, a equipe não conseguiu garantir vaga nas eliminatórias do continente.
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Com a expansão para 48 participantes, a expectativa era de que menos seleções tradicionais ficassem de fora. Ainda assim, as eliminatórias mostraram mais uma vez a dificuldade de chegar ao principal torneio do futebol mundial. Enquanto algumas nações celebram classificações históricas, outras potências terão de assistir à Copa de 2026 pela televisão.