Felipe Belli, Oeste Esporte
Dono da camisa 1 da Seleção Brasileira, Alisson chega à Copa do Mundo de 2026 com a chance de ampliar seu lugar na história do futebol nacional. Titular nas edições de 2018, na Rússia, e 2022, no Catar, o goleiro do Liverpool deve iniciar mais um Mundial como principal nome da posição sob o comando de Carlo Ancelotti.
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Aos 33 anos, Alisson disputará sua terceira Copa do Mundo consecutiva. Caso seja mantido como titular durante a competição, ele entrará para um grupo extremamente seleto de goleiros brasileiros que defenderam a meta da Seleção em três Mundiais diferentes.
Desde sua estreia pela Seleção, em 2015, o arqueiro se consolidou como uma das principais referências da equipe. Além da regularidade com a camisa amarela, Alisson acumulou títulos e premiações individuais ao longo da carreira, sendo frequentemente apontado entre os melhores goleiros do mundo.
A trajetória do camisa 1 ganha ainda mais relevância quando comparada à história da posição no Brasil. Segundo levantamento da CBF, poucos goleiros foram convocados para três Copas do Mundo. Alisson integra uma lista que conta com nomes históricos como Gilmar, Taffarel, Dida, Júlio César, Carlos e Waldir Peres.
Além disso, o goleiro pode subir posições no ranking de partidas disputadas em Mundiais pela Seleção. Atualmente, ele soma nove jogos em Copas do Mundo, atrás apenas de grandes ídolos da posição, como Taffarel, Gilmar e Júlio César.
A edição de 2026 também pode representar a oportunidade de alcançar um feito raro. Entre os goleiros brasileiros, apenas Gilmar dos Santos Neves e Taffarel foram titulares em três Copas do Mundo. Se confirmar sua presença entre os onze iniciais, Alisson igualará a marca dos dois campeões mundiais.
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Convocado por Carlo Ancelotti ao lado de Ederson e Weverton, o jogador chega ao torneio cercado de expectativa. Experiente e acostumado aos grandes palcos, ele será uma das lideranças da equipe na busca pelo tão sonhado hexacampeonato.
Se o Brasil fizer uma longa campanha nos Estados Unidos, México e Canadá, Alisson terá a chance não apenas de levantar a taça, mas também de consolidar seu nome entre os maiores goleiros da história da Seleção Brasileira.
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