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Copa do Mundo 2026 já derruba seis técnicos antes mesmo das oitavas de final

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Copa do Mundo 2026 já derruba seis técnicos antes mesmo das oitavas de final

Beccacece foi treinador do Equador na Copa | Foto: Reprodução/Equador

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Felipe Belli, Oeste Esporte

A Copa do Mundo de 2026 ainda está longe da decisão, mas já começou a provocar mudanças importantes nos bastidores das seleções. A pressão por resultados fez com que seis treinadores deixassem seus cargos logo depois das eliminações de suas equipes, encerrando ciclos que, em alguns casos, duravam anos.

As quedas aconteceram depois de campanhas decepcionantes, eliminações precoces ou resultados abaixo das expectativas criadas para cada seleção.

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Sabri Lamouchi (Tunísia)

A Tunísia foi uma das primeiras decepções do Mundial. A equipe sofreu uma goleada por 5 a 1 para a Suécia na estreia, perdeu também para o Japão e acabou eliminada ainda na fase de grupos. O desempenho abaixo do esperado levou a federação a demitir Sabri Lamouchi antes mesmo do encerramento da participação tunisiana na Copa do Mundo

Steve Clarke (Escócia)

Depois de conduzir a Escócia de volta às grandes competições internacionais, Steve Clarke viu seu ciclo chegar ao fim depois da eliminação na fase de grupos. Os escoceses sonhavam com a classificação inédita ao mata-mata, mas terminaram a campanha sem conseguir avançar, encerrando um trabalho iniciado em 2019 que recolocou a seleção no cenário internacional.

Hong Myung-bo (Coreia do Sul)

A Coreia do Sul chegou embalada ao Mundial, mas não conseguiu confirmar o favoritismo para avançar de fase. Depois da eliminação ainda na primeira fase, Hong Myung-bo assumiu a responsabilidade pelos resultados e apresentou sua renúncia. O ex-zagueiro, ídolo do futebol sul-coreano, reconheceu que o desempenho ficou abaixo das expectativas da torcida.

Miroslav Koubek (República Tcheca)

De volta à Copa do Mundo depois de duas décadas de ausência, a República Tcheca não conseguiu fazer uma campanha competitiva. A equipe terminou a fase de grupos sem vencer e ficou fora do mata-mata. Logo depois da eliminação, Miroslav Koubek anunciou sua saída, encerrando um trabalho que tinha como principal objetivo recolocar os tchecos entre as principais seleções da Europa.

Ronald Koeman (Holanda)

A eliminação da Holanda foi uma das maiores surpresas desta Copa. Favorita diante do Marrocos nos 16 avos de final, a seleção holandesa acabou derrotada nos pênaltis depois do empate em 1 a 1 no tempo normal. Poucas horas depois da partida, Ronald Koeman confirmou sua saída da seleção, encerrando sua segunda passagem pelo comando da Oranje.

Sebastián Beccacece (Equador)

O Equador fez uma campanha consistente na fase de grupos e chegou ao mata-mata com boas expectativas. No entanto, a derrota por 2 a 0 para o México colocou fim ao sonho equatoriano. Depois da eliminação, Sebastián Beccacece deixou o comando da seleção, encerrando um ciclo que havia começado nas Eliminatórias e garantido a vaga da equipe na Copa.