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Corinthians, Santos e São Paulo acumulam cinco transfer bans na Fifa

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Corinthians, Santos e São Paulo acumulam cinco transfer bans na Fifa

O não pagamento de José Martinez é um dos transferbans do Corinthians | Foto: Reprodução/ Rodrigo Coca / Corinthians

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Três dos principais clubes do futebol paulista enfrentam um momento delicado fora das quatro linhas. Corinthians, Santos e São Paulo somam, juntos, cinco transfer bans ativos impostos pela FIFA, sanções que impedem o registro de novos jogadores enquanto as pendências financeiras não forem resolvidas.

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O caso mais preocupante é o do Corinthians, que acumula quatro punições em um intervalo de apenas dois meses. A mais recente foi aplicada nesta terça-feira, 21, por causa do não pagamento da última parcela da contratação do volante Charles, junto ao Midtjylland, da Dinamarca. O débito, que era de 1,6 milhão de euros, acabou sendo levado à FIFA depois de o clube perder recurso na Corte Arbitral do Esporte (CAS).

Além desse caso, o Timão também responde por pendências envolvendo as contratações de José Martínez, do Philadelphia Union, e Talles Magno, do New York City FC, além de um bloqueio aplicado pela CBF por atraso no cumprimento de um acordo firmado na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD). Somadas, as dívidas relacionadas às punições ultrapassam R$ 23 milhões.

O São Paulo passou a integrar a lista nesta terça-feira. A FIFA aplicou um transfer ban ao Tricolor por uma dívida com a Lazio, referente à contratação do volante Marcos Antônio. A punição impede o clube de registrar novos atletas por até três janelas de transferências, embora jogadores já inscritos no BID da CBF, como Newton e Victor Sá, permaneçam aptos a atuar.

Já o Santos segue com um transfer ban relacionado a pendências financeiras envolvendo uma negociação internacional. O Peixe já havia conseguido retirar uma punição anterior depois de quitar a dívida com o Arouca pela transferência de João Basso, mas voltou a enfrentar restrições nesta janela de transferências.

O transfer ban não impede que os clubes negociem com jogadores, mas bloqueia o registro dos atletas até que as pendências sejam resolvidas. Na prática, um reforço pode até assinar contrato, porém só poderá estrear depois que a punição for retirada pela FIFA.