A eliminação do Irã na Copa do Mundo de 2026 ganhou um capítulo inusitado fora das quatro linhas. Um torcedor iraniano entrou com uma ação judicial contra a Fifa, cobrando uma indenização de aproximadamente R$ 5,2 bilhões (cerca de US$ 950 milhões), alegando que erros de arbitragem prejudicaram a seleção e influenciaram diretamente na queda da equipe no Mundial.
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Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, o processo foi protocolado depois da campanha iraniana terminar de forma precoce. O autor da ação afirma que decisões tomadas pela arbitragem durante a competição comprometeram o desempenho da seleção e impediram que o país avançasse às fases eliminatórias.
O torcedor sustenta que a entidade máxima do futebol teria responsabilidade pela condução da arbitragem e, por isso, deveria responder pelos supostos prejuízos esportivos e financeiros causados à seleção iraniana.
Embora a ação tenha chamado atenção pelo valor bilionário solicitado, especialistas em direito esportivo avaliam que as chances de sucesso são extremamente reduzidas. A Fifa possui regulamentos específicos que limitam a responsabilização da entidade por decisões de arbitragem durante competições oficiais.
A repercussão do caso rapidamente tomou conta das redes sociais, onde torcedores se dividiram entre críticas à arbitragem da Copa e comentários bem-humorados sobre o valor pedido na ação judicial. A Fifa, até o momento, não se pronunciou oficialmente sobre o processo.
O episódio se soma às diversas discussões envolvendo a arbitragem nesta Copa do Mundo. Durante o torneio, algumas decisões do VAR já haviam gerado grande repercussão, como o gol anulado da Alemanha diante do Paraguai, posteriormente explicado pelo chefe de arbitragem da Fifa, Pierluigi Collina, e outros lances contestados por seleções eliminadas.
Mesmo que a ação dificilmente avance nos tribunais, o caso se tornou um dos episódios mais curiosos desta Copa do Mundo, levando a discussão sobre arbitragem para além dos gramados e até mesmo ao campo jurídico.