A Índia por mais que seja o país mais populoso do mundo, segue sem conseguir disputar uma Copa do Mundo, mas a edição de 2026 contará com uma curiosa representação do país. Quatro jogadores com raízes indianas estarão presentes no torneio defendendo outras seleções, mostrando a influência cada vez maior indiana no futebol internacional.
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O nome mais conhecido da lista é o meia Sarpreet Singh, da Nova Zelândia. Nascido em Auckland, filho de pais indianos, o jogador ganhou destaque ao se tornar o primeiro atleta de ascendência indiana a atuar pelo Bayern de Munique na Bundesliga. Aos 27 anos, ele chega ao Mundial como uma das peças importantes da seleção neozelandesa.
Outro destaque é Nishan Velupillay, atacante da Austrália, teve passagem apagada pelo Bayern de Munique e hoje joga no Wellington Phoenix (Nova Zelândia). O jogador nasceu em Melbourne, tem mãe anglo-indiana e pai de ascendência tâmil do Sri Lanka. Depois de estrear pela seleção australiana nas Eliminatórias da Copa, garantiu vaga na lista final dos Socceroos para o Mundial.
A lista também inclui Tahsin Mohammed Jamshid, de 19 anos que pertencem ao Al Duhail, que defenderá o Catar. Filho de pais originários do estado de Kerala, no sul da Índia, o atacante se tornou o primeiro jogador de origem indiana a atuar pela seleção catari e é apontado como uma das promessas do futebol local.
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Fechando o grupo está Samuel Moutoussamy, meio-campista da República Democrática do Congo e que joga no APS Atromitos Athinon da Grécia. Nascido na França, ele possui ascendência indiana por parte do pai, cuja família descende de trabalhadores indianos que migraram para Guadalupe no século XIX. Experiente, chega ao Mundial após acumular 42 partidas pela seleção congolesa.
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