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21 de setembro na História: é inventado o flash fotográfico

Esse dispositivo, criado por Johann Ostermeyer, serve como fonte de luz artificial para iluminar cenas em fotografia

A invenção do flash fotográfico teve um papel crucial na evolução da fotografia, de maneira que permitiu capturar imagens em ambientes com pouca luz | Foto: Reprodução/PixNio
A invenção do flash fotográfico teve um papel crucial na evolução da fotografia, de maneira que permitiu capturar imagens em ambientes com pouca luz | Foto: Reprodução/PixNio

O flash fotográfico, um dispositivo que serve como fonte de luz artificial para iluminar cenas em fotografia, foi inventado por Johann Ostermeyer, em 21 de setembro de 1930.

Esse recurso é especialmente útil quando a iluminação existente não é suficiente para capturar uma imagem instantânea com a exposição adequada, mas também tem outros usos.

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O flash é uma fonte de luz intensa, que geralmente cobre uma curta distância e é portátil. Existem diversos tipos de flashes: o flash de lâmpada, que caiu em desuso porque exigia a troca da lâmpada depois de cada disparo; o flash eletrônico, que é instantâneo e precisa estar bem sincronizado com a abertura do diafragma; e o flash estroboscópico, que pode ser eletrônico ou múltiplo e emite vários feixes de luz, em vez de apenas um.

Quando uma pessoa se movimenta sobre um fundo escuro e a imagem capturada mostra esse movimento, utiliza-se o flash por simpatia, comum em estúdios fotográficos. Esse tipo de flash envolve o uso de vários flashes que disparam simultaneamente ao detectar a luz de um disparo inicial.

Os diferentes tipos de flash fotográfico

A invenção do flash fotográfico teve um papel crucial na evolução da fotografia, de maneira que permitiu capturar imagens em ambientes com pouca luz. As primeiras tentativas de iluminar cenas fotográficas começaram no século 19.

  • Flash com magnésio: em 1839, o fotógrafo inglês Henry Fox Talbot utilizou um flash de magnésio, que consistia em uma mistura de magnésio e oxigênio. Quando queimado, produzia uma luz intensa, mas era perigoso e difícil de controlar.
  • Flash elétrico: na década de 1920, surgiram os flashes elétricos, que utilizavam tubos de gás para criar uma explosão de luz. Esses dispositivos eram mais seguros e mais fáceis de usar, mas ainda dependiam de equipamento pesado e complexidade técnica.
  • Flash de bulbo: na década de 1930, o flash de bulbo foi desenvolvido, comum pequeno bulbo de vidro que, ao ser estourado, liberava uma luz brilhante. Isso facilitou muito o uso de flashes em situações cotidianas.
  • Flashes de sistema: com o avanço da eletrônica, os flashes de sistema começaram a ser popularizados nas décadas de 1960 e 1970. Esses flashes eram mais compactos, ajustáveis e podiam ser conectados diretamente às câmeras.

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