Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste
Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
Oeste Geral
Entrar
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Animais de Estimação

O dinossauro com mais de mil fósseis catalogados tem uma estratégia alimentar curiosa para cuidar dos seus filhotes

Laila Por Laila
06 maio 2026 07:55
Em Animais de Estimação
Filhotes de Psittacosaurus no ninho, comendo plantas baixas entre pedrinhas usadas na digestão

Filhotes de Psittacosaurus no ninho, comendo plantas baixas entre pedrinhas usadas na digestão

Um ninho fossilizado pode revelar como um animal antigo sobrevivia desde os primeiros meses de vida. No caso do dinossauro Psittacosaurus, 13 filhotes preservados na China mostraram pedras no abdômen, uma estratégia alimentar ligada à digestão de plantas ainda na fase inicial de crescimento.

O ninho que guardou 13 filhotes de dinossauro intactos por 125 milhões de anos

Os fósseis vêm da Formação Yixian, na Província de Liaoning, uma das regiões mais ricas em fósseis do mundo. Os 13 indivíduos foram confirmados como filhotes com menos de um ano pela análise dos próprios ossos: o tecido era do tipo de crescimento rápido, com alta irrigação sanguínea e sem as marcas de interrupção que aparecem em animais mais velhos.

Todos os 13 preservavam aglomerados de pedras na região abdominal, exatamente onde ficaria o estômago. Isso confirmou que o comportamento era sistemático e não resultado de ingestão acidental de areia ou terra.

Filhote de Psittacosaurus bicando plantas e pequenas pedras vulcânicas perto do ninho

Leia também: A 4.000 metros de profundidade no Pacífico, pesquisadores acharam 24 animais que a ciência nunca tinha visto

Leia Também

As florestas de vidro no fundo do oceano onde animais constroem esqueletos de sílica e podem viver mais de 10 mil anos

As florestas de vidro no fundo do oceano onde animais constroem esqueletos de sílica e podem viver mais de 10 mil anos

20/06/2026
A montanha de mais de 20 metros entre dois rios do Vietnã que preserva poemas antigos como um museu sem vitrines

A montanha de mais de 20 metros entre dois rios do Vietnã que preserva poemas antigos como um museu sem vitrines

20/06/2026
A caverna de mais de 2 mil metros que levou décadas para ser mapeada e ainda desafia exploradores no fundo da Terra

A caverna de mais de 2 mil metros que levou décadas para ser mapeada e ainda desafia exploradores no fundo da Terra

20/06/2026
A planta brasileira que espalha aroma de limão pelo quintal quando toca o sol e transforma o quintal em um paraíso de aromas

A planta que gosta de sol forte e espalha cheiro de limão pelo jardim quando o vento passa

18/06/2026

As pedras que funcionavam como um estômago extra

Muitos animais engolem pedras para triturar o alimento que os dentes não conseguem pulverizar. Em aves modernas, os músculos do estômago pressionam o alimento contra essas pedras, quebrando materiais duros e fibrosos. O Psittacosaurus funcionava de forma parecida: seu bico cortava plantas, mas os dentes não trituravam com eficiência suficiente.

O estudo publicado no periódico Science China Earth Sciences confirmou que essas pedras, chamadas de gastrólitos, tinham função digestiva real nos filhotes. Nos adultos, esse comportamento já era conhecido, mas ninguém esperava encontrá-lo em animais tão jovens. Nos filhotes, a estratégia servia para:

  • Triturar vegetais duros e fibrosos que os dentes pequenos não conseguiam processar
  • Compensar a menor força de mordida dos animais jovens
  • Garantir melhor aproveitamento dos nutrientes desde os primeiros meses de vida

Como os pesquisadores provaram que não era coincidência?

A presença de pedras no abdômen de um único filhote poderia ser descartada como acidente. Encontrá-las em todos os 13 indivíduos do mesmo ninho, na mesma posição anatômica, tornou a hipótese de coincidência praticamente impossível.

Segundo o comunicado divulgado pelo EurekaAlert, os pesquisadores compararam a quantidade de pedras com uma curva já estabelecida para aves vivas, que relaciona o peso do animal com a quantidade ingerida. Os filhotes do Psittacosaurus caíram na faixa esperada para animais que realmente usam pedras para digerir.

O que as pedras revelam sobre onde esses filhotes viviam?

As pedras de um dos espécimes foram analisadas individualmente. A maioria era de rocha vulcânica local, com superfícies rugosas e formas entre angulosas e arredondadas. A maior delas media 1,5 cm, tamanho considerável para um animal com menos de um ano de vida.

Pesquisas anteriores sobre gastrólitos em dinossauros já indicavam que a composição das pedras reflete os materiais disponíveis nas imediações do animal. A origem local das rochas sugere que os filhotes as obtinham perto do ninho, sem se deslocar longas distâncias, apontando para uma área de vida bem restrita nos primeiros meses de existência.

Para entender melhor como funciona a ingestão de pedras em dinossauros, o canal Philipessauro, com mais de 3 mil inscritos especializados em paleontologia, aborda o tema com precisão no vídeo a seguir:

Uma estratégia alimentar que desafiou o que a ciência acreditava

Uma análise biomecânica publicada em 2021 no periódico Palaeontology sugeria que os filhotes de Psittacosaurus teriam uma dieta diferente da dos adultos, já que mordiam com muito menos força. A nova descoberta inverte essa lógica ao mostrar que a estratégia digestiva era a mesma desde o nascimento.

“A presença dessas pedras fornece informações valiosas e contribui para a reconstrução da biologia deste dinossauro herbívoro”, escreveu Longhan Wang, autor principal do estudo.

As implicações para a ciência são diretas:

  • A dieta do Psittacosaurus era mais parecida entre jovens e adultos do que se supunha
  • A ingestão de pedras como estratégia digestiva surgiu muito cedo na vida do animal
  • O modelo de história de vida da espécie precisa ser revisado à luz desses dados

Por que o Psittacosaurus é o dinossauro não aviário mais completo da história?

Com mais de 1.000 espécimes catalogados, cobrindo desde ovos até adultos, o Psittacosaurus é o dinossauro não aviário mais bem documentado que existe. Pertencia ao mesmo grupo do famoso Triceratops, mas era bípede, menor e mais primitivo.

Esse volume de fósseis o torna uma referência única para entender como os dinossauros cresciam e se comportavam. Cada achado bem preservado em espécimes jovens tem potencial de reescrever capítulos inteiros da paleontologia, e este ninho com 13 filhotes é mais um exemplo disso.

Tags: históriaNaturezavida animal

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Últimas notícias

Arqueólogos egípcios finalmente mostram como Cleópatra realmente se parecia há milênios atrás

Arqueólogos egípcios finalmente mostram como Cleópatra realmente se parecia há milênios atrás

20/06/2026
Sabedoria árabe milenar sobre propósito e superação: “Os ventos não podem apagar uma fogueira acesa por dentro”

Sabedoria árabe milenar sobre propósito e superação: “Os ventos não podem apagar uma fogueira acesa por dentro”

20/06/2026
Quanto custa dormir sempre com o ar-condicionado ligado durante 8 horas por noite

Quanto custa dormir sempre com o ar-condicionado ligado durante 8 horas por noite

20/06/2026
Apelidada de “Porta do Inferno”, esta cratera de setenta metros está em chamas há mais de 50 anos e ninguém consegue apagá-la

Apelidada de “Porta do Inferno”, esta cratera de setenta metros está em chamas há mais de 50 anos e ninguém consegue apagá-la

20/06/2026
A fenda de quase 11 mil metros no oceano onde a crosta mergulha e cria o ambiente mais extremo da Terra

A fenda de quase 11 mil metros no oceano onde a crosta mergulha e cria o ambiente mais extremo da Terra

20/06/2026

A primeira plataforma de conteúdo cem por cento comprometida com a defesa do capitalismo e do livre mercado. Jornalismo de excelência, focado no que é relevante, com clareza e objetividade.

  • INSTITUCIONAL
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Anuncie conosco
    • Fale conosco
    • Política de privacidade e termos de uso
  • EDITORIAS
    • Colunistas
    • Política
    • Economia
    • Brasil
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Agronegócio
  • FAQ
    • Crie uma conta
    • Assine a revista

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35

Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35