Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste
Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
Oeste Geral
Entrar
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Ciência

Astrônomos podem ter encontrado um gigante invisível escondido dentro de uma das galáxias mais famosas do Universo

Ellen Raquel Patriota Por Ellen Raquel Patriota
31 maio 2026 22:45
Em Ciência

Uma nova investigação astronômica sugere que um buraco negro supermassivo oculto pode estar escondido no interior das famosas Galáxias Antena, um dos sistemas de galáxias em colisão mais estudados do universo próximo. Utilizando observações detalhadas realizadas pelo radiotelescópio ALMA, pesquisadores identificaram sinais incomuns que podem indicar a presença de um núcleo galáctico ativo profundamente encoberto por gás e poeira. Se confirmado, o achado ajudará a entender como buracos negros crescem durante as primeiras fases das fusões galácticas.

O que são as Galáxias Antena?

As Galáxias Antena, catalogadas como NGC 4038 e NGC 4039, formam um dos exemplos mais impressionantes de colisão entre galáxias espirais. Localizadas a cerca de 70 milhões de anos-luz da Terra, elas recebem esse nome devido às longas caudas de estrelas, gás e poeira lançadas para o espaço durante o encontro gravitacional.

Essa interação desencadeou uma intensa explosão de formação estelar, tornando o sistema um laboratório natural para estudar como galáxias crescem, evoluem e se transformam ao longo do tempo cósmico.

buraco
Imagem combinada do ALMA (esquerda) e da JWST NIRCam (direita) das Antenas (apenas a região de sobreposição e NGC 4038 são mostradas). Regiões individuais são mostradas em retângulos. Crédito: arXiv (2026). DOI: 10.48550/arXiv.2605.21879

Leia também: As 7 árvores que fazem sombra no quintal sem espalhar folhas e sujeira por todo lado

Leia Também

Astrônomos encontram uma colossal "ponte cósmica" de 23 mil anos-luz em uma época em que ela era considerada impossível

Astrônomos encontram uma colossal “ponte cósmica” de 23 mil anos-luz em uma época em que ela era considerada impossível

04/06/2026
Um estudante de astronomia pode ter resolvido um dos maiores mistérios recentes do universo ao achar a 'Pedra de Roseta' 

Um estudante de astronomia pode ter resolvido um dos maiores mistérios recentes do universo ao achar a ‘Pedra de Roseta’ 

03/06/2026
Um “sinal oculto” nas profundezas do Sol pode explicar por que os cientistas erraram previsões recentes

Um “sinal oculto” nas profundezas do Sol pode explicar por que os cientistas erraram previsões recentes

03/06/2026
O que aconteceria com os oceanos, o clima e as estações se a Lua desaparecesse?

O que aconteceria com os oceanos, o clima e as estações se a Lua desaparecesse?

02/06/2026

Por que os cientistas suspeitam da existência de um buraco negro oculto?

Durante décadas, as observações das Galáxias Antena mostravam sinais dominados pela formação de estrelas, sem evidências claras de um núcleo galáctico ativo. No entanto, algumas variações de brilho observadas próximas ao centro de uma das galáxias despertaram novas suspeitas.

Para investigar o fenômeno, os pesquisadores monitoraram a região dezenas de vezes ao longo de aproximadamente dois meses e meio. O objetivo era detectar mudanças rápidas de luminosidade que pudessem revelar processos energéticos invisíveis em outros comprimentos de onda.

Os cientistas encontraram dois candidatos principais:

  • Fonte S3, relativamente brilhante, mas sem variações significativas.
  • Fonte S4, com alterações rápidas de luminosidade.
  • Regiões localizadas próximas ao núcleo de NGC 4039.
  • Objetos compactos difíceis de explicar apenas pela formação estelar.
buraco
Mudanças rápidas de brilho podem denunciar buraco negro supermassivo.

O que torna a fonte S4 tão intrigante?

A fonte S4 apresentou mudanças de brilho em apenas 13 dias. Esse comportamento permite estimar o tamanho máximo da região emissora, que seria extremamente pequena em escala astronômica, inferior a 13 dias-luz de extensão.

Uma região tão compacta é incompatível com nuvens de gás, áreas de formação estelar ou remanescentes de supernovas. Além disso, a temperatura aparente da emissão ultrapassa um milhão de graus Kelvin, sugerindo um processo altamente energético e não térmico.

Essas características apontam para um cenário compatível com:

  • Presença de um buraco negro supermassivo.
  • Atividade intensa de acreção de matéria.
  • Emissão produzida por processos relativísticos.
  • Massa estimada próxima de 10 milhões de sóis.

Por que o buraco negro permanece escondido?

Normalmente, núcleos galácticos ativos produzem grandes quantidades de raios X de alta energia. No entanto, nem a fonte S3 nem a S4 foram detectadas nesses comprimentos de onda, criando um aparente paradoxo para os pesquisadores.

A explicação mais provável é que o objeto esteja envolto por enormes quantidades de gás e poeira. Nesse caso, o núcleo seria classificado como um AGN Compton-espesso, uma categoria extremamente obscurecida capaz de bloquear até mesmo raios X energéticos.

buraco
Visão multi-comprimento de onda de S3 e S4. Crédito: arXiv (2026). DOI: 10.48550/arxiv.2605.21879

Leia também: Qual é a origem do alfabeto etrusco?

O que essa descoberta pode revelar sobre a evolução das galáxias?

Se a presença do buraco negro for confirmada, as Galáxias Antena deixarão de ser vistas apenas como um sistema dominado pela formação de estrelas. Elas também representarão uma das evidências mais claras de que buracos negros podem começar a crescer ativamente muito cedo durante processos de fusão galáctica.

Novas observações com o Telescópio Espacial James Webb e o observatório de raios X NuSTAR serão fundamentais para confirmar a natureza da fonte S4. Caso os resultados sejam positivos, os astrônomos terão encontrado um importante elo para compreender como galáxias e buracos negros evoluem juntos ao longo da história do universo.

Tags: Astronomiaburaco negrogaláxiasGaláxias Antena

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Últimas notícias

O que significa a placa “DIP” em fundo amarelo e por que ela não deve ser ignorada?

O que indica a placa de trânsito com fundo amarelo e a palavra DIP que aparece em rodovias?

04/06/2026
Ceres esconde um segredo a 50 quilômetros de profundidade e ele pode mudar tudo o que sabemos sobre esse mundo mistérios

Ceres esconde um segredo a 50 quilômetros de profundidade e ele pode mudar tudo o que sabemos sobre esse mundo mistérios

04/06/2026
O sonho de viver na Lua acaba de sair da ficção científica: a NASA iniciou oficialmente a primeira fase de sua base lunar.

O sonho de viver na Lua acaba de sair da ficção científica: a NASA iniciou oficialmente a primeira fase de sua base lunar.

04/06/2026
A psicologia explica por que um simples “oi” para um ex é mais viciante do que parece

A psicologia explica por que mandar mensagem de “oi, sumido” para um ex pode parecer inofensivo, mas prende muita gente no passado

04/06/2026
O Sol pode ter sido a primeira incubadora da pré-história e os dinossauros sabiam exatamente como usá-la

O Sol pode ter sido a primeira incubadora da pré-história e os dinossauros sabiam exatamente como usá-la

04/06/2026

A primeira plataforma de conteúdo cem por cento comprometida com a defesa do capitalismo e do livre mercado. Jornalismo de excelência, focado no que é relevante, com clareza e objetividade.

  • INSTITUCIONAL
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Anuncie conosco
    • Fale conosco
    • Política de privacidade e termos de uso
  • EDITORIAS
    • Colunistas
    • Política
    • Economia
    • Brasil
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Agronegócio
  • FAQ
    • Crie uma conta
    • Assine a revista

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35

Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35