Um estado que reduziu roubos a transeuntes em mais de 90% na capital em sete anos e ocupa a 6ª posição entre as melhores capitais do país em progresso social. Goiás surpreende nos rankings de qualidade de vida, e três municípios puxam essa média para cima: Goiânia, Goianésia e Catalão.
O que mede a qualidade de vida nas cidades goianas
O Índice de Progresso Social (IPS Brasil 2025), produzido pelo Instituto Imazon com metodologia internacional, avalia 57 indicadores sociais e ambientais em todos os 5.570 municípios brasileiros. A escala vai de 0 a 100 e considera três dimensões: necessidades humanas básicas, fundamentos do bem-estar e oportunidades. Goiás obteve média estadual de 62,63, ocupando a 7ª posição entre as unidades da federação.
Pelo IPS, as três cidades goianas mais bem avaliadas são Goiânia, Goianésia e Catalão. Cada uma representa um perfil diferente: a capital planejada, a cidade agroindustrial do interior e o polo industrial do sudeste goiano. O Portal do Governo de Goiás destacou os avanços do estado em saneamento, segurança e combate à pobreza como fatores diretos para os resultados.

Vale a pena viver em Goiânia segundo os números
Goiânia lidera o ranking estadual com nota 68,21 no IPS 2025 e aparece como a 6ª capital mais bem avaliada do Brasil. A cidade se destaca em água e saneamento (nota 92,00), moradia (94,84) e acesso à educação superior (75,16), segundo dados da Tribuna do Planalto. No comparativo entre as capitais do Centro-Oeste, a capital goiana lidera cinco dos doze componentes avaliados.
A segurança é outro ponto que chama atenção. A cidade, que chegou a figurar como a 21ª mais violenta do país em 2013, registrou queda de 92% nos roubos a transeuntes entre 2018 e 2025. Com cerca de 1,5 milhão de habitantes, Goiânia também é uma das capitais com maior área verde urbana proporcionalmente, o que contribui para a nota em qualidade ambiental.

O que faz Goianésia aparecer entre as primeiras do estado
Goianésia ocupa a segunda posição entre os 246 municípios goianos no IPS. A cidade fica a cerca de 170 km da capital e tem aproximadamente 77 mil habitantes. A economia é baseada na agroindústria, com presença forte do setor sucroalcooleiro, mas os indicadores que a colocam no topo são outros: qualidade ambiental, acesso ao conhecimento básico e oportunidades de lazer, cultura e esporte.
O município mantém praças e centros esportivos bem cuidados, além de um comércio local diversificado. Para uma cidade do interior goiano, Goianésia oferece equilíbrio raro entre crescimento econômico e serviços públicos eficientes, sem a pressão urbana das grandes capitais.
Quem deseja saber mais sobre o interior de Goiás, vai curtir esse vídeo do canal Prefeitura de Goianésia, com mais de 11 mil visualizações, onde o prefeito Leonardo Silva Menezes apresenta a infraestrutura de Goianésia, a princesa do Vale do São Patrício:
Por que Catalão surpreende em qualidade de vida
Catalão aparece na terceira posição estadual no IPS, com nota de 65,35 na edição anterior. Com cerca de 120 mil habitantes, a cidade do sudeste goiano combina mineração, indústria automobilística e agronegócio. No Índice de Felicidade Territorial (IFT) de 2025, Catalão foi classificada como a cidade mais feliz de Goiás, com nota A+ (padrão de excelência internacional), conforme levantamento da Eureka Comunicação que adapta a metodologia do World Happiness Report da Organização das Nações Unidas (ONU).
A cultura também pesa nessa conta. Catalão é conhecida nacionalmente pelas Congadas, manifestação do sincretismo religioso afro-brasileiro reconhecida como patrimônio cultural. A cidade fica a 260 km de Goiânia e conta com boa infraestrutura de saúde, saneamento e educação, incluindo a Universidade Federal de Catalão (UFCat).

Três cidades que mostram o que Goiás tem de melhor
Goiânia com seus parques e hospitais, Goianésia com o ritmo do interior sem abrir mão de estrutura, Catalão com a força da indústria e a alegria das Congadas. As três cidades provam que a qualidade de vida em Goiás vai além do agronegócio e do cerrado bonito.
Se você busca um lugar para viver bem no Centro-Oeste, vale conhecer de perto essas três cidades goianas e sentir por que os números confirmam o que os moradores já sabem.









