Proposta pelo deputado Luciano Zucco (PL-RS), uma moção de louvor ao congressista licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi aprovada na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (Creden) nesta quarta-feira, 26. Eduardo presidiu a comissão entre 2019 e 2020.
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“O deputado Eduardo Bolsonaro, com seu compromisso inabalável com os valores da liberdade, da soberania nacional e da democracia, tem levado ao conhecimento de representantes estrangeiros e organismos internacionais as preocupações legítimas de milhões de brasileiros que veem ameaçados seus direitos e garantias fundamentais”, diz Zucco.
“Sua postura combativa reflete o compromisso com a verdade e com a transparência, reforçando o papel do Parlamento brasileiro na defesa dos princípios democráticos e do Estado de Direito”, destacou o deputado, que também é o líder da oposição na Câmara dos Deputados.
Zucco explicou que o colega foi corajoso ao decidir licenciar-se para representar o Brasil em importantes fóruns internacionais, com o papel de denunciar os abusos de autoridade e a crescente perseguição política contra cidadãos e lideranças políticas de direita no país.
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“Sua atuação firme e coerente tem sido essencial para dar visibilidade, no cenário externo, às violações de direitos e à instrumentalização do aparato estatal contra opositores do governo”, concluiu.
Eduardo Bolsonaro se afastou da Câmara dos Deputados
Eduardo Bolsonaro anunciou sua licença da Câmara na terça-feira 18. Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar disse que tomou a decisão para lutar pelos brasileiros, que, de acordo com ele, são vítimas do Supremo Tribunal Federal (STF). Desde então, o congressista reside nos Estados Unidos.
Eduardo também disse ser vítima dos abusos do STF. “Da mesma forma que assumi o mandato parlamentar para representar minha nação, abdico, temporariamente, dele para seguir representando milhões de irmãos da pátria que me incumbiram nessa nova missão.”
Ainda de acordo com o parlamentar, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, pratica chantagem política com o objetivo de prendê-lo. “Seria mais confortável ficar quieto, recebendo um excelente salário, fingindo defender meus irmãos brasileiros, do que enfrentar esse sistema covarde e desumano”, disse Eduardo.
O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro ainda afirmou que não aceitou ser deputado federal para viver no conforto nem na comodidade. “Aceitei o chamado para defender os valores da nossa civilização.”
O objetivo de ficar nos EUA, de acordo com Eduardo, é para dedicar-se a buscar as devidas sanções “aos violadores dos direitos humanos”. “Aqui, poderei focar em buscar as justas punições que Moraes e a Polícia Federal merecem.”
Leia também: “A anistia inevitável”, artigo de Augusto Nunes e Branca Nunes publicado na Edição 255 da Revista Oeste
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Judiciário
Forças armadas.
Sindicalista.
Funcionários públicos.
Imprensa.
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Banqueiros.
Analfabetos e beneficiários de esmolas governamentais.
Extrema esquerda.
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