“Ele tentou estuprar meu sobrinho de cinco anos”, relata tia da travesti Suzy

Ela explica que a família não o visita por causa da "monstruosidade do crime cometido" Famoso depois de aparecer numa reportagem do Fantástico, Rafael Tadeu de Oliveira dos Santos, conhecido…
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Ela explica que a família não o visita por causa da “monstruosidade do crime cometido”

Famoso depois de aparecer numa reportagem do Fantástico, Rafael Tadeu de Oliveira dos Santos, conhecido pelo nome Suzy, praticou um crime que só se vê em séries policiais. Ele foi condenado, em 2010, por estuprar e matar uma criança de 9 anos, informa O Antagonista.

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De acordo com o processo obtido pelo site, “o pedófilo e estuprador matou o ofendido mediante meio cruel, consistente em asfixia, e se valendo de recurso que impossibilitou a defesa da vítima”. Ademais, o documento elucida que “o revisionando praticou atos libidinosos consistentes em sexo oral e sexo anal com o menor”.

Se o primeiro crime já parece bárbaro, saiba que o travesti, preso desde 2010, quase consumou outro. A tia do criminoso afirma nos autos do processo que seu sobrinho, de cinco anos, foi vítima do criminoso. A familiar revela que Suzy tentou estuprar a criança. Antes disso, já havia abusado de um menino de 3 anos.

O histórico de Rafael Tadeu, que na escola era acusado de roubar alunos e professores, contrasta com a imagem triste de uma personagem abandonada no cárcere para morrer. Ao médico Dráuzio Varella, Suzy afirma que não recebia visitas na cadeia havia oito anos. Foi por esse motivo que o doutor a abraçou na cena que comoveu as redes sociais.

No processo, a tia da travesti, contudo, explica que a família o renegou por causa da “monstruosidade do crime cometido”.

Em nota publicada numa rede social, o médico Dráuzio Varella responde que há trinta anos cuida da saúde de criminosos condenados. “Por razões éticas, não busco saber o que de errado fizeram. Sigo essa atitude para cumprir o juramento que fiz ao me tornar médico. E para não cair na tentação de traí-lo, atendendo apenas aqueles que cometeram crimes leves. No quadro do Fantástico, segui os mesmos princípios. Sou médico, não juiz”, conclui Dráuzio.

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